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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Porto de Niterói - ampliação

Uma dos maiores base de apoio às operações offshore do Brasil, o Porto de Niterói, em Niterói (RJ) passará por ampliações.

O porto organizado pertencente a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CVRJ), atualmente arrendado e instalado dois terminais, respectivamente pelas concessionárias NitPort e NitShore, teve sua área agregada dois novos trechos vizinhos e dois grandes prédios, propiciando sua ampliação.

domingo, 23 de outubro de 2011

COMPERJ e a linha 3 do metrô RJ

O COMPERJ não altera apenas o cenário industrial e de negócios, mudanças urbanas estarão em curso na porção leste da região metropolitana do RJ impelidas pela instalação do COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) em Itaboraí, e um dele a construção da Linha 3 do Metrô do RJ que finalmente deverá sair do papel. Um dos últimos entraves foi superado.


 A Prefeitura de Niterói divulgou, o estudo preliminar da estação de integração da Linha 3 do metrô, que interligará a cidade com o Rio, São Gonçalo e Itaboraí. O projeto arquitetônico leva a assinatura do escritório de Oscar Niemeyer. 


Pelo esboço, a obra seria instalada nas proximidades do Caminho Niemeyer, na Praia Grande, no Centro de Niterói, onde haveria um ponto de convergência de usuários das barcas (cuja estação sairia da Praça Araribóia), ônibus municipais e intermunicipais (com a demolição do atual Terminal Rodoviário João Goulart), bem como do próprio transporte sob trilhos. O Caminho Niemeyer sem o terminal intermodal já consumiu mais de R$65 milhões em equipamentos culturais.

sábado, 8 de outubro de 2011

Exposição e conferência da indústria naval e offshore em Niterói

O melhor da indústria naval de 07 a 10 de Novembro em Niterói, RJ.

A indústria naval brasileira vem atingindo patamares de resultados invejáveis, impulsionada principalmente pelo contínuo crescimento da produção do pré-sal. Com foco na cadeia produtiva naval e offshore, a Niterói Naval Offshore Expo and Conference será um espaço voltado para a realização de grandes negócios, exposição de bens e serviços, Rodada de Negócios promovida pelo SEBRAE e FIRJAN, Conferência e Ciclo de Palestras, canalizando as atenções de empresários nacionais e internacionais, autoridades, administradores e interessados do setor.

domingo, 11 de abril de 2010

Talude - Solução básica contra queda de barreira













Talude natural é aquele que foi formado há muitos milhões de anos. Encontramos os taludes naturais principalmente nas encostas de montanhas. Os taludes naturais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha curva. A parte de dentro afunda mais depressa que a beirada. As casas tendem a tombar para dentro. Lá em baixo, parece que o chão levanta. As casas tombam para dentro ou são levadas pela lama como se fossem barquinhos.

Talude artificial é aquele que foi construído pelo homem. Encontramos os taludes artificiais principalmente nos aterros, nos bota-foras e lixões. Os taludes artificiais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha reta. A beirada afunda mais depressa que a parte de dentro. As casas tendem a tombar para fora. Lá em baixo, a encosta cai sobre as casas que ficam soterradas. A saturação do terreno ocorre porque mais água entrou do que saiu. Uma das melhores providências preventivas é evitar que a água entre no terreno. Então, o que podemos fazer para evitar que a água penetre no terreno.

Os taludes de corte e aterro resultantes da construção de estradas, rodovias, aeroportos, indústrias e outros empreendimentos necessitam, além da drenagem, ser protegidos de maneira eficiente para evitar a formação de focos erosivos e deslizamentos. As técnicas e produtos a serem utilizados dependem de vários fatores, como: inclinação do talude, suscetibilidade à erosão, tipo de proteção desejada (definitiva ou temporária), altura do talude, tipo de drenagem adotada, etc. O uso da técnica inadequada irá comprometer a segurança do talude, por isso é necessário obter todas as informações para escolher a técnica e produto corretos.

As biomantas antierosivasprotegem o talude antes do estabelecimento da vegetação, e a escolha dabiomanta adequada é importante para se obter êxito no trabalho e atender as exigências do cliente.




É importante salientar que a vegetação exerce papel fundamental na estabilidade do talude. Com a utilização de diferentes espécies, a proteção atinge maior profundidade no solo, garantindo maior estabilidade.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Primeiro passo para viver bem no Morro - Contra quedas de barreiras


Morar no morro pode ser agradável e seguro, Mas é preciso: construir com segurança, conservar as barreiras, manter limpos os caminhos das águas.
No morro tem lugares que não servem para morar, mesmo tomando todos os cuidados.

Morar no morro pode ser agradável e seguro, a segurança nos morros depende:
Do tipo de solo, da quantidade de água que se infiltra no solo, da posição da casa, dos cuidados com o lugar da limpeza das linhas d’água.

Sua casa está em risco:

1. RISCO BAIXO

2. RISCO MUITO ALTO

Vamos criar novos hábitos, O lixo jogado nas barreiras acumula água e quando fica pesado, escorrega, arrastando o solo.

O lixo jogado nos canais e canaletas impede a passagem das águas, além de atrair ratos, baratas e insetos, transmissores de doenças.



Devemos juntar o lixo produzido nas nossas casas, colocar o lixo em depósitos, conserva o meio ambiente, evita queda de barreiras e protege a nossa saúde.

Plantar nas encostas: capim braquiária, capim gordura, capim-de-burro, capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim chorão, grama pé-de-galinha, grama forquilha e grama batatais ajuda a manter o morro sadio.


É bom plantar nos morros.



As plantas ajudam a conservar o terreno, pois evita que a terra seja carregada pela água da chuva. Além disso, é muito agradável um jardim em volta de nossa casa.
Plantar perto das casas: pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim: cidreira, boldo e capim santo, pata-de-vaca, hortelã, jasmim, rosa, leucena, pinha, acerola, urucum, laranja, limão, araçá, goiaba, pitanga, carambola, ajuda a fixação do solo nas encostas.

Nas comunidades as obras coletivas como escadarias, canais, canaletas, vegetação, muros, cimentados e ruas são obras importantes, todas as pessoas são responsáveis pelo lugar onde mora.

Cada um deve fazer a sua parte, conservando as obras coletivas.

Assim vamos desenhar o lugar onde queremos e podemos morar.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

S.O.S. Niterói


Amigos,

Nossa cidade está precisando de solidariedade. Quem puder, colabore:

Pontos de entrega de doações:

*Escola Municipal Paulo Freire - Rua Soares Miranda 77, Fonseca. Telefone: 2718-5121

*Clube Canto do Rio - Rua Visconde do Rio Branco 701, Centro. Telefone: 2710-0072

*Colégio Salesiano - Rua Santa Rosa 207, Santa Rosa. Telefone: 3578-9400

*Centro Educacional de Niterói (Centrinho) - Rua Itaguaí 173, Pé Pequeno. Telefone: 2611-0000

*Creche do Gema na Martins Torres endereço: Rua Martins Torres 479, Niterói - Parte dos desabrigados

do Morro do Bumba foi levado para essa creche

*Colégio Estadual Guilherme Briggs - Rua Doutor Mário Viana 625, Santa Rosa Telefone: 2711-1966

*Quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Cubango - Rua Noronha Torrezão 560, Cubango

*Escola Estadual Alberto Brandão - Rua Castro Alves, 22 - Fonseca

*Plaza Shopping - Rua Quinze de Novembro 8.

Itens Importantes a serem doados:

Água potável * Alimentos prontos * Co1chonetes * Material de higiene pessoal * Produtos de limpeza *

Roupas e Sapatos

- Há muitas crianças e bebês. Fraldas e roupas infantis são importantíssimas.

- Verifique a validade dos alimentos antes de entregá-Ios.

Solidariedade é fundamental nesse momento.

domingo, 4 de abril de 2010

Andrade Gutierrez negocia arrendamento do Mauá

A Andrade Gutierrez está arrendando o estaleiro Mauá, um dos ícones da indústria naval brasileira, cuja história começou em meados do século XIX pelas mãos do maior empresário do Brasil Imperial, o Barão de Mauá. O estaleiro, uma das principais instalações para construção e reparo de plataformas do Estado do Rio, é controlado pelo Grupo Synergy, de German Efromovich, que nos últimos anos tem enfrentado a Petrobras em várias disputas comerciais.

Os contenciosos com a estatal estariam, segundo fontes do setor, entre as razões para que Efromovich tenha decidido transferir a operação do estaleiro para uma empresa concorrente no setor de óleo e gás. Procurado, o empresário não foi localizado. A secretária de Efromovich disse que ele se encontra de férias no exterior e não poderia ser localizado. Uma fonte da área naval confirmou, porém, que há cerca de três meses Efromovich começou tratativas para o arrendamento do Mauá com altos executivos da Andrade. O outro estaleiro do Grupo Synergy, o Eisa - Estaleiro Ilha, do Rio, está fora do negócio.

O Valor apurou que a Andrade Gutierrez deve assinar com o Mauá contrato de arrendamento de longo prazo com opção de compra - ao final do período - das instalações do estaleiro. Situado na Ponta d'Areia, entre um maciço de pedra e a Baía de Guanabara, em Niterói (RJ), o estaleiro tem 180 mil m2 de área no local, outras duas unidades nas ilhas do Caju e da Conceição (Niterói) e de um terreno com saída para a baía em São Gonçalo.

As instalações do Mauá serão importantes na estratégia da Andrade de posicionar-se no Rio para atender o mercado offshore. A empresa está transferindo integralmente sua área de engenharia industrial de São Paulo para o Rio porque quer crescer nesse e em outros negócios. Vê oportunidades em segmentos como saúde e construção para classes C e D, neste caso associando-se minoritariamente a empresas do setor com experiência na concessão de crédito.

Na área naval e offshore, a avaliação de executivos da indústria é de que o arrendamento do Mauá é um bom negócio para a Andrade - e também para Efromovich - porque estava cada vez mais difícil para o estaleiro fechar contratos por força dos problemas com a Petrobras. Uma fonte que conhece o Mauá afirmou: "German (Efromovich) está inibido pela Petrobras para concorrer diretamente em licitações abertas pela empresa."

Oficialmente, a Petrobras nega qualquer restrição ao Mauá. Sua assessoria de imprensa informou ontem que "não há impedimento para o estaleiro Mauá participar de licitações na Petrobras". Nos bastidores, porém, as informações têm sido contraditórias. Em 2009, o governo do Estado chegou a interceder em favor do Mauá quando surgiram informações de que estaria inabilitado para fornecer à estatal.

As relações entre a Petrobras e Efromovich, que nunca foram boas, pioraram depois que a Polícia Federal deflagrou, em 2007, a Operação Águas Profundas, que investigou esquema de fraudes em licitações para reparos de plataformas da Petrobras. Executivos do Mauá foram denunciados na operação. O diretor comercial do Mauá à época das denúncias, José Roberto Bello Simas, afastado da empresa, tornou-se réu no processo. Simas teria assumido a responsabilidade pelos fatos descritos na denúncia, por meio de confissão realizada por escritura pública.

A Águas Profundas foi mais um capítulo de uma longa história de brigas entre Efromovich e a estatal, a começar pelos contratos de arrendamento de seis plataformas de perfuração, conhecidas como Ametistas, entre a empresa Marítima, do empresário, e a Petrobras, em briga que terminou nos tribunais. Segundo fontes, recentemente o Mauá teve um novo desgaste com a Petrobras no contrato de R$ 1,2 bilhão para construção de uma gigantesca estrutura metálica (conhecida como "jaqueta" no jargão da indústria do petróleo). Essa estrutura pertence à plataforma de produção de gás de Mexilhão, destinada à Bacia de Santos. Uma fonte disse que o Mauá tentou cobrar valores adicionais no contrato e a Petrobras não aceitou, o que teria levado a empresa a se enfraquecer ainda mais perante a estatal.

Fonte: Valor Econômico/ Vera Brandimarte e Francisco Góes, de Nova York e do Rio

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Buscando novos contatos - Brasil

Buscando novos contatos de negócios no Brasil, especificamente em Niterói para implantação de uma base Off- Shore.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

VLT: alternativa de transporte sobre trilhos para os trabalhadores

artigo do blog Limiar e Transformação


Embora não seja o objetivo do blog e não conste como prioridade da linha editorial do blog falemos um pouco sobre transporte urbano. O tema de hoje é o emprego em regiões metropolitanas médias ou em médio deslocamentos do VLT (veículo leve sobre trilhos).

Fui instigado por recentes declarações das autoridades municipais de Niterói que se pronunciaram por recusar qualquer adoção e estudo sobre esse tipo de transporte, por considerá-lo relativamente menos adequado. Contudo, em Niterói, após uma cara consultoria de trânsito e transporte, onde a emprega contratada é a do ex-prefeito de Curitiba, e pai da idéia de Ligeirinho (tecnicamente conhecido como BRT - Bus Rapid Transport), recomendou-se repetir o mesmo sistema dessa cidade. Contraditoriamente, o prefeito de Niterói, enquanto candidato (tudo bem que repetindo o que dizia outros candidatos) defendeu a implantação de linhas de VLT na cidade como meio de organizar o transporte urbano.

Mais do que um discussão sobre qual modal de transporte urbano coletivo é o melhor - até porque não estamos fazendo aqui uma elegia do VLT (não represento o lobby desse modal, nem desejo sê-lo) - o que se deve fazer é uma discusssão sobre o melhor atendimento de transporte para os trabalhadores do setor e usuários trabalhadores.

O VLT

Sacamos vários vídeos sobre esse tipo de transporte. O primeiro é explicando a proposta de normatização de um modelo nacional de VLT pela CBTU. É bom destacar, que o VLT não pode ser confundido com o metrô de superfície (caso do Metrô de Belo Horizonte), ou monotrilho (metrô de Seatle, EUA), ou mesmo o bonde (muito embora na Europa tenham substituido muito esse). Na Europa o nome é o mesmo tramway ou light rail.
                                                                                                                                   para ler a íntegra

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um ícone no Processo Industrial - Mauá: um homem adiante do seu tempo

O Barão de Mauá – Irineu Evangelista de Souza , foi um brilhante industrial, banqueiro, político e diplomata, nasceu no Brasil, Natural da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, pertencente ao município de Jaguarão, Rio Grande do Sul.

Muito cedo perdeu o pai vítima de um tiro de ladrões de gado e, ao lado de um tio que era capitão da marinha mercante, mudou-se para o Rio de Janeiro.

Com 11 anos de idade já trabalhava na função de balconista em uma loja de tecidos; graças à sua esperteza foi progredindo aceleradamente. No ano de 1830 empregou-se em uma firma de importação de propriedade de Ricardo Carruther, com quem aprendeu inglês, contabilidade e a arte de comercializar. Com 23 anos subiu de posição, tornou-se gerente e pouco tempo depois sócio da companhia.

Em 1839, mandou buscar sua mãe e uma tia que haviam ficado no Sul. Junto com elas veio sua sobrinha, Maria Joaquina Machado, a May, que desposou em 1841 e com quem teve doze filhos.

Uma viagem de negócios que fez à Inglaterra1840 em busca de recursos permitiu-lhe conhecer fábricas, fundição de ferro e o mundo dos empreendimentos capitalistas, convencendo-o de que o Brasil deveria trilhar o caminho da industrialização.

A Inglaterra fora o cerne da revolução industrial, e o Brasil ainda era um país de produção rural. Ao retornar, diante da decretação da chamada tarifa Alves Branco e da alta dos preços do café no mercado internacional no período, decidiu tornar-se um industrial.

Tendo obtido junto ao governo imperial brasileiro a concessão do fornecimento de tubos de ferro para a canalização do rio Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro (1845), liquidou os interesses da Casa Carruthers e, no ano seguinte, adquiriu uma pequena fundição situada na Ponta da Areia, em Niterói, na então Província do Rio de Janeiro. Imprimindo-lhe nova dinâmica empresarial, transformou-a em um estaleiro de construções navais, dando início à indústria naval brasileira.

No ano seguinte, o Estabelecimento de Fundição e Companhia Estaleiro da Ponta da Areia em Niterói, já multiplicara por quatro o seu patrimônio inicial, tornando-se o maior empreendimento industrial do país, empregando mais de mil operários e produzindo navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes, prensas, além de artilharia, postes para iluminação e canos de ferro para águas e gás. Deste complexo saíram mais de setenta e dois navios em onze anos, entre os quais as embarcações brasileiras utilizadas nas intervenções platinas e as embarcações para o tráfego no rio Amazonas. Em 1849 construi o maior navio mercante até então construído no país, o Serpente, um navio negreiro rápido, encomendado por Manuel Pinto da Fonseca, que depois de realizar uma única viagem de tráfico de escravos à África, foi vendido à Marinha do Brasil e rebatizado Golfinho.

Quando houve as batalhas contra Oribe, Rosas e López, a Companhia Ponta da Areia forneceu os navios e canhões necessários.

Deste momento em diante, Irineu Evangelista resolveu se dedicar a duas atividades em potencial – dividiu-se entre a profissão de industrial e a de banqueiro.

Foi precursor na área dos serviços públicos, entre várias de suas atuações podemos citar:

1851 – Rio de Janeiro – Construiu uma companhia de gás voltada para a iluminação pública do Rio de Janeiro.
1852 – Colocou em ordem as corporações de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas.
1854 – Introduziu a primeira estrada ferroviária, que ia da Raiz da Serra à cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.
1854 – Contribuiu com a fase inicial da União e Indústria, a primeira estrada ladrilhada do país, que compreendia o trecho de Petrópolis a Juiz de Fora.
1874 – Ajustou o assentamento do cabo submarino, entre tantas outras realizações.
Através de uma sociedade firmada com capitalistas da Inglaterra e cafeicultores de São Paulo, tomou parte na construção da Recife and São Francisco Railway Company, da estrada de ferro dom Pedro II – hoje a Central do Brasil -, e da São Paulo Railway – atual Santos-Jundiaí.

Deu início à edificação do canal do mangue, no Rio de Janeiro, e respondeu pela implantação dos primeiros cabos telegráficos e submarinos, conectando o Brasil à Europa.

No final do ano de 1850, o então visconde inaugurou o Banco Mauá, MaCGregor & Cia, com várias filiais espalhadas pelas capitais brasileiras, e também no exterior, como em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu.

Era considerado um liberal, abolicionista e contrario à Guerra do Paraguai, concedeu os recursos financeiros imperiosos para a defesa de Montevidéu quando esta cidade se sentiu acuada pela liderança imperial que decidiu intervir, em 1850, nas questões do Prata.
Com suas atitudes contra o governo, acabou por se transformar em uma pessoa não bem vista pelo Império.

Suas fábricas foram sabotadas, ações criminosas aconteceram, sem a menor cautela, e suas transações comerciais foram atingidas pela lei, que passou a cobrar taxas exorbitantes sobre as importações.


Na carreira política foi deputado pelo Rio Grande do Sul em vários mandatos, porém, em 1873, renunciou ao seu encargo para poder se dedicar a seus negócios que se encontravam em risco desde a crise bancária de 1864.


Em 1875, Irineu sofreu um duro golpe, amargou a falência do Banco Mauá, em vista disso ele foi obrigado a vender a maior parte de suas empresas a capitalistas do exterior.

Encontrava-se então doente, era portador de diabetes, porém só sossegou quando finalmente conseguiu liquidar todas as suas contas.

De cabeça erguida, viu encerrada a sua vida de grande empreendedor, nobremente se retirou da vida de industrial e terminou seus dias sem nenhum patrimônio, mas com algo que valia mais que qualquer bem material, dignidade e fidelidade às suas convicções.

Durante o período em que esteve na ativa, foi merecedor de vários títulos: em 1854 conquistou o título de Barão, e em 1874, o de Visconde de Mauá.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Feira Naval e Offshore de Niterói terá como centro o Pré-sal


A Prefeitura de Niterói e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) promovem de 9 a 12 de novembro (segunda à quinta-feira), a terceira edição da feira e conferência de tecnologia naval e offshore: a Niterói Fenashorec2009, no Caminho Niemeyer, no Centro.

o tema da terceira edição do evento será "Sustentabilidade na indústria naval e offshore", que contará com o apoio do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).

A indústria naval

No país, os 28 estaleiros brasileiros de grande e médio porte, associados ao Sinaval, geram mais de 45 mil empregos diretos, sendo mais de 10 mil só em Niterói, cidade que abriga cerca de 15 estaleiros e somente no bairro da Ilha da Conceição 132 empresas offshore.Durante o período de quatro dias, a cidade – que concentra os principais estaleiros do país e 80% do parque instalado da indústria naval brasileira – receberá empresas e profissionais que irão expor e debater o melhor da tecnologia e das oportunidades comerciais do setor, aquecido com as descobertas na camada pré-sal.


A Fenashore é um evento de grande importância devido à capacidade de investimentos da indústria e seu crescimento exponencial, mesmo em momentos de crise financeira, quando, somente na região, foram gerados mais de 12 mil empregos diretos.

A Niterói Fenashore vai debater temas como os impactos da crise e os desafios do setor; o papel da engenharia na indústria; e as novas demandas para o segmento com a descoberta do pré-sal.

A Feira

O evento será aberto ao público, previsto em 20 mil pessoas, e terá entrada franca para visitação. Grandes empresas dos setores naval e offshore já confirmaram participação. Todos os estandes já foram vendidos.
Os organizadores mostram-se otimistas com o evento, que já se consolidou no calendário do setor e, este ano, será um importante fórum de debates para temas como a sustentabilidade da indústria naval e os novos desafios advindos das descobertas do pré-sal.

A Feira terá cerca de 100 empresas expositoras em uma área de 2,3m² (distribuídas em 70 estandes), além da conferência, cuja programação está sendo elaborada pelo comitê técnico do evento.

Rodada de Negócios

Em parceria com a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) e o Sebrae/RJ, a Fenashore terá novamente uma Rodada de Negócios, aproximando fornecedores e empresas do setor (estima-se a participação de 15 âncoras e cerca de 100 fornecedores). Na última edição, em 2007, os resultados surpreenderam. Cerca de 230 empresas que participaram acordaram quase R$ 90 milhões em novos contratos. As expectativas são dois dias de intensas negociações.

Arena de Responsabilidade Sócio-Ambiental

Além da Exposição, Conferência e da Rodada de Negócios, a Fenashore contará ainda com a Arena de Responsabilidade Sócio-Ambiental. Essa última atração, terá a participação de cerca de 500 pessoas entre crianças, jovens e idosos integrados a instituições que promovem projetos sócio-culturais e de preservação ambientais. No espaço serão promovidas palestras e conferências sobre meio ambiente e responsabilidade social, em um auditório com capacidade para 300 lugares.

Oportunidades internacionais e a micro-empresas

A Arena também será utilizada como forma de divulgar produtos e serviços das micro e pequenas empresas fornecedoras atuais ou potenciais da cadeia produtiva naval e offshore.

A Feira também apresentará oportunidades locais para empreendimentos internacionais. Principalmente para aqueles que desejam manter-se perto do programa de exploração realizado pela Petrobras e outras petroleiras internacionais, programa este reconhecido como o maior investimento em exploração e produção de petróleo offshore em andamento no mundo.

Interação com univesidades e novas tecnologias

Entre outras atrações, haverá uma participação maior das universidades envolvidas com o setor da indústria naval e offshore. Será apresentado, por exemplo, o protótipo de um trem revolucionário cuja evolução se baseia na supercondutilidade.

Visitantes

A inscrição é gratuita e válida apenas para acesso à exposição. Ela deve ser feita pelo site do evento. O acesso é livre para profissionais da área, cuja apresentação de cartão de visita ou crachá funcional com foto poderá ser requerida. Estudantes apenas universitários.

O horário de funcionamento da exposição - que será no Caminho Niemeyer, como todo o evento - será das 12h às 20h todos os dias (2ª a 5ª feira).

Fontes: Portal Revista Fator Brasil, Jornal A Tribuna, Jornal O Fluminense

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pré-sal é tema de debate na Universidade Federal Fluminense

Na quinta-feira, 24 de setembro, às 19h, no Teatro da UFF, o pré-sal será tema de discussão no UFF Debate Brasil, sessão mensal de debates ao grande público com entrada franca. A camada de pré-sal é a denominação da faixa de petróleo considerada de alta qualidade e está localizada na costa brasileira, entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina, a sete mil metros de profundidade.

A Petrobras afirma ter tecnologia suficiente para extrair o óleo, entretanto, acredita-se que somente em 2016 essas reservas serão exploradas em larga escala. A descoberta tem provocado discussões em todo o país, e muitos defendem novos modelos de regulação para preservar parte dessa riqueza para o Brasil.

Participam do debate o ex-reitor da UFF e atual secretário municipal de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia de Niterói, José Raymundo Martins Romêo; o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Leite Siqueira; o engenheiro e conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros, Paulo Metri; e o professor titular da Escola de Engenharia da UFF, Fernando Mainier.

Haverá transmissão ao vivo pela Unitevê, o canal universitário de Niterói e São Gonçalo (17 NET), e pela internet www.uff.br/uniteve. A classificação etária é de 12 anos. O Teatro da UFF localiza-se na Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói. Outras informações pelo telefone 2629-5030 ou pelo site www.centrodeartes.uff.br.

Fonte: UFF Notícias

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Carteira de Encomendas dos Estaleiros

Informações sobre o setor
Carteira de Encomendas dos Estaleiros

Região Sudeste

Brasfels – Angra dos Reis (RJ)
Petrobras – P-51 Plataforma semi-submersível entregue em outubro de 2008, construída em consórcio com a Technip.
Petrobras – P-56 Plataforma semi-submersível construção a iniciar (consórcio com a Technip).

EISA – Rio de Janeiro (RJ)
PDVSA 10 navios petroleiros
Log-In 05 navios porta-contêineres
Laurin 02 navios graneleiros
Log-In 02 navios graneleiros
UP-Offshore 01 PSV
Transpetro 04 navios petroleiros (em definição)

Mauá Niterói (RJ)
Transpetro 04 navios petroleiros (produtos)

STX Brasil Offshore (ex Aker-Promar) – Niterói (RJ)
DOF / Norskan 01 navio tipo AH 5 (navio de manuseio de âncora), 74 metros de comprimento, capacidade para 38 tripulantes.
DOF / Norskan 02 AH12 (navios de manuseio de âncora), 95 metros de comprimento, capacidade para 60 tripulantes.
Aliança – Niterói (RJ)
CBO 08 navios de apoio marítimo tipo PSV multifuncionais
CB0 20 navios de apoio marítimo tipo PSV

Wilson, Sons – Guarujá (SP)
Wilson, Sons 08 navios de apoio marítimo tipo PSV
Wilson, Sons 05 navios de apoio marítimo tipo AHTS
Saveiros 18 rebocadores de apoio portuário

Região Nordeste

Atlântico Sul – Suape (PE)
Transpetro 10 navios petroleiros Suezmaz
Transpetro 05 navios petroleiros Aframax
Noroil 02 navios VLCC
Petrobras P-55 unidade flutuante de produção de petróleo offshore
Inace – Fortaleza (CE)
DSND Consub 04 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Marimar 05 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Maré Alta 04 navios de apoio marítimo tipo PSV
Maré Alta 02 navios de apoio marítimo tipo UT

Região Sul

Rio Grande – Rio Grande (RS)
Petrobras 08 plataformas de produção de petróleo

Quip – Rio Grande (RS)
Petrobras Entrega do FPSO P-53
Petrobras Plataforma P-55 – instalações

TWB – Itajaí (SC)
Ferry Boats 02 navios (entregues em 2008)
Aquila Pesca 02 navios atuneiros (FMM prioridade em setembro de 2008)

Detroit – Itajaí (SC)
Smit Rebras 02 Rebocadores de apoio portuário;
Smit Rebras 06 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Starnav 02 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Tranship 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Vale 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Camorim 04 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Alunorte / Vale 01 Catamarã de passageiros.
Starnav 04 rebocadores de apoio portuário /marítimo.
Rebras 18 rebocadores de apoio portuário. (FMM prioridade em setembro de 2008)
Vale 11 Rebocadores (FMM prioridade em setembro de 2008).

Itajaí – Itajai (SC)
Transpetro 03 navios gaseiros

Navship – Itajaí (SC)
Bram Offshore 05 navios de apoio tipo PSV.
Bram Offshore 03 navios de apoio tipo AHTS.
Edison Chouest 10 navios de apoio marítimo.

Região Norte

Rio Maguari – Pará
Navegação Rio Grande 03 navios graneleiros de 5,8 mil TPB.
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério

ERIN – Manaus (AM)
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério.


Tipos e Quantidades de navios em construção

Graneleiros 3.449
Petroleiros 2.443
Químicos 1.259
Porta-contêineres 1.242
Serviços offshore 1.052
Outros 702
Total 10.139

Tipos e Quantidades de Navios em construção para Offshore

AHTS 488
PSV 224
Multifuncional 87
AHT 39
Stand-by 31
FPSO 18
Crew 17
Diving support 9
Outros 143
Total 1.052

terça-feira, 16 de junho de 2009

Estaleiros de Niterói entram na briga por plataformas

www.atribunarj.com.br em 13/06/2009

Estaleiros de Niterói brigam pela reparação de quatro plataformas da Petrobras que podem gerar cerca de 4 mil empregos diretos na cidade. Segundo o diretor de política sindical do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Gilberto Ramos César, foram abertas licitações para reparos da P-62, que está no Recife, da P-67, P-68, e P-69, que, segundo ele, estão no exterior.

Em Niterói, a briga é acirrada entre o Mac Laren Oil, Mauá e UTC, sendo o primeiro favorito segundo especulações no setor. A apresentação do protocolo com as ofertas de cada empresa está prevista para julho.
Segundo Gilberto, a construção de 10 navios pelo estaleiro Mauá também gera espectativas de empregos. Quatro deles devem começar a ser construídos a partir de julho, segundo ele, com a chegada de chapeamento.

Além das construções em vista, já se encontram na cidade para reparos, a P-18, no Mauá, e módulos da P-55, na UTC, além de construções de rebocadores na Aliança Brasil em parceria com a STX Brasil (antiga Promar). As obras dos últimos devem seguir até 2017.