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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

5 ideias de fazendas verticais para grandes cidades

http://atitudesustentavel.uol.com.br/
Projetos incentivam a produção de alimentos em larga escala dentro das cidades consumidoras
No mundo de hoje, um dos problemas encontrados é a produção de alimentos com qualidade e a quantidade necessária. A tendência é que essa situação se agrave cada vez mais, principalmente por causa do aumento populacional.
Como uma possível solução, designers e arquitetos começam a pensar em prédios, localizados dentro das grandes cidades, que possam funcionar como fazendas verticais, produzindo alimentos para a população local.
Confira ideias e projetos:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Universidade lança sistema de alerta de catástrofe sem custos

UFF lança sistema de alerta para situações de catástrofe e oferece, sem custos, ao poder público


Um software, baseado no sistema de envio de mensagens curtas (SMS) e utilizando as técnicas de georreferenciamento de dados, pode ser de grande auxílio para o gestor público, no sentido de minimizar o impacto de desastres ambientais inevitáveis.

O sistema, chamado SMSalva-vidas, consiste no cadastramento do máximo de pessoas de uma localidade, com endereço e telefone celular respectivos, que são georreferenciados num mapa do município. A partir daí, o gestor pode marcar as regiões segundo os graus de risco, intermediário, iminente ou provável e, por exemplo, enviar informações do tipo ‘chuva perigosa’ ou ‘evacuar imediatamente’, segundo as informações que recebe dos institutos de meteorologia, defesa civil e outros.

As informações são recebidas imediatamente nos celulares das pessoas cadastradas, pois o grande problema é esse, a maior disseminação e capilarização da informação no menor espaço de tempo possível.

O sistema está sendo oferecido gratuitamente pela universidade ao poder público, que devem entrar em contato com Leonor Faria ou Márcia Dacache, pelo telefone (21) 2629-5098 ou pelos e-mails leonor@proppi.uff.br e mdacache@proppi.uff.br, respectivamente.

Esse é um projeto de inovação tecnológica, desenvolvido por iniciativa de alunos de pós-graduação, em empresa incubada na UFF, com apoio da Faperj, a partir de uma tese de mestrado.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Liberada a construção do sistema dutoviário de etanol

Ibama emite licença prévia para sistema dutoviário de etanol

Monitor Mercantil online, 07/07/2010

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu Licença Prévia (LP) para implantação do Sistema de Escoamento Dutoviário de Etanol. O documento atesta a viabilidade ambiental do sistema, passo indispensável para o início das obras. O projeto está sendo conduzido pela PMCC Projetos de Transporte de Álcool S.A, uma parceria entre a Petrobras, Mitsui&Co.LTD e Camargo Corrêa S/A. E irá transportar etanol das regiões produtoras no Centro-oeste, Minas Gerais e São Paulo até os grandes centros consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, possibilitando ainda o transporte por cabotagem para outros estados e a exportação.

O novo duto, que terá o comprimento de 542 km em seu primeiro trecho, com capacidade para transportar até 12,9 milhões de metros cúbicos de etanol por ano, será construído seguindo uma concepção lógica de utilizar faixa de dutos já existente. Este opção minimiza novos impactos ambientais e simplifica a construção.

O trecho, objeto da licença concedida, terá início no município mineiro de Uberaba e seguirá por outros 33 municípios no estado de São Paulo, até o Vale do Paraíba Paulista, onde se conectará a dutos já existentes, na direção da Grande São Paulo, Rio de Janeiro e litoral paulista. Serão implantados, ainda nesta etapa, dois centros coletores, um em Uberaba (MG) e outro em Ribeirão Preto (SP), com a finalidade de receber o etanol proveniente das usinas produtoras, principalmente através de transporte rodoviário. Estes centros estão posicionados em áreas pré-definidas para instalações industriais.

A estimativa é de geração de 2.400 empregos diretos e 9 mil indiretos durante as obras, que terão início, no trecho Ribeirão Preto - Paulínia, tão logo seja concluída a tramitação para a Licença de Instalação (LI), também a ser emitida pelo Ibama.

Os planos das Companhias prevêem a ampliação da rede até o Terminal de Senador Canedo (GO) e novos dutos ligando Paulínia à Hidrovia Paraná-Tietê e ao terminal marítimo de São Sebastião.

O processo de licenciamento, incluindo elaboração dos estudos ambientais, análise de risco, avaliação pela equipe técnica do Ibama, realização de audiências públicas e contato com as 34 prefeituras municipais e todas as Unidades de Conservação nas proximidades do traçado do duto, durou 18 meses e envolveu inúmeros profissionais de diversas áreas como biologia, comunicação, sociologia, geografia, geologia, engenharias, dentre outras.

As Companhias irão trabalhar para cumprir o atendimento às condicionantes da Licença Prévia com vistas à obtenção da Licença de Instalação, que possibilite o efetivo início das obras ainda este ano, tendo como meta a operação comercial do duto já na segunda metade de 2011.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Devemos nos manter atentos e mobilizados - Contra Dengue














Agora é a hora de estarmos atentos aos resultados que surgem após as grandes chuvas e seus represamentos a DENGUE.
Devemos tomar medidas preventivas e impedir que a dengue chegue até a minha e a sua casa, o meu e o seu bairro, a minha cidade, a sua cidade ou município, e a melhor atitude é combater os focos de acúmulo de água.
Esses locais são propícios para a criação e reprodução do mosquito transmissor da dengue. Ajude o Brasil a combater a dengue.

domingo, 11 de abril de 2010

Talude - Solução básica contra queda de barreira













Talude natural é aquele que foi formado há muitos milhões de anos. Encontramos os taludes naturais principalmente nas encostas de montanhas. Os taludes naturais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha curva. A parte de dentro afunda mais depressa que a beirada. As casas tendem a tombar para dentro. Lá em baixo, parece que o chão levanta. As casas tombam para dentro ou são levadas pela lama como se fossem barquinhos.

Talude artificial é aquele que foi construído pelo homem. Encontramos os taludes artificiais principalmente nos aterros, nos bota-foras e lixões. Os taludes artificiais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha reta. A beirada afunda mais depressa que a parte de dentro. As casas tendem a tombar para fora. Lá em baixo, a encosta cai sobre as casas que ficam soterradas. A saturação do terreno ocorre porque mais água entrou do que saiu. Uma das melhores providências preventivas é evitar que a água entre no terreno. Então, o que podemos fazer para evitar que a água penetre no terreno.

Os taludes de corte e aterro resultantes da construção de estradas, rodovias, aeroportos, indústrias e outros empreendimentos necessitam, além da drenagem, ser protegidos de maneira eficiente para evitar a formação de focos erosivos e deslizamentos. As técnicas e produtos a serem utilizados dependem de vários fatores, como: inclinação do talude, suscetibilidade à erosão, tipo de proteção desejada (definitiva ou temporária), altura do talude, tipo de drenagem adotada, etc. O uso da técnica inadequada irá comprometer a segurança do talude, por isso é necessário obter todas as informações para escolher a técnica e produto corretos.

As biomantas antierosivasprotegem o talude antes do estabelecimento da vegetação, e a escolha dabiomanta adequada é importante para se obter êxito no trabalho e atender as exigências do cliente.




É importante salientar que a vegetação exerce papel fundamental na estabilidade do talude. Com a utilização de diferentes espécies, a proteção atinge maior profundidade no solo, garantindo maior estabilidade.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Primeiro passo para viver bem no Morro - Contra quedas de barreiras


Morar no morro pode ser agradável e seguro, Mas é preciso: construir com segurança, conservar as barreiras, manter limpos os caminhos das águas.
No morro tem lugares que não servem para morar, mesmo tomando todos os cuidados.

Morar no morro pode ser agradável e seguro, a segurança nos morros depende:
Do tipo de solo, da quantidade de água que se infiltra no solo, da posição da casa, dos cuidados com o lugar da limpeza das linhas d’água.

Sua casa está em risco:

1. RISCO BAIXO

2. RISCO MUITO ALTO

Vamos criar novos hábitos, O lixo jogado nas barreiras acumula água e quando fica pesado, escorrega, arrastando o solo.

O lixo jogado nos canais e canaletas impede a passagem das águas, além de atrair ratos, baratas e insetos, transmissores de doenças.



Devemos juntar o lixo produzido nas nossas casas, colocar o lixo em depósitos, conserva o meio ambiente, evita queda de barreiras e protege a nossa saúde.

Plantar nas encostas: capim braquiária, capim gordura, capim-de-burro, capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim chorão, grama pé-de-galinha, grama forquilha e grama batatais ajuda a manter o morro sadio.


É bom plantar nos morros.



As plantas ajudam a conservar o terreno, pois evita que a terra seja carregada pela água da chuva. Além disso, é muito agradável um jardim em volta de nossa casa.
Plantar perto das casas: pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim: cidreira, boldo e capim santo, pata-de-vaca, hortelã, jasmim, rosa, leucena, pinha, acerola, urucum, laranja, limão, araçá, goiaba, pitanga, carambola, ajuda a fixação do solo nas encostas.

Nas comunidades as obras coletivas como escadarias, canais, canaletas, vegetação, muros, cimentados e ruas são obras importantes, todas as pessoas são responsáveis pelo lugar onde mora.

Cada um deve fazer a sua parte, conservando as obras coletivas.

Assim vamos desenhar o lugar onde queremos e podemos morar.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Belo Monte, a terceira maior UHE do mundo, em plena Amazônia

Outro grande projeto hidroelétrico brasileiro na região Amazônica, Belo Monte, no Rio Xingu, no estado do Pará, no município de Altamira. Será a terceira maior usina hidroelétrica do mundo, e será a menos alagará proporcionalmente a energia gerada.

Por tudo que ela representa - estar na Amazônia, inundar grande áreas, incluindo indígenas - é muito polêmica.

Apresentamos hoje a versão oficial, através do vídeo institucional da Eletrobrás.

domingo, 28 de março de 2010

Produtor de Água e Florestas


Programa Produtor de Água é lançado no estado do Rio de Janeiro
O programa visa à proteção e manutenção da Bacia Hidrográfica do rio Guandu, responsável pelo abastecimento de água de aproximadamente 7 milhões de pessoas na região metropolitana do Rio de Janeiro

No dia 11 de maio de 2009, foi lançado o programa Produtores de Água e Floresta, no município de Rio Claro, no Rio de Janeiro, com o objetivo de remunerar proprietários rurais pela restauração florestal e manutenção de florestas “em pé” de suas propriedades. 

O programa é uma iniciativa do Instituto Terra de Preservação Ambiental, The Nature Conservancy (TNC), Secretaria de Meio Ambiente do RJ, Instituto Estadual do Meio Ambiente do RJ, Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu e Prefeitura Municipal de Rio Claro, e pela primeira vez acontece no estado.O evento aconteceu no Colégio Estadual Presidente Benes, em Lídice - Rio Claro e contou com a presença do governador do RJ e do ministro do Meio Ambiente, além de várias outras autoridades estaduais e municipais.

O programa consiste no pagamento pelos serviços ambientais – no caso proteção e produção de recursos hídricos – providos pelos proprietários rurais da região que passam a ser denominados Produtores de Água e Floresta. Parte dos recursos para o pagamento são provenientes de grandes usuários de água da Bacia Hidrográfica do rio Guandu coletado pelo comitê da bacia, Durante o evento foi efetuado o pagamento aos 18 primeiros proprietários rurais que já aderiram ao projeto.

A área piloto do programa tem 5.000 hectares e está localizada na micro-bacia do rio das Pedras, situada no alto da Bacia do Guandu, no município de Rio Claro, onde nasce o rio Piraí - considerado o mais importante rio do sistema Guandu.
Responsável por cerca de 80% do abastecimento de água e 25% da geração de energia elétrica para a região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro, beneficiando aproximadamente 7 milhões de pessoas. 

A expectativa dos parceiros do projeto é iniciar os estudos para ampliação do Programa para mais duas bacias até o final do ano.

O valor a ser pago pode chegar até R$ 60,00 por hectare/ano, a depender das particularidades de cada propriedade. Esse valor foi seriamente calculado de acordo com o custo de oportunidade local, localização e qualidade das florestas conservadas. 

Atingindo valores equivalentes ao lucro que os proprietários teriam se utilizassem a terra para outros usos, como a pecuária de corte ou leiteira. Em alguns casos, os proprietários poderão receber até R$ 6.000,00.

Os critérios utilizados para a escolha dos proprietários participantes foram: intenção de conservação ou restauração, quantidade de áreas prioritárias para a produção de água dentro da propriedade, estado de conservação de suas florestas e estar na área de abrangência do projeto, ou seja, na microbacia do rio das Pedras, inserida dentro da bacia do rio Piraí - Lídice - Rio Claro.
A região do projeto se encontra dentro do chamado ‘Corredor de Biodiversidade Tingua-Bocaina’. Esse corredor conecta os maciços florestais representados, de um lado, pela Reserva Biológica do Tingua, na região central fluminense, e de outro, o Parque Estadual da Serra da Bocaina, no litoral sul. Sua área total soma 195.000 hectares de floresta no estado do Rio de Janeiro. 

O Ministério do Meio Ambiente e a UNESCO reconheceram esse corredor como sendo um das áreas prioritárias mais importantes para a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica. 

A região Corredor Tinguá-Bocaina é considerada também o ponto mais crítico de fragmentação do cordão da Serra do Mar, que é a maior extensão contígua de Mata Atlântica ainda existente, se estendendo do Paraná até o Rio de Janeiro. Vários animais ameaçados de extinção habitam o local como a onça pintada, a suçuarana, a jaguatirica, o sagüi-de-serra-escurro e outros.

É dentro dos limites deste Corredor que correm os rios que formam o sistema Guandu, que por sua vez abastece toda a região metropolitana do Rio de Janeiro.
A estratégia é fomentar diversas tecnologias de conservação, restauração florestal e uso sustentável que permitam esta re-conecção tão importante para a biodiversidade e para o abastecimento da população.

Os “Corredores de Biodiversidade” tratam-se de um mosaico de diversos usos do solo interligados por grandes blocos de florestas, contínuos ou não, que cobrem milhares de hectares, em paisagens entremeadas por áreas de usos humanos, como agricultura, cidades e rodovias, e grandes áreas verdes.

Da perspectiva da biodiversidade, os corredores são regiões críticas para a conservação, pois visam conectar fragmentos florestais, garantindo assim as interações ecológicas e a troca genética entre as espécies de
populações de grandes mamíferos, como a onça pintada (Panthera onca), por exemplo, precisam de no mínimo 20.000 hectares de floresta tropical para que seja mantida a saúde e a estabilidade da espécie.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Amazônia se prepara para o maior serviço de georreferenciamento do Brasil

Terra Legal Amazônia, programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário de regularização fundiária na Amazônia Legal, se prepara para o maior gerreferenciamento da história do Brasil com o objetivo de acabar com a grilagem de terra e o desmatamento ilegal.


Terra Legal contrata maior georreferenciamento do País

Georreferenciamento abrangerá mais de 266 mil quilômetros

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (22/02/2010) - A meta de quilômetros que o Programa Terra Legal Amazônia pretende contratar com a abertura, nesta quinta-feira (11), do edital de registro de preços para serviços de georreferenciamento na Amazônia Legal equivale a sete voltas à Terra. A circunferência do planeta a partir do Equador, segundo a Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica (NASA), é igual a 40 mil quilômetros lineares.

O novo edital prevê a medição de até 100 mil ocupações em 173 municípios nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins, o que equivale a mais de 266 mil quilômetros lineares a serem georreferenciados.

"Em oito meses de trabalho, estamos prontos para georreferenciar praticamente 50% do total de terras públicas federais a serem destinadas na Amazônia Legal", explica o coordenador do Programa, Carlos Guedes, referindo-se aos mais de 30 milhões de hectares a serem georreferenciados pelo Terra Legal Amazônia. ( clique aqui para ler a íntegra )

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O Risco das usinas a fio d´água

O Risco das usinas a fio d'água

DAYANA AQUINO
Da Redação - Agência Dinheiro Vivo

Nos últimos anos a preocupação com o impacto ambiental dos projetos hidrelétricos têm impulsionado cada vez mais o uso da modalidade a fio d’água, que diferem dos projetos hidrelétricos com enormes áreas alagadas por aproveitarem a vazão do rio, não utilizando reservatórios ou os reduzindo significativamente. Por essa característica, a modalidade é defendida até por alguns grupos ambientalistas.

O menor impacto ambiental, no entanto, não pode ser o único motivo para incentivar a instalação de uma usina a fio d’água, principalmente nos projetos de grande porte, consideram especialistas. Na prática, reduzir o
tamanho do reservatório significa reduzir a energia armazenada, uma vez que no período de chuvas os grandes reservatórios acumulam água para geração posterior. Em períodos de estiagem, o trabalho é inverso: o Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS) determina a entrada em operação a pleno vapor de fontes complementares, as térmicas.

Nessa conta, soma-se o encarecimento do sistema, já que a geração térmica é mais onerosa e necessita de operação contínua, em patamar de carga reduzido para sua manutenção, conforme explica o diretor de Engenharia da Eletrosul, Ronaldo Custódio.

O risco é de os projetos de grande porte engatarem na onda dos reservatórios pequenos, que podem trazer custos futuros. Além da preocupação climática no longo prazo, oscilações e estiagens não são tão incomuns no Brasil. No curto prazo, o risco maior não é com o desabastecimento, e sim com o custo ambiental e as tarifas ao consumidor. Segundo Custódio, algumas usinas com aptidão para grandes reservatórios estão sendo projetadas como fio d’água.

Custódio diz que a falta de reservas de energia sempre torna necessário o acionamento de outras fontes para a complementaridade. Embora a preocupação ambiental esteja tomando novos contornos e apresentando uma nova ótica de infraestrutura, Custódio considera que o impacto de uma hidrelétrica é local, mas a operação de uma térmica e sua conseqüente emissão de gases poluentes acaba gerando um impacto muito maior. ( clique aqui para ler a íntegra )

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Água - water

Lendo uma reportagem sobre a fama da água Nova York, pouca gente sabe que é uma das coisas mais preciosas que a cidade tem, é a sua excelente qualidade da água. Graças a uma bem bolada parceria com fazendeiros e proprietários de terra, Nova York tem um das melhores água do mundo e por curiosidade eles não tem estação de tratamento, apenas unidades de filtragem.


As pessoas bebem água pura da montanha direto da torneira, em qualquer casa em Nova York, lá é só encher a jarra na torneira e levar direto pra mesa.
No Brasil esta atitude novaiorquina surpreende a todos porque não é comum em uma casa brasileira, encher um copo e beber a água diretamente da torneira. Em São Paulo onde água tem um gosto forte por causa do pesado tratamento químico esta atitude de beber água diretamente da torneira nunca acontece.


Mas de onde brota essa água lendária de Nova York? Nas montanhas de Catskill, montanhas não muito conhecidas dos Estados Unidos como as dos Apalaches ou as Montanhas Rochosas. Mas lá fica uma cidade pequena, fundada há mais de 200 anos, e que ficou famosa no mundo inteiro porque em 1969 aconteceu o festival de Woodstock, o ápice do movimento hippie.


Nesta região as nascentes estão protegidas há mais de um século. Ficam dentro de um parque que o Estado de Nova York criou em 1904. Dentro desse parque, ao contrário do que acontece no Brasil, tem várias vilas e cidadezinhas onde têm mais de 50 mil moradores, esta áreas de conservação convivem com a zona rural.


Nesta região das nascente os fazendeiros contam mesmo com a renda que vem de duas fontes: a primeira é pela reserva de mata, todo ano recebe da Prefeitura de Nova York, cerca 10 mil reais, e a segunda pela extração do xarope de açúcar de uma árvore chamada maple, quando a quebra da dormência, na primavera, assim como da folha da seringueira se faz látex, desta árvore se faz o xarope mais consumido nos Estados Unidos. É uma árvore que dá açúcar.


Que esta experiência possa servir de referência para que possamos ter no Brasil as águas de melhor qualidade mantendo através da proteção, manejo inteligente e natural das suas matas.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Ainda é a mais importante força energética do mundo - Petróleo

Is still the most important power plant in the world - Petroleum

O petróleo é a matéria-prima mais importante da indústria mundial. Suplanta a borracha, o carvão, o ouro, o cobre, o ferro e o diamante.

A sua importância tem se tornado cada vez mais uma força crescente no desenvolvimento das indústrias do mundo.

Por esta razão seu preço é um dos mais voláteis na economia mundial, sendo influenciado por quase todos os eventos que ocorrem no mundo, sejam eles de ordem política, económica, cultural, social ou ambiental.
Cerca de 90% do petróleo é utilizado com fins energéticos, seja nas centrais termoeléctricas, seja como combustível para os meios de transporte ou fornos industriais.

Dos 10% restantes são extraídos os produtos que abastecerão as indústrias – 60% das matérias-primas utilizadas na indústria mundial vêm do petróleo.
Para perfurar um poço, é preciso uma torre que sustente um motor. Este deve fazer girar tubos concêntricos com uma broca na extremidade.

O tubo central leva água até à parte mais profunda do poço para arrastar a terra erodida pela broca. O lodo formado sobe para a superfície pelo tubo exterior.
O petróleo é composto de hidrocarbonetos nos seus três estados. Contém também pequenas quantidades de compostos de enxofre, oxigénio, nitrogénio.

Na Antiguidade, era usado para fins medicinais ou para lubrificação e era conhecido com os nomes de óleo de pedra, óleo mineral e óleo de nafta. Atribuíam-se ao petróleo propriedades laxantes, cicatrizantes e anti--sépticas. Era considerado eficaz também no tratamento da surdez e na cura de tosse, bronquite, congestão pulmonar, gota, reumatismo e mau-olhado.
O petróleo é ainda a principal fonte de energia no mundo.

A sua extracção conheceu uma progressão ininterrupta, ou quase, durante mais de um século. Iniciada em 1859 na Pensilvânia, a produção ainda era modesta em 1900; as vésperas da II guerra mundial (1920) era relativamente pequena, mas teve um grande crescimento logo seguida a ela principalmente entre 1960 e 1973, 47% do consumo energético mundial.
Em Angola, a prospecção de petróleo iniciou nos anos 30, mas a produção foi intensificada nos anos 80, estando hoje perto dos 2 milhões de barris por dia.
Origem
Os restos de matéria orgânica, bactérias, produtos nitrogenados e sulfurados no petróleo indicam que ele é o resultado de uma transformação da matéria orgânica acumulada no fundo dos oceanos e mares durante milhões de anos, sob pressão das camadas de sedimentos que se foram depositando e formando rochas sedimentares.
O conjunto dos produtos provenientes desta degradação, hidrocarbonetos e compostos voláteis, misturados aos sedimentos e aos resíduos orgânicos, está contido na rocha-mãe; a partir daí o petróleo é expulso sob efeito da compactação provocada pela sedimentação, migrando para impregnar areias ou rochas mais porosas e mais permeáveis, tais como arenitos ou calcários.

Uma camada impermeável, quando constitui uma “armadilha”, permite a acumulação dos hidrocarbonetos, impedindo-os de escapar.
O petróleo é encontrado na natureza não como uma espécie de rio subterrâneo ou camada líquida entre rochas sólidas. Ele ocorre sempre impregnando rochas sedimentares, como os arenitos. Como essas rochas são permeáveis, o óleo “migra” através delas pelo interior da crosta terrestre. Se for detido por rochas impermeáveis, acumula-se, formando então os jazigos. Dos jazigos conhecidas, as mais importantes estão no Médio Oriente, Rússia e repúblicas do Cáucaso, Estados Unidos, América Central e na região setentrional da América do Sul.
Extracção
O sistema de extracção do petróleo varia de acordo com a quantidade de gás acumulado no jazigo. Se a quantidade de gás for grande o suficiente, a sua pressão pode expulsar por si mesma o óleo, bastando uma tubulação que comunique o poço com o exterior. Se a pressão for fraca ou nula, será preciso ajuda de bombas de ­extracção.
O petróleo bruto, tal como sai do poço, não tem aplicação directa. Para utilizá-lo, é preciso fraccioná-lo nos seus diversos componentes, processo que é chamado refino ou destilação fraccionada. Para isso, aproveitam-se os diferentes pontos de ebulição das substâncias que compõem o óleo, separando-as para que sejam convertidas em produtos finais.
Derivados
O gás, uma das fracções mais importantes obtidas na destilação, é composto por substâncias com ponto de ebulição entre –165° C e 30° C, como o metano, o etano, o propano e o butano.
O éter de petróleo tem ponto de ebulição entre 30° C e 90° C e é formado a partir de cadeias de cinco a sete carbonos. A gasolina, um dos subprodutos mais conhecidos, tem ponto de ebulição entre 30° C e 200° C, é formada de uma mistura de hidrocarbonetos que possuem de cinco a 12 átomos de carbono. Para obter querosene, o ponto de ebulição fica entre 175° C e 275° C. Óleos mais pesados, com cadeias carbonadas de 15 a 18 carbonos, apresentam uma temperatura de ebulição entre 175° C e 400° C. As ceras, sólidas na temperatura ambiente, entram em ebulição em torno de 350° C. No final do processo, resta o alcatrão, o resíduo sólido.
Refinação
O processo começa pela dessalinização do petróleo bruto em que são eliminados os sais minerais. Depois, o óleo é aquecido a 320° C em fornos de fogo directo (e passa para as unidades de fraccionamento, onde podem ocorrer até três etapas diferentes. A etapa principal é realizada na coluna atmosférica: o petróleo aquecido é introduzido na parte inferior da coluna com o vapor de água para facilitar a destilação. Desta coluna surgem as fracções ou extracções laterais, que ainda terão de ser transformadas para obter os produtos finais desejados. A maioria dos produtos é a seguir objectos de tratamentos suplementares para melhorar a sua qualidade: reforma catalítica, hidrodessulfuração. É obtida finalmente toda uma série de produtos que respondem às necessidades dos consumidores: carburantes, gasolinas especiais, combustíveis e produtos diversos.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Remoção de Sulfato no sistema de injeção de água do Mar - SRP


Sulphate Removal Plant - SRP
Nos reservatórios marinhos de petrolífero encontramos água do mar e nela estão contidas quantidades significativas de bário e de estrôncio.
No sistema de injeção de água do mar nos poços (para aumento da produção) podemos causar a geração de bário e sulfato e estrôncio em uma escala alta nas tubulações e equipamentos de produção.
Essa escala tem o efeito de reduzir a permeabilidade do reservatório e também pode ser depositado nos internos da tubulação.
Essa geração de sulfato de bário e estrôncio nos dispositivos e equipamentos de produção de petróleo, são difíceis de serem removidos, uma vez que eles não podem ser facilmente dissolvidos.
A inibição como tratamentos é freqüentemente utilizadas para melhorar a permeabilidade na produção dos poços, mas são extremamente difíceis de controlar e não pode ser aplicada nos complexo e sub-redes do mar ou de armazenamento flutuantes de produção fora dos navios de carregamento (FPSO). Onde os dutos e gasodutos são antigas, tem que ser removidos por meios mecânicos.
Como uma alternativa para esta situação, a instalação de uma planta de remoção de sulfatos (SRP), forma as condições ideais para extrair os sulfatos da água do mar antes da injeção, e são visto como o mecanismo de maior aproveitamento.
O SRP utiliza membranas de nano-filtração para remover os sulfatos, deixando os outros sais (sódio, cloreto, etc) substancialmente reduzidos, mantendo assim a estabilidade e a permeabilidade das argilas.
O mecanismo de rejeição de íons por membranas de nanofiltração é um processo complexo envolvendo diversas variáveis, tais como: a repulsão eletrostática entre as cargas da membrana e do soluto, distribuição do tamanho de poros da membrana, diferença na difusividade e solubilidade.
Muitas empresas utilizam as membranas fornecidas pela Dow Chemical Company, a inventora deste processo.
As membranas são geralmente configuradas em uma SRP com um 2-matriz, salmoura constituindo um arranjo.
Com estas condições, a alimentação de água do mar é introduzido para a primeira matriz de membranas que permite 50% da carga passe através dos materiais das membranas com o sulfato sendo rejeitado na superfície da membrana.
Os 50% rejeitados da água (ou salmoura) é então levado à segunda matriz das membranas onde mais de 50% passa com a água na condição de baixo sulfato.
Os dois fluxos de água de baixo sulfato, são misturados para dar uma recuperação geral de 75% com os restantes 25% de sulfato de maior rejeição sendo lançadas ao mar em segurança, sem pôr em risco o meio ambiente.
Processo de remoção de sulfato
Benefícios de Remoção de sulfato:

• Reduz a concentração de íons de água do mar de cerca de 2.500 ppm para menos de 50 ppm (a temperaturas inferiores a 24 º C);
• Reduz significativamente a precipitação de sulfato de escala nos poços de produção;
• Reduz a quantidade de inibidor de escala necessária e no fundo do poço topsides equipamentos;
• Elimina os impactos econômicos e operacionais decorrentes da ampliação no reservatório;
• Aumenta o índice de produtividade, limitando a constrição do tubo na sua escala;
• Auxilia na manutenção da permeabilidade do reservatório, limitando a formação de entupimento causado pelos encrostamento;
• Evita assim através do controle de bactérias redutoras de sulfato (SRB), os problemas de corrosão nos equipamentos e materiais necessário para lavagem, remoção e tratamento de sulfeto de hidrogênio;
• Reduz os riscos de segurança associados com o sulfureto de hidrogênio;
• Tem um benefício de segurança adicional através da redução de escala e, assim, o potencial natural de material radioativo que pode ser anexado à escala;
• Atende a concepção e critérios rigorosos ambientais relacionados às plataformas off-shore.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz ano novo - Happy new year: 2010 - O primeiro ano das nossas vidas



Sonhar para realizar – inovar para crescer
Revendo conceitos

Quando se desenvolve um objetivo, não é com a intenção de melhorar o mundo.
A sua visão tem que ser baseada no que é possível e não no que deveria ser possível, mas atenção aos "do contra"

No momento em que divulga os seus planos, haverá sempre pelo menos uma pessoa que se opõe ou que tenta diminuir o seu entusiasmo.
Alguns dos argumentos mais usados são:
Já tentamos isto e não funcionou;
Não consegue levar isto para frente;
A direção não gosta disto.
Deixe-se influenciar o menos possível por observações ou comentários negativos.
Claro que devemos ouvir os outros, mas se estiver seguro de si, não há nenhum motivo para se deixar abater sem se defender.
Focar objetivos é fundamental para o sucesso.
O planejamento pessoal é a chave para a auto-realização e para o sucesso pessoal, incluindo a motivação e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

Está começando mais um novo ano e é o momento de fazer um balanço do ano que passou e principalmente planejar o que tem pela frente, mas para isso é preciso definir metas. Quem não sabe para onde está indo não chegará a lugar nenhum.
A premissa básica para o sucesso é um planejamento integrado onde todos envolvidos conheçam as metas, é conhecer o alvo por traz dele, a sua intenção maior por traz de um objetivo menor.
Não adianta realizar inúmeros objetivos pequenos, se não há interligação entre eles.
Não pode haver motivação dedicada a algo na qual a pessoa não sabe onde vai dar.

Focar racionalmente as metas que tenham inicio meio e fim, planejando de acordo com o projeto de vida e traçando o destino onde se pretende chegar.
Firmando os objetivos concretos nos ajudam, principalmente para àquelas horas em que parece que tudo o que se faz não tem sentido.
Onde todo esforço dedicado na concretização dos objetivos são em vão.
Estar consciente do foco é um fator motivador.
Nessas horas é preciso lembrar que o que está fazendo no momento não tem fim em si mesmo, mas no alvo a ser conquistado ao completar o planejamento.
Caso não exista um foco definido, aí sim, a sensação de falta de sentido será real.

Fazer uma série de atividades diárias, administrarem bem o tempo, organizar-se e aumentar a eficácia pessoal só tem sentido se for para chegar a algum lugar, caso contrário, estará andando em círculos.

Planejar a vida não significa adotar uma postura radical e inflexível como muitos pensam. Há certo medo generalizado do planejamento, a cerca de dúvidas como a incerteza do sucesso do planejamento ou mesmo as mudanças que possam acontecer no meio do caminho.

O que ocorre é que a necessidade de mudança é geralmente associada ao fracasso.
Quando se pensa em mudar é porque as coisas não deram certo.
Essa mentalidade, muito comum para as pessoas que não possuem o hábito de planejar. Aumentando a quantidade de pessoas que passam pela vida sem realizarem seus sonhos, ou ainda, sem realizarem nada de concreto.

Deixar a vida me levar certamente não é a melhor opção.
Realizações exigem iniciativa, determinação e planejamento.
Determinação sem planejamento resulta em desperdício de esforços.
Grande parte das perdas de oportunidade, das não realizações e dos fracassos se dá por falta de planejamento.
É muito comum ouvir alguém dizer que sonha fazer isso ou aquilo, que "um dia" pretende realizar algo, mas não vislumbra nada além da ilusão do sonho.

Uma vida de sucessos não se baseia em sonhos, mas acreditar nos seus sonhos com metas reais e com planejamentos e objetivos.
Da mesma forma, aumentar a eficiência pessoal, através de técnicas de administração do tempo.

Planejamento pessoal pode ser aplicado tanto para pequenos planejamentos, quanto para um projeto de vida, incluindo os diversos setores como finanças pessoais, administração do tempo, auto-organização, carreira profissional, desenvolvimento pessoal.

O diferencial desta teoria está na busca do autoconhecimento.
Somente a aplicação de técnicas de planejamento, administração do tempo e definição de metas torna-se um fator a mais juntamente com o conhecimento de si mesmo.
Nada adianta ter um carro e saber dirigir se não se sabe aonde ir e muito menos onde se está.

Tudo o que queremos fazer, ser ou ter na vida pode ser planejado.
Assim como uma empresa, as pessoas também precisam saber para onde estão caminhando, precisam ter um objetivo.
No mundo de hoje, ninguém que queira ser bem-sucedido pode se dar ao luxo de "deixar sua vida nas mãos do destino", ou seguir para onde o vento soprar.

Revendo paradigmas

Um paradigma é uma forma de ver ou entender algo, um modelo de interpretação, um padrão de referência.
Quando nos deparamos com alguma situação, problema ou qualquer coisa que requeira de nós uma opinião, um ponto de vista, uma decisão, recorremos aos nossos paradigmas para interpretar a situação.

Paradigmas são mapas que construímos para interpretar e nos guiarmos na realidade da vida. Entretanto, eles não são a realidade em si, e devido a isso temos que partir do pressuposto de que eventualmente alguns de nossos mapas podem estar errados e nos levando à lugares onde não desejamos estar.

Não se pode começar a planejar a vida e organizar o tempo em cima de objetivos baseados em mapas errados, pois se fizer isto, estará planejando o próprio fracasso.

É preciso se questionar e descobrir se os mapas que mantém da realidade estão o levando ao sucesso ou ao fracasso e caso descubra que eles não o estão levando para onde você gostaria de ir, deve mudá-los e passar a adotar outro paradigma.

Antes de tudo, você precisa saber se você indo realmente em direção ao lugar onde pensa que está indo, e ainda se este é de fato o lugar aonde você quer chegar.
O grande problema da literatura de auto-ajuda é que tentam mudar as pessoas exteriormente sem modificar seus paradigmas.
É como querer modificar a aparência física permanentemente utilizando-se de truques de maquiagem.

Os mapas que mantemos em nossa mente se dividem em duas categorias: os mapas de como as coisas são, ou da realidade, e os mapas de como as coisas deveriam ser, ou dos valores. Todas as decisões que tomamos na vida são baseadas nestes dois grupos de mapas.

O grande problema é que raramente questionamos estes mapas para sabermos se realmente eles refletem de fato a realidade, ou os atualizamos, muitas vezes mantendo mapas que não fazem mais sentido para nós, eles faziam sentido em determinada época de nossa vida, mas simplesmente não os atualizamos e mantemos formas de pensar arcaicas, que não condizem com a realidade.

Boa parte de nossos paradigmas não foram criados por nós, adquirirmos-nos ao longo de nossas vidas do meio onde vivemos. Cultura, religião, sociedade, pais, escola, ambiente de trabalho, amigos, vão, à medida que crescemos, formando em nós um corpo de paradigmas as quais levaremos pela vida e que serão os principais influenciadores das decisões que tomamos.

Um único paradigma pode englobar uma forma de ver as coisas que interfere em uma série de outras coisas.
Não devemos esperar obter um retrato exato da realidade da primeira vez que refletimos sobre a questão, devemos formar um mapa, mas estarmos conscientes de que ele pode estar errado (ou incompleto) e estarmos preparados para questioná-lo e fazermos as alterações necessárias à medida que vamos percebendo novas faces da realidade.

Um grande obstáculo para manter esse tipo de atitude com relação aos paradigmas é que as pessoas se apegam à eles e temem alterá-los.
De alguma forma, a possibilidade de admitir o que o indivíduo sempre acreditou sobre algo estar errado pode deixá-lo inseguro.
Além do fator orgulho, muita gente não muda de opinião porque não quer dar o braço a torcer e adotar outro ponto de vista (mesmo que ninguém saiba disto, são orgulhosas para si mesmas).

Para descobrir os seus paradigmas e mudá-los se for necessário é preciso torná-los explícitos para que você possa questioná-los e mudá-los. No dia em que estiver disposto a refletir sobre seus paradigmas:

Pare e separe um período em que tenha tempo, procure não ser interrompido e não tenha que sair correndo para algum compromisso.

Encontrar o seu sentido da vida, no máximo devemos ter uma posturas facilitadora.
A sinceridade para consigo mesmo é fundamental, se não for sincero, estará arriscando dar as respostas erradas e começar a perseguir objetivos que só no futuro você perceberá que não eram os seus verdadeiros desejos.

Dispersar a ansiedade também pode ajudar bastante. Algumas pessoas separam um período para "definirem seus sentidos" e acham que devem sair dali com todas as respostas em mãos. Isso cria ansiedade, você sente-se acuado por você mesmo.

Pode demorar meses ou até um ano novo que esta começando, mas para você encontrar todas as respostas que procura com objetivo e sentido de viver é o mais importante.
O ideal é permanecer atento aos pequenos sinais que você inconscientemente libera de vez em quando.
Estes sinais podem, por exemplo, revelar um interesse que você não sabia ter, uma nova habilidade, uma insatisfação que você conscientemente tenta disfarçar, enfim, tentar entender os sinais que você mesmo envia é a melhor forma de encontrar as respostas perdidas.
Este é um novo ano em nossas vidas e podemos começar de novo.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A Energia do Lixo - Garbage - Basura


Atraves do processo de fermentação em duas etapas para transformar lixo orgânico doméstico em gases que poderão ser utilizados de diversas formas, seja para a geração direta de calor, produção de energia elétrica ou, no futuro, até mesmo para abastecer veículos movidos a células de combustível a hidrogênio.
São dois estágios de processamento do gás do lixo: Solubilização e fermentação do hidrogênio e fermentação do metano - conseguiram reduzir o tempo total de processamento de 25 para apenas 15 dias, com uma recuperação de energia de até 55%.
A solubilização e fermentação do hidrogênio utiliza uma complexa microflora isolada pelos pesquisadores como um estágio preliminar à fermentação do metano, derivando hidrogênio e metano de lixo orgânico sólido que contenha um alto teor de água.

A fermentação anaeróbica de lixo por microorganismos, com geração de metano como produto metabólico, e a incineração controlada do lixo.

A fermentação – decomposição da matéria orgânica – é geralmente feita em biodigestores, ou em aterros sanitários munidos de sistema de dutos de coleta do biogás, um conjunto de gases gerados por essa decomposição.

O biogás possui entre 50% e 70% de metano, que tem poder calorífico, isto é, pode ser queimado para gerar energia. No caso da incineração, a energia é gerada através da queima completa dos resíduos.

A quantidade de lixo gerado no Brasil é proporcional ao seu tamanho continental.

Todos os dias são produzidos cerca de 170.000 toneladas de resíduos sólidos urbanos no Brasil, incluindo o doméstico. Mais de 70% não é reciclado e nem encaminhado para um destino sem poluir. Mas essa mercadoria jogada fora, que ninguém quer, pode trazer muitos benefícios. Inclusive energia elétrica para abastecer shoppings, indústrias e cidades.

Maneiras de gerar energia pelo lixo:


1 - Por meio da queima direta do lixo como combustível, Mas esse é um processo poluidor, altamente dispendioso e, por isso, combatido por organismos ambientais e leis brasileiras.


2 - O metano que é gerado pelo lixo são queimados e geram energia e o seu resíduo gera
gás carbônico.


Reduzir a emissão de metano e gerar energia são os grandes passos dados hoje muitas empresas pesquisadoras dessa energia.


Essa operação hoje é controlada e monitoras por sistemas informatizados, controladas pela instrumentação e automatização onde através de medições e monitoramento das quantidades da queima que correspondem a toneladas de gás carbônico que são lançados na atmosfera. Esses índices controlados são convertidos em créditos de carbono e certificados para compensar o excesso ou o não do cumprimento das metas de redução de emissão dos gases de efeito estufa que são vendidos às empresas pelo tratado de Kyoto.
Mas o ideal seria reciclar todo o lixo inclusive o orgânico e não somente uma parte dele, hoje no Brasil, mas de 70% do lixo não recebe nenhum tratamento ou reaproveitamento.

A reciclagem pouparia o dobro da energia hoje consumida.