sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
5 ideias de fazendas verticais para grandes cidades
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Universidade lança sistema de alerta de catástrofe sem custos
Um software, baseado no sistema de envio de mensagens curtas (SMS) e utilizando as técnicas de georreferenciamento de dados, pode ser de grande auxílio para o gestor público, no sentido de minimizar o impacto de desastres ambientais inevitáveis.
O sistema, chamado SMSalva-vidas, consiste no cadastramento do máximo de pessoas de uma localidade, com endereço e telefone celular respectivos, que são georreferenciados num mapa do município. A partir daí, o gestor pode marcar as regiões segundo os graus de risco, intermediário, iminente ou provável e, por exemplo, enviar informações do tipo ‘chuva perigosa’ ou ‘evacuar imediatamente’, segundo as informações que recebe dos institutos de meteorologia, defesa civil e outros.
As informações são recebidas imediatamente nos celulares das pessoas cadastradas, pois o grande problema é esse, a maior disseminação e capilarização da informação no menor espaço de tempo possível.
O sistema está sendo oferecido gratuitamente pela universidade ao poder público, que devem entrar em contato com Leonor Faria ou Márcia Dacache, pelo telefone (21) 2629-5098 ou pelos e-mails leonor@proppi.uff.br e mdacache@proppi.uff.br, respectivamente.
Esse é um projeto de inovação tecnológica, desenvolvido por iniciativa de alunos de pós-graduação, em empresa incubada na UFF, com apoio da Faperj, a partir de uma tese de mestrado.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Liberada a construção do sistema dutoviário de etanol
Monitor Mercantil online, 07/07/2010
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu Licença Prévia (LP) para implantação do Sistema de Escoamento Dutoviário de Etanol. O documento atesta a viabilidade ambiental do sistema, passo indispensável para o início das obras. O projeto está sendo conduzido pela PMCC Projetos de Transporte de Álcool S.A, uma parceria entre a Petrobras, Mitsui&Co.LTD e Camargo Corrêa S/A. E irá transportar etanol das regiões produtoras no Centro-oeste, Minas Gerais e São Paulo até os grandes centros consumidores de São Paulo e Rio de Janeiro, possibilitando ainda o transporte por cabotagem para outros estados e a exportação.
O novo duto, que terá o comprimento de 542 km em seu primeiro trecho, com capacidade para transportar até 12,9 milhões de metros cúbicos de etanol por ano, será construído seguindo uma concepção lógica de utilizar faixa de dutos já existente. Este opção minimiza novos impactos ambientais e simplifica a construção.
O trecho, objeto da licença concedida, terá início no município mineiro de Uberaba e seguirá por outros 33 municípios no estado de São Paulo, até o Vale do Paraíba Paulista, onde se conectará a dutos já existentes, na direção da Grande São Paulo, Rio de Janeiro e litoral paulista. Serão implantados, ainda nesta etapa, dois centros coletores, um em Uberaba (MG) e outro em Ribeirão Preto (SP), com a finalidade de receber o etanol proveniente das usinas produtoras, principalmente através de transporte rodoviário. Estes centros estão posicionados em áreas pré-definidas para instalações industriais.
A estimativa é de geração de 2.400 empregos diretos e 9 mil indiretos durante as obras, que terão início, no trecho Ribeirão Preto - Paulínia, tão logo seja concluída a tramitação para a Licença de Instalação (LI), também a ser emitida pelo Ibama.
Os planos das Companhias prevêem a ampliação da rede até o Terminal de Senador Canedo (GO) e novos dutos ligando Paulínia à Hidrovia Paraná-Tietê e ao terminal marítimo de São Sebastião.
O processo de licenciamento, incluindo elaboração dos estudos ambientais, análise de risco, avaliação pela equipe técnica do Ibama, realização de audiências públicas e contato com as 34 prefeituras municipais e todas as Unidades de Conservação nas proximidades do traçado do duto, durou 18 meses e envolveu inúmeros profissionais de diversas áreas como biologia, comunicação, sociologia, geografia, geologia, engenharias, dentre outras.
As Companhias irão trabalhar para cumprir o atendimento às condicionantes da Licença Prévia com vistas à obtenção da Licença de Instalação, que possibilite o efetivo início das obras ainda este ano, tendo como meta a operação comercial do duto já na segunda metade de 2011.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Devemos nos manter atentos e mobilizados - Contra Dengue



domingo, 11 de abril de 2010
Talude - Solução básica contra queda de barreira

Talude natural é aquele que foi formado há muitos milhões de anos. Encontramos os taludes naturais principalmente nas encostas de montanhas. Os taludes naturais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha curva. A parte de dentro afunda mais depressa que a beirada. As casas tendem a tombar para dentro. Lá em baixo, parece que o chão levanta. As casas tombam para dentro ou são levadas pela lama como se fossem barquinhos.



As biomantas antierosivasprotegem o talude antes do estabelecimento da vegetação, e a escolha dabiomanta adequada é importante para se obter êxito no trabalho e atender as exigências do cliente.

É importante salientar que a vegetação exerce papel fundamental na estabilidade do talude. Com a utilização de diferentes espécies, a proteção atinge maior profundidade no solo, garantindo maior estabilidade.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Primeiro passo para viver bem no Morro - Contra quedas de barreiras









quarta-feira, 31 de março de 2010
Belo Monte, a terceira maior UHE do mundo, em plena Amazônia
Por tudo que ela representa - estar na Amazônia, inundar grande áreas, incluindo indígenas - é muito polêmica.
Apresentamos hoje a versão oficial, através do vídeo institucional da Eletrobrás.
domingo, 28 de março de 2010
Produtor de Água e Florestas

Os “Corredores de Biodiversidade” tratam-se de um mosaico de diversos usos do solo interligados por grandes blocos de florestas, contínuos ou não, que cobrem milhares de hectares, em paisagens entremeadas por áreas de usos humanos, como agricultura, cidades e rodovias, e grandes áreas verdes.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Amazônia se prepara para o maior serviço de georreferenciamento do Brasil
Terra Legal contrata maior georreferenciamento do País
Georreferenciamento abrangerá mais de 266 mil quilômetros
Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (22/02/2010) - A meta de quilômetros que o Programa Terra Legal Amazônia pretende contratar com a abertura, nesta quinta-feira (11), do edital de registro de preços para serviços de georreferenciamento na Amazônia Legal equivale a sete voltas à Terra. A circunferência do planeta a partir do Equador, segundo a Administração Nacional do Espaço e da Aeronáutica (NASA), é igual a 40 mil quilômetros lineares.
O novo edital prevê a medição de até 100 mil ocupações em 173 municípios nos estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins, o que equivale a mais de 266 mil quilômetros lineares a serem georreferenciados.
"Em oito meses de trabalho, estamos prontos para georreferenciar praticamente 50% do total de terras públicas federais a serem destinadas na Amazônia Legal", explica o coordenador do Programa, Carlos Guedes, referindo-se aos mais de 30 milhões de hectares a serem georreferenciados pelo Terra Legal Amazônia. ( clique aqui para ler a íntegra )
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O Risco das usinas a fio d´água
DAYANA AQUINO
Da Redação - Agência Dinheiro Vivo
Nos últimos anos a preocupação com o impacto ambiental dos projetos hidrelétricos têm impulsionado cada vez mais o uso da modalidade a fio d’água, que diferem dos projetos hidrelétricos com enormes áreas alagadas por aproveitarem a vazão do rio, não utilizando reservatórios ou os reduzindo significativamente. Por essa característica, a modalidade é defendida até por alguns grupos ambientalistas.
O menor impacto ambiental, no entanto, não pode ser o único motivo para incentivar a instalação de uma usina a fio d’água, principalmente nos projetos de grande porte, consideram especialistas. Na prática, reduzir o
tamanho do reservatório significa reduzir a energia armazenada, uma vez que no período de chuvas os grandes reservatórios acumulam água para geração posterior. Em períodos de estiagem, o trabalho é inverso: o Operador Nacional de Sistema Elétrico (ONS) determina a entrada em operação a pleno vapor de fontes complementares, as térmicas.
Nessa conta, soma-se o encarecimento do sistema, já que a geração térmica é mais onerosa e necessita de operação contínua, em patamar de carga reduzido para sua manutenção, conforme explica o diretor de Engenharia da Eletrosul, Ronaldo Custódio.
O risco é de os projetos de grande porte engatarem na onda dos reservatórios pequenos, que podem trazer custos futuros. Além da preocupação climática no longo prazo, oscilações e estiagens não são tão incomuns no Brasil. No curto prazo, o risco maior não é com o desabastecimento, e sim com o custo ambiental e as tarifas ao consumidor. Segundo Custódio, algumas usinas com aptidão para grandes reservatórios estão sendo projetadas como fio d’água.
Custódio diz que a falta de reservas de energia sempre torna necessário o acionamento de outras fontes para a complementaridade. Embora a preocupação ambiental esteja tomando novos contornos e apresentando uma nova ótica de infraestrutura, Custódio considera que o impacto de uma hidrelétrica é local, mas a operação de uma térmica e sua conseqüente emissão de gases poluentes acaba gerando um impacto muito maior. ( clique aqui para ler a íntegra )
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Água - water
Lendo uma reportagem sobre a fama da água Nova York, pouca gente sabe que é uma das coisas mais preciosas que a cidade tem, é a sua excelente qualidade da água. Graças a uma bem bolada parceria com fazendeiros e proprietários de terra, Nova York tem um das melhores água do mundo e por curiosidade eles não tem estação de tratamento, apenas unidades de filtragem.No Brasil esta atitude novaiorquina surpreende a todos porque não é comum em uma casa brasileira, encher um copo e beber a água diretamente da torneira. Em São Paulo onde água tem um gosto forte por causa do pesado tratamento químico esta atitude de beber água diretamente da torneira nunca acontece.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Ainda é a mais importante força energética do mundo - Petróleo

Is still the most important power plant in the world - Petroleum
O petróleo é a matéria-prima mais importante da indústria mundial. Suplanta a borracha, o carvão, o ouro, o cobre, o ferro e o diamante.
A sua importância tem se tornado cada vez mais uma força crescente no desenvolvimento das indústrias do mundo.
Por esta razão seu preço é um dos mais voláteis na economia mundial, sendo influenciado por quase todos os eventos que ocorrem no mundo, sejam eles de ordem política, económica, cultural, social ou ambiental.
Cerca de 90% do petróleo é utilizado com fins energéticos, seja nas centrais termoeléctricas, seja como combustível para os meios de transporte ou fornos industriais.
Dos 10% restantes são extraídos os produtos que abastecerão as indústrias – 60% das matérias-primas utilizadas na indústria mundial vêm do petróleo.
Para perfurar um poço, é preciso uma torre que sustente um motor. Este deve fazer girar tubos concêntricos com uma broca na extremidade.
O tubo central leva água até à parte mais profunda do poço para arrastar a terra erodida pela broca. O lodo formado sobe para a superfície pelo tubo exterior.
O petróleo é composto de hidrocarbonetos nos seus três estados. Contém também pequenas quantidades de compostos de enxofre, oxigénio, nitrogénio.
Na Antiguidade, era usado para fins medicinais ou para lubrificação e era conhecido com os nomes de óleo de pedra, óleo mineral e óleo de nafta. Atribuíam-se ao petróleo propriedades laxantes, cicatrizantes e anti--sépticas. Era considerado eficaz também no tratamento da surdez e na cura de tosse, bronquite, congestão pulmonar, gota, reumatismo e mau-olhado.
O petróleo é ainda a principal fonte de energia no mundo.
A sua extracção conheceu uma progressão ininterrupta, ou quase, durante mais de um século. Iniciada em 1859 na Pensilvânia, a produção ainda era modesta em 1900; as vésperas da II guerra mundial (1920) era relativamente pequena, mas teve um grande crescimento logo seguida a ela principalmente entre 1960 e 1973, 47% do consumo energético mundial.
Em Angola, a prospecção de petróleo iniciou nos anos 30, mas a produção foi intensificada nos anos 80, estando hoje perto dos 2 milhões de barris por dia.
Origem
Os restos de matéria orgânica, bactérias, produtos nitrogenados e sulfurados no petróleo indicam que ele é o resultado de uma transformação da matéria orgânica acumulada no fundo dos oceanos e mares durante milhões de anos, sob pressão das camadas de sedimentos que se foram depositando e formando rochas sedimentares.
O conjunto dos produtos provenientes desta degradação, hidrocarbonetos e compostos voláteis, misturados aos sedimentos e aos resíduos orgânicos, está contido na rocha-mãe; a partir daí o petróleo é expulso sob efeito da compactação provocada pela sedimentação, migrando para impregnar areias ou rochas mais porosas e mais permeáveis, tais como arenitos ou calcários.
Uma camada impermeável, quando constitui uma “armadilha”, permite a acumulação dos hidrocarbonetos, impedindo-os de escapar.
O petróleo é encontrado na natureza não como uma espécie de rio subterrâneo ou camada líquida entre rochas sólidas. Ele ocorre sempre impregnando rochas sedimentares, como os arenitos. Como essas rochas são permeáveis, o óleo “migra” através delas pelo interior da crosta terrestre. Se for detido por rochas impermeáveis, acumula-se, formando então os jazigos. Dos jazigos conhecidas, as mais importantes estão no Médio Oriente, Rússia e repúblicas do Cáucaso, Estados Unidos, América Central e na região setentrional da América do Sul.
Extracção
O sistema de extracção do petróleo varia de acordo com a quantidade de gás acumulado no jazigo. Se a quantidade de gás for grande o suficiente, a sua pressão pode expulsar por si mesma o óleo, bastando uma tubulação que comunique o poço com o exterior. Se a pressão for fraca ou nula, será preciso ajuda de bombas de extracção.
O petróleo bruto, tal como sai do poço, não tem aplicação directa. Para utilizá-lo, é preciso fraccioná-lo nos seus diversos componentes, processo que é chamado refino ou destilação fraccionada. Para isso, aproveitam-se os diferentes pontos de ebulição das substâncias que compõem o óleo, separando-as para que sejam convertidas em produtos finais.
Derivados
O gás, uma das fracções mais importantes obtidas na destilação, é composto por substâncias com ponto de ebulição entre –165° C e 30° C, como o metano, o etano, o propano e o butano.
O éter de petróleo tem ponto de ebulição entre 30° C e 90° C e é formado a partir de cadeias de cinco a sete carbonos. A gasolina, um dos subprodutos mais conhecidos, tem ponto de ebulição entre 30° C e 200° C, é formada de uma mistura de hidrocarbonetos que possuem de cinco a 12 átomos de carbono. Para obter querosene, o ponto de ebulição fica entre 175° C e 275° C. Óleos mais pesados, com cadeias carbonadas de 15 a 18 carbonos, apresentam uma temperatura de ebulição entre 175° C e 400° C. As ceras, sólidas na temperatura ambiente, entram em ebulição em torno de 350° C. No final do processo, resta o alcatrão, o resíduo sólido.
Refinação
O processo começa pela dessalinização do petróleo bruto em que são eliminados os sais minerais. Depois, o óleo é aquecido a 320° C em fornos de fogo directo (e passa para as unidades de fraccionamento, onde podem ocorrer até três etapas diferentes. A etapa principal é realizada na coluna atmosférica: o petróleo aquecido é introduzido na parte inferior da coluna com o vapor de água para facilitar a destilação. Desta coluna surgem as fracções ou extracções laterais, que ainda terão de ser transformadas para obter os produtos finais desejados. A maioria dos produtos é a seguir objectos de tratamentos suplementares para melhorar a sua qualidade: reforma catalítica, hidrodessulfuração. É obtida finalmente toda uma série de produtos que respondem às necessidades dos consumidores: carburantes, gasolinas especiais, combustíveis e produtos diversos.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Remoção de Sulfato no sistema de injeção de água do Mar - SRP

Benefícios de Remoção de sulfato:
• Reduz significativamente a precipitação de sulfato de escala nos poços de produção;
• Reduz a quantidade de inibidor de escala necessária e no fundo do poço topsides equipamentos;
• Elimina os impactos econômicos e operacionais decorrentes da ampliação no reservatório;
• Aumenta o índice de produtividade, limitando a constrição do tubo na sua escala;
• Auxilia na manutenção da permeabilidade do reservatório, limitando a formação de entupimento causado pelos encrostamento;
• Evita assim através do controle de bactérias redutoras de sulfato (SRB), os problemas de corrosão nos equipamentos e materiais necessário para lavagem, remoção e tratamento de sulfeto de hidrogênio;
• Reduz os riscos de segurança associados com o sulfureto de hidrogênio;
• Tem um benefício de segurança adicional através da redução de escala e, assim, o potencial natural de material radioativo que pode ser anexado à escala;
• Atende a concepção e critérios rigorosos ambientais relacionados às plataformas off-shore.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Feliz ano novo - Happy new year: 2010 - O primeiro ano das nossas vidas

quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A Energia do Lixo - Garbage - Basura
