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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cientistas criam bateria movida a água que pode durar até 15 anos

USC Sri NarayanCélulas solares captam energia durante o dia e turbinas eólicas, quando há vento. Mas nem sempre há demanda por energia na hora em que ela é produzida. Por isso, as usinas de energia limpa precisam conter baterias que consigam armazenar de forma inteligente toda essa energia e disponibilizá-la assim que houver necessidade. Mas se estamos falando de energia limpa, não faz sentido o uso de baterias compostas por metais e materiais tóxicos, certo?

Cientistas da University of Souththern California, nos Estados Unidos, desenvolveram uma bateria baseada em água e em um composto orgânico que, além de ser simples de ser produzida, é ecológica e durável. “Essas baterias duram cerca de 5 mil ciclos de recarga, o que dá a elas uma vida útil estimada de 15 anos“, afirmou o professor Sri Narayan, um dos responsáveis pelo projeto, publicado no Journal of The Ectrochemical Society. Ele conta ainda que as baterias de íon-lítio, o padrão utilizado atualmente, duram apenas cerca de mil ciclos, custam dez vezes mais para serem fabricadas e são nocivas ao meio ambiente. Sendo assim, o projeto representa uma inovação relevante ao setor.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Energias Renováveis ou Alternativas – Artigo 04/04

Atributos sobre Energias Renováveis ou Alternativas


Uma sociedade que tenha como base energéticas a utilização de fontes de carbono, terá grandes impacto na sua restrição, principalmente nas áreas sociais, econômicos e tecnológicos.


Mas as fontes energéticas que podem equilibrar essas transições no desenvolvimento dessa sociedade são a comercialização e a implantação em larga escala da energia renovável.


As mudanças favoráveis para a utilização das fontes renováveis são dependentes das manobras políticas e econômicas.

A sua exploração depende também do desenvolvimento das tecnologias adequadas. Existem muitas formas diferentes de fontes de energia renováveis, e é provável que a pesquisa científica vão se desenvolver através de formas desconhecidas em que a energia pode ser aproveitadas.
Hoje a energia renovável tem alguns tipos como, solar nas formas fotovoltaica e solar térmica, geotérmica, eólica, oceânica, hídrica, bioenergia, e as tecnologias de armazenamento de energia.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Geógrafo ensina a fazer aquecedor solar de baixo custo

Alunos aprendem a produzir aquecedor solar de baixo custo; tecnologia reduz gastos com energia em até 40%
Alunos aprendem a produzir aquecedor solar de baixo custo;
tecnologia reduz gastos com energia em até 40%

"O que a gente quer é levar o aquecedor solar para cada lar"

Folha de São Paulo, 14/06/2013

Geógrafo de formação, Rafael Xavier, 31, resolveu usar o que aprendeu em prol de uma sociedade mais sustentável.

Ao terminar o estágio de educador ambiental no Museu de História Natural da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), ele deixou a capital mineira para aprender em São Paulo como fazer a tecnologia social ASBC (aquecedor solar de baixo custo), desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol.



A metodologia de produção do ASBC permite que qualquer pessoa possa construir seu próprio aquecedor utilizando ferramentas manuais e domésticas, reduzindo os gastos com energia em até 40%.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Tomada gruda na janela e armazena raios solares para carregar smartphones

Tomada gruda na janela e armazena raios solares para carregar smartphones durante dez horas

Criar produtos que aproveitem e ao mesmo tempo poupem recursos naturais é uma tendência
ESTADÃO PME
 Aproveitar a energia solar para facilitar o cotidiano das pessoas. Este talvez seja o principal diferencial de um produto desenvolvido pelos designers Kyohu Song e Boa Oh.
A dupla criou uma tomada que o usuário fixa na janela de uma residência ou da empresa, por exemplo, e que aproveita os raios solares para gerar energia capaz de fazer funcionar aparelhos eletrônicos ou até mesmo carregar smartphones. O produto ainda não está disponível para venda, segundo o site argentino La Bio Guia, especializado em fomentar práticas sustentáveis e de preservação do meio ambiente.
O produto tem, na extremidade usada para ser fixada na janela, pequenas células solares, que recebem os raios e os convertem em energia. E segundo os criadores do produto, a ideia foi mesmo criar uma tomada que qualquer pessoa pudesse carregar e instalar sem dificuldade.
A 'tomada solar' também armazena energia quando não está em uso, por isso, depois de receber os raios solares por cinco ou seis horas (dependendo da intensidade), o produto, garantem seus desenvolvedores, podem ser usados pelo consumidor por dez horas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Energia Renováveis ou alternativas - Pesquisa com energia solar rende prêmio a brasileiro - Artigo 01/04

Pesquisa com energia solar rende prêmio a brasileiro
FERNANDO MORAES | FOLHA - 19/11/2012 

O químico Antônio Patrocínio tem apenas 29 anos, mas já se dedica há dez ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Essa década de trabalho foi agora reconhecida pelo governo alemão com o "Green Talents 2012", que premiou 25 jovens cientistas do mundo todo que pesquisam diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável.

"Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a conversão de energia solar", diz Patrocínio, professor da Universidade Federal de Uberlândia.

Atualmente, o químico tem dirigido seus esforços a dois temas de ponta da pesquisa energética: células solares sensibilizadas por corantes e dispositivos para fotossíntese artificial.


Nas células solares convencionais, uma placa de silício é responsável pela absorção da luz e pelo transporte dos elétrons gerados por esse processo, responsáveis pela energia. Para que isso ocorra de maneira eficiente, é necessário que o silício seja de altíssima pureza, o que requer processos caros.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Luz solar vira energia para a navegação

Luz solar vira energia para a navegação

Motivados pela possibilidade de criar uma embarcação que não poluísse o ambiente, alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram um barco movido a energia solar. A equipe Vento Sul, inspirada em uma palestra na universidade, em abril de 2009, resolveu criar o Catamarã. A intenção era mostrar que um barco elétrico é viável, não polui e não precisa de manutenção constante. As placas fotoelétricas recebem a luz e repassam a um controlador de carga, que distribui ao motor e à bateria. Quando não há sol, o motor usa a energia armazenada na bateria.

O primeiro projeto, de fibra de vidro, material considerado pesado, venceu o Desafio Solar Brasil, competição que ocorreu em Paraty (RJ), em julho do mesmo ano. Com o fim das aulas, em 2009, alguns alunos se formaram, e a equipe foi reformulada. Com novos integrantes, vieram novas ideias e uma outra embarcação foi construída. Com custo de R$ 60 mil, financiados por empresas, veio o Guarapuvu.

– Precisávamos de um barco superior. Investimos em todas as tecnologias possíveis, trocamos o material da carcaça, que agora é de fibra de carbono, muito mais leve – conta Tássio Simioni, estudante de Engenharia Química e coordenador da equipe.

Com a criação, o grupo de 20 estudantes estava pronto para participar do Frisian Solar Challenge, a competição mundial de barcos solares, que ocorreu em julho, na Holanda. Na seleção, dividida por classes, a equipe Vento Sul ficou na 17ª posição entre 26 competidores, mas ganhou destaque como embarcação mais leve e melhor equipe novata não europeia.

– Tivemos problemas técnicos por falta de testes, o que comprometeu a classificação. Mas ganhamos elogios, por aplicar técnicas diferenciadas.

Fonte: Jornal de Santa Catarina/DIEGO MADRUGA|Florianópolis

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Fontes alternativas na Amazônia

Fontes alternativas na Amazônia
A Eletrobrás  participou da oficina de trabalho sobre “Sistemas Fotovoltaicos para Microrredes Isoladas e Interligados à Rede Elétrica”, organizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Amazônia (INCT-EREEA), em Belém, nos dia 10 e 11 de fevereiro. O objetivo do encontro era apresentar experiências e discutir lições aprendidas com a utilização de sistemas individuais de geração com fontes intermitentes – que não podem ser armazenadas em seu estado natural, como a solar e a eólica – e sistemas de geração de energia descentralizada com fontes renováveis e com distribuição por microrredes.

Na ocasião, a equipe da empresa apresentar os resultados obtidos nos projetos-pilotos de Xapuri e de Araras. O projeto de Xapuri, realizado em parceria com a Eletroacre e a GTZ – agência alemã de cooperação técnica –, levou energia elétrica a 103 famílias que vivem isoladas nos seringais do Acre, utilizando energia solar com painéis fotovoltaicos em sistemas individuais. Já o projeto de Araras, que ainda está em fase de estruturação e está sendo realizado com a Celpa e a GTZ, prevê a implantação de sistemas de geração descentralizada com energia renovável (solar fotovoltaica e eólica) e distribuição por minirredes para eletrificação das ilhas de Araras, no município de Curralinho (PA), atendendo cerca de 70 famílias da região.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobrás

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Fábrica automatizada de painel solar

Fabricação em grande escala de aquecedoredores de água do tipo painéis solar térmico. Veja como a produção é toda automatizada.