Luz solar vira energia para a navegação
Motivados pela possibilidade de criar uma embarcação que não poluísse o ambiente, alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram um barco movido a energia solar. A equipe Vento Sul, inspirada em uma palestra na universidade, em abril de 2009, resolveu criar o Catamarã. A intenção era mostrar que um barco elétrico é viável, não polui e não precisa de manutenção constante. As placas fotoelétricas recebem a luz e repassam a um controlador de carga, que distribui ao motor e à bateria. Quando não há sol, o motor usa a energia armazenada na bateria.
O primeiro projeto, de fibra de vidro, material considerado pesado, venceu o Desafio Solar Brasil, competição que ocorreu em Paraty (RJ), em julho do mesmo ano. Com o fim das aulas, em 2009, alguns alunos se formaram, e a equipe foi reformulada. Com novos integrantes, vieram novas ideias e uma outra embarcação foi construída. Com custo de R$ 60 mil, financiados por empresas, veio o Guarapuvu.
– Precisávamos de um barco superior. Investimos em todas as tecnologias possíveis, trocamos o material da carcaça, que agora é de fibra de carbono, muito mais leve – conta Tássio Simioni, estudante de Engenharia Química e coordenador da equipe.
Com a criação, o grupo de 20 estudantes estava pronto para participar do Frisian Solar Challenge, a competição mundial de barcos solares, que ocorreu em julho, na Holanda. Na seleção, dividida por classes, a equipe Vento Sul ficou na 17ª posição entre 26 competidores, mas ganhou destaque como embarcação mais leve e melhor equipe novata não europeia.
– Tivemos problemas técnicos por falta de testes, o que comprometeu a classificação. Mas ganhamos elogios, por aplicar técnicas diferenciadas.
Fonte: Jornal de Santa Catarina/DIEGO MADRUGA|Florianópolis
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Um ícone no Processo Industrial - Mauá: um homem adiante do seu tempo
O Barão de Mauá – Irineu Evangelista de Souza , foi um brilhante industrial, banqueiro, político e diplomata, nasceu no Brasil, Natural da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, pertencente ao município de Jaguarão, Rio Grande do Sul.Muito cedo perdeu o pai vítima de um tiro de ladrões de gado e, ao lado de um tio que era capitão da marinha mercante, mudou-se para o Rio de Janeiro.
Com 11 anos de idade já trabalhava na função de balconista em uma loja de tecidos; graças à sua esperteza foi progredindo aceleradamente. No ano de 1830 empregou-se em uma firma de importação de propriedade de Ricardo Carruther, com quem aprendeu inglês, contabilidade e a arte de comercializar. Com 23 anos subiu de posição, tornou-se gerente e pouco tempo depois sócio da companhia.
Em 1839, mandou buscar sua mãe e uma tia que haviam ficado no Sul. Junto com elas veio sua sobrinha, Maria Joaquina Machado, a May, que desposou em 1841 e com quem teve doze filhos.
Uma viagem de negócios que fez à Inglaterra1840 em busca de recursos permitiu-lhe conhecer fábricas, fundição de ferro e o mundo dos empreendimentos capitalistas, convencendo-o de que o Brasil deveria trilhar o caminho da industrialização.
A Inglaterra fora o cerne da revolução industrial, e o Brasil ainda era um país de produção rural. Ao retornar, diante da decretação da chamada tarifa Alves Branco e da alta dos preços do café no mercado internacional no período, decidiu tornar-se um industrial.
Tendo obtido junto ao governo imperial brasileiro a concessão do fornecimento de tubos de ferro para a canalização do rio Maracanã, na cidade do Rio de Janeiro (1845), liquidou os interesses da Casa Carruthers e, no ano seguinte, adquiriu uma pequena fundição situada na Ponta da Areia, em Niterói, na então Província do Rio de Janeiro. Imprimindo-lhe nova dinâmica empresarial, transformou-a em um estaleiro de construções navais, dando início à indústria naval brasileira.
No ano seguinte, o Estabelecimento de Fundição e Companhia Estaleiro da Ponta da Areia em Niterói, já multiplicara por quatro o seu patrimônio inicial, tornando-se o maior empreendimento industrial do país, empregando mais de mil operários e produzindo navios, caldeiras para máquinas a vapor, engenhos de açúcar, guindastes, prensas, além de artilharia, postes para iluminação e canos de ferro para águas e gás. Deste complexo saíram mais de setenta e dois navios em onze anos, entre os quais as embarcações brasileiras utilizadas nas intervenções platinas e as embarcações para o tráfego no rio Amazonas. Em 1849 construi o maior navio mercante até então construído no país, o Serpente, um navio negreiro rápido, encomendado por Manuel Pinto da Fonseca, que depois de realizar uma única viagem de tráfico de escravos à África, foi vendido à Marinha do Brasil e rebatizado Golfinho.
Quando houve as batalhas contra Oribe, Rosas e López, a Companhia Ponta da Areia forneceu os navios e canhões necessários.
Deste momento em diante, Irineu Evangelista resolveu se dedicar a duas atividades em potencial – dividiu-se entre a profissão de industrial e a de banqueiro.
Foi precursor na área dos serviços públicos, entre várias de suas atuações podemos citar:
1851 – Rio de Janeiro – Construiu uma companhia de gás voltada para a iluminação pública do Rio de Janeiro.
1852 – Colocou em ordem as corporações de navegação a vapor no Rio Grande do Sul e no Amazonas.
1854 – Introduziu a primeira estrada ferroviária, que ia da Raiz da Serra à cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.
1854 – Contribuiu com a fase inicial da União e Indústria, a primeira estrada ladrilhada do país, que compreendia o trecho de Petrópolis a Juiz de Fora.
1874 – Ajustou o assentamento do cabo submarino, entre tantas outras realizações.
Através de uma sociedade firmada com capitalistas da Inglaterra e cafeicultores de São Paulo, tomou parte na construção da Recife and São Francisco Railway Company, da estrada de ferro dom Pedro II – hoje a Central do Brasil -, e da São Paulo Railway – atual Santos-Jundiaí.
Deu início à edificação do canal do mangue, no Rio de Janeiro, e respondeu pela implantação dos primeiros cabos telegráficos e submarinos, conectando o Brasil à Europa.
No final do ano de 1850, o então visconde inaugurou o Banco Mauá, MaCGregor & Cia, com várias filiais espalhadas pelas capitais brasileiras, e também no exterior, como em Londres, Nova Iorque, Buenos Aires e Montevidéu.
Era considerado um liberal, abolicionista e contrario à Guerra do Paraguai, concedeu os recursos financeiros imperiosos para a defesa de Montevidéu quando esta cidade se sentiu acuada pela liderança imperial que decidiu intervir, em 1850, nas questões do Prata.
Com suas atitudes contra o governo, acabou por se transformar em uma pessoa não bem vista pelo Império.
Suas fábricas foram sabotadas, ações criminosas aconteceram, sem a menor cautela, e suas transações comerciais foram atingidas pela lei, que passou a cobrar taxas exorbitantes sobre as importações.
Na carreira política foi deputado pelo Rio Grande do Sul em vários mandatos, porém, em 1873, renunciou ao seu encargo para poder se dedicar a seus negócios que se encontravam em risco desde a crise bancária de 1864.
Em 1875, Irineu sofreu um duro golpe, amargou a falência do Banco Mauá, em vista disso ele foi obrigado a vender a maior parte de suas empresas a capitalistas do exterior.
Encontrava-se então doente, era portador de diabetes, porém só sossegou quando finalmente conseguiu liquidar todas as suas contas.
De cabeça erguida, viu encerrada a sua vida de grande empreendedor, nobremente se retirou da vida de industrial e terminou seus dias sem nenhum patrimônio, mas com algo que valia mais que qualquer bem material, dignidade e fidelidade às suas convicções.
Durante o período em que esteve na ativa, foi merecedor de vários títulos: em 1854 conquistou o título de Barão, e em 1874, o de Visconde de Mauá.
Suas fábricas foram sabotadas, ações criminosas aconteceram, sem a menor cautela, e suas transações comerciais foram atingidas pela lei, que passou a cobrar taxas exorbitantes sobre as importações.
Na carreira política foi deputado pelo Rio Grande do Sul em vários mandatos, porém, em 1873, renunciou ao seu encargo para poder se dedicar a seus negócios que se encontravam em risco desde a crise bancária de 1864.
Em 1875, Irineu sofreu um duro golpe, amargou a falência do Banco Mauá, em vista disso ele foi obrigado a vender a maior parte de suas empresas a capitalistas do exterior.
Encontrava-se então doente, era portador de diabetes, porém só sossegou quando finalmente conseguiu liquidar todas as suas contas.
De cabeça erguida, viu encerrada a sua vida de grande empreendedor, nobremente se retirou da vida de industrial e terminou seus dias sem nenhum patrimônio, mas com algo que valia mais que qualquer bem material, dignidade e fidelidade às suas convicções.
Durante o período em que esteve na ativa, foi merecedor de vários títulos: em 1854 conquistou o título de Barão, e em 1874, o de Visconde de Mauá.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Dilma diz que com Pré-sal a Indústria terá 2 Bi em demanda
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou na segunda-feira (26 out.) que o pré-sal fará com que a demanda da Petrobras para a indústria brasileira atinja US$ 20 bilhões por ano. Ela ressaltou o projeto que torna a empresa estatal a única operadora das reservas do pré-sal, o que justifica esse montante. "É a operadora única que faz as contratações, quem escolhe tudo o que vai ser contratado", disse a ministra.
(Fonte: Revista Portos e Navios)
sábado, 10 de outubro de 2009
Transpetro estende prazo para navios gaseiros a pedido de estaleiros
da Folha Online (08 de outubro de 2009) - A Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transportes e dutos, prorrogou para o próximo dia 29 o prazo para a entrega das propostas técnicas e financeiras relativas à licitação de oito navios gaseiros (para transporte de gás liquefeito de petróleo) do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota).
O prazo inicial terminaria no dia 15. A decisão atende o pedido de vários estaleiros que afirmavam precisar de um período maior para concluir o orçamento das embarcações. Nesta licitação serão reunidos em um único lote todos os gaseiros que compõem o programa.
A construção dos navios terá que ser realizada em um estaleiro localizado no país e atingir um índice de nacionalização de 70% na compra de equipamentos e serviços. As empresas concorrentes devem apresentar o planejamento da preparação do estaleiro para a construção dos oito gaseiros acompanhado de cronograma com a indicação das principais metas a serem atingidas.
No caso do licitante optar pela implantação de um novo estaleiro para a construção dos navios, o detalhamento deverá incluir a definição do local proposto e a descrição de todas as etapas da obra, com indicação dos recursos necessários e fontes de financiamento, além de um cronograma integrando a obra do estaleiro com a construção dos navios.
O programa prevê a construção de 26 navios na primeira fase e 23 na segunda, totalizando 49. Em suas duas etapas, o Promef vai gerar 40 mil empregos diretos.
O prazo inicial terminaria no dia 15. A decisão atende o pedido de vários estaleiros que afirmavam precisar de um período maior para concluir o orçamento das embarcações. Nesta licitação serão reunidos em um único lote todos os gaseiros que compõem o programa.
A construção dos navios terá que ser realizada em um estaleiro localizado no país e atingir um índice de nacionalização de 70% na compra de equipamentos e serviços. As empresas concorrentes devem apresentar o planejamento da preparação do estaleiro para a construção dos oito gaseiros acompanhado de cronograma com a indicação das principais metas a serem atingidas.
No caso do licitante optar pela implantação de um novo estaleiro para a construção dos navios, o detalhamento deverá incluir a definição do local proposto e a descrição de todas as etapas da obra, com indicação dos recursos necessários e fontes de financiamento, além de um cronograma integrando a obra do estaleiro com a construção dos navios.
O programa prevê a construção de 26 navios na primeira fase e 23 na segunda, totalizando 49. Em suas duas etapas, o Promef vai gerar 40 mil empregos diretos.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Sondas de perfuração em águas ultra profunda

Sondas de perfuração em águas ultra profundas
As Submersíveis estão entre as mais antigas plataformas de exploração Off-shore, pois eles funcionam normalmente em zonas Molhadas, pântanos e no mar, situando-se em lâmina d'água de até 300 metros.
Submersível inclui até barcaças, um dispositivo submersível que flutuam na superfície da água quando são movidas de um local de perfuração para outro.
Quando se chega ao seu destino, os compartimentos próprios para receber água são inundados para submergir e a parte inferior do equipamento desloca-se para o fundo do mar. Com a base da plataforma em contato com o fundo do oceano, ventos, ondas e correntes têm pouco efeito sobre ela.
A plataforma tipo jackup, inclusive é um tipo muito popular de plataformas Off-shore, geralmente operando em águas rasas menos 400 metros de profundidade.
As plataformas tipo Jackups são de uma categoria com base no seu sistema de apoio (perna apoiada versus instalações independentes suportadas) e sobre a posição do sistema de perfuração na plataforma.
Os modernos equipamentos das jackup de pernas independentes, tipo três pernas triangulares em uma barcaça na forma de casco, enquanto outros são de quatro ou mais pernas nos cascos retangulares.
Uma vez que a jackup de casco esta na posição no local de perfuração, as pernas são movidas e reduzidas até atingirem o fundo do oceano.
As pernas são usadas para levantar a jackup, içando o casco acima da altura das ondas. As Semi-submergíveis são utilizadas em águas ultra intermediárias. Elas geralmente têm dois ou mais flutuantes, cheios de ar em aço, o piso dessa plataforma (deck) fixam os equipamentos de perfuração. Essas plataformas são mantidas fixas por âncoras maciças na posição exploração. Os flutuantes são geralmente submerso a alguns metros abaixo da superfície d água.
A semi-submersível pode ser movida para um novo local para outra perfuração por rebocadores. No entanto, alguma semi-submersível tem motores próprios e acomodações construídas em sua unidade.
Semelhante ao aparecimento de navios utilizados para o transporte, os navios-sonda de perfuração, enquanto flutuando na superfície da água operações de perfuração são realizadas através de um buraco no seu casco, dispositivo tipo torret.
Uma torre de fixação da broca para perfuração são montadas permanentemente acima do casco, bem como uma plataforma em terra.
Navios de perfuração podem furar até 30,00 metros de profundidade em etapas, furando até 3.000 metros na água. Altamente móveis, podem viajar em qualquer lugar sobre os oceanos. No entanto, eles também são relativamente instáveis e são passíveis de serem sacudidas por ondas e correntes. Muitos navios de perfuração estão equipados com sistemas de posicionamento dinâmico, que usam computadores para detectar se o navio se afastou muito longe do seu local desejado, quando necessário, eles ativam os propulsores para moverem o navio de volta ao lugar.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Carteira de Encomendas dos Estaleiros
Informações sobre o setor
Carteira de Encomendas dos Estaleiros
Região Sudeste
Brasfels – Angra dos Reis (RJ)
Petrobras – P-51 Plataforma semi-submersível entregue em outubro de 2008, construída em consórcio com a Technip.
Petrobras – P-56 Plataforma semi-submersível construção a iniciar (consórcio com a Technip).
EISA – Rio de Janeiro (RJ)
PDVSA 10 navios petroleiros
Log-In 05 navios porta-contêineres
Laurin 02 navios graneleiros
Log-In 02 navios graneleiros
UP-Offshore 01 PSV
Transpetro 04 navios petroleiros (em definição)
Mauá Niterói (RJ)
Transpetro 04 navios petroleiros (produtos)
STX Brasil Offshore (ex Aker-Promar) – Niterói (RJ)
DOF / Norskan 01 navio tipo AH 5 (navio de manuseio de âncora), 74 metros de comprimento, capacidade para 38 tripulantes.
DOF / Norskan 02 AH12 (navios de manuseio de âncora), 95 metros de comprimento, capacidade para 60 tripulantes.
Aliança – Niterói (RJ)
CBO 08 navios de apoio marítimo tipo PSV multifuncionais
CB0 20 navios de apoio marítimo tipo PSV
Wilson, Sons – Guarujá (SP)
Wilson, Sons 08 navios de apoio marítimo tipo PSV
Wilson, Sons 05 navios de apoio marítimo tipo AHTS
Saveiros 18 rebocadores de apoio portuário
Região Nordeste
Atlântico Sul – Suape (PE)
Transpetro 10 navios petroleiros Suezmaz
Transpetro 05 navios petroleiros Aframax
Noroil 02 navios VLCC
Petrobras P-55 unidade flutuante de produção de petróleo offshore
Inace – Fortaleza (CE)
DSND Consub 04 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Marimar 05 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Maré Alta 04 navios de apoio marítimo tipo PSV
Maré Alta 02 navios de apoio marítimo tipo UT
Região Sul
Rio Grande – Rio Grande (RS)
Petrobras 08 plataformas de produção de petróleo
Quip – Rio Grande (RS)
Petrobras Entrega do FPSO P-53
Petrobras Plataforma P-55 – instalações
TWB – Itajaí (SC)
Ferry Boats 02 navios (entregues em 2008)
Aquila Pesca 02 navios atuneiros (FMM prioridade em setembro de 2008)
Detroit – Itajaí (SC)
Smit Rebras 02 Rebocadores de apoio portuário;
Smit Rebras 06 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Starnav 02 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Tranship 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Vale 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Camorim 04 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Alunorte / Vale 01 Catamarã de passageiros.
Starnav 04 rebocadores de apoio portuário /marítimo.
Rebras 18 rebocadores de apoio portuário. (FMM prioridade em setembro de 2008)
Vale 11 Rebocadores (FMM prioridade em setembro de 2008).
Itajaí – Itajai (SC)
Transpetro 03 navios gaseiros
Navship – Itajaí (SC)
Bram Offshore 05 navios de apoio tipo PSV.
Bram Offshore 03 navios de apoio tipo AHTS.
Edison Chouest 10 navios de apoio marítimo.
Região Norte
Rio Maguari – Pará
Navegação Rio Grande 03 navios graneleiros de 5,8 mil TPB.
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério
ERIN – Manaus (AM)
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério.
Tipos e Quantidades de navios em construção
Graneleiros 3.449
Petroleiros 2.443
Químicos 1.259
Porta-contêineres 1.242
Serviços offshore 1.052
Outros 702
Total 10.139
Tipos e Quantidades de Navios em construção para Offshore
AHTS 488
PSV 224
Multifuncional 87
AHT 39
Stand-by 31
FPSO 18
Crew 17
Diving support 9
Outros 143
Total 1.052
Carteira de Encomendas dos Estaleiros
Região Sudeste
Brasfels – Angra dos Reis (RJ)
Petrobras – P-51 Plataforma semi-submersível entregue em outubro de 2008, construída em consórcio com a Technip.
Petrobras – P-56 Plataforma semi-submersível construção a iniciar (consórcio com a Technip).
EISA – Rio de Janeiro (RJ)
PDVSA 10 navios petroleiros
Log-In 05 navios porta-contêineres
Laurin 02 navios graneleiros
Log-In 02 navios graneleiros
UP-Offshore 01 PSV
Transpetro 04 navios petroleiros (em definição)
Mauá Niterói (RJ)
Transpetro 04 navios petroleiros (produtos)
STX Brasil Offshore (ex Aker-Promar) – Niterói (RJ)
DOF / Norskan 01 navio tipo AH 5 (navio de manuseio de âncora), 74 metros de comprimento, capacidade para 38 tripulantes.
DOF / Norskan 02 AH12 (navios de manuseio de âncora), 95 metros de comprimento, capacidade para 60 tripulantes.
Aliança – Niterói (RJ)
CBO 08 navios de apoio marítimo tipo PSV multifuncionais
CB0 20 navios de apoio marítimo tipo PSV
Wilson, Sons – Guarujá (SP)
Wilson, Sons 08 navios de apoio marítimo tipo PSV
Wilson, Sons 05 navios de apoio marítimo tipo AHTS
Saveiros 18 rebocadores de apoio portuário
Região Nordeste
Atlântico Sul – Suape (PE)
Transpetro 10 navios petroleiros Suezmaz
Transpetro 05 navios petroleiros Aframax
Noroil 02 navios VLCC
Petrobras P-55 unidade flutuante de produção de petróleo offshore
Inace – Fortaleza (CE)
DSND Consub 04 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Marimar 05 navios de apoio marítimo (suprimentos e transporte de pessoal)
Maré Alta 04 navios de apoio marítimo tipo PSV
Maré Alta 02 navios de apoio marítimo tipo UT
Região Sul
Rio Grande – Rio Grande (RS)
Petrobras 08 plataformas de produção de petróleo
Quip – Rio Grande (RS)
Petrobras Entrega do FPSO P-53
Petrobras Plataforma P-55 – instalações
TWB – Itajaí (SC)
Ferry Boats 02 navios (entregues em 2008)
Aquila Pesca 02 navios atuneiros (FMM prioridade em setembro de 2008)
Detroit – Itajaí (SC)
Smit Rebras 02 Rebocadores de apoio portuário;
Smit Rebras 06 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Starnav 02 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Tranship 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Vale 01 Rebocador de apoio portuário/marítimo;
Camorim 04 Rebocadores de apoio portuário/marítimo;
Alunorte / Vale 01 Catamarã de passageiros.
Starnav 04 rebocadores de apoio portuário /marítimo.
Rebras 18 rebocadores de apoio portuário. (FMM prioridade em setembro de 2008)
Vale 11 Rebocadores (FMM prioridade em setembro de 2008).
Itajaí – Itajai (SC)
Transpetro 03 navios gaseiros
Navship – Itajaí (SC)
Bram Offshore 05 navios de apoio tipo PSV.
Bram Offshore 03 navios de apoio tipo AHTS.
Edison Chouest 10 navios de apoio marítimo.
Região Norte
Rio Maguari – Pará
Navegação Rio Grande 03 navios graneleiros de 5,8 mil TPB.
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério
ERIN – Manaus (AM)
MMX Empurradores e barcaças para transporte de minério.
Tipos e Quantidades de navios em construção
Graneleiros 3.449
Petroleiros 2.443
Químicos 1.259
Porta-contêineres 1.242
Serviços offshore 1.052
Outros 702
Total 10.139
Tipos e Quantidades de Navios em construção para Offshore
AHTS 488
PSV 224
Multifuncional 87
AHT 39
Stand-by 31
FPSO 18
Crew 17
Diving support 9
Outros 143
Total 1.052
domingo, 5 de julho de 2009
Polo da Indústria Naval da Bahia
Pólo Naval terá investimentos de R$ 2 bi com a implantação de três estaleiros.
A região do Recôncavo Baiano, mais exatamente os municípios de Maragogipe e Saubara, vai abrigar o primeiro Pólo da Industria Naval da Bahia para a fabricação de navios e embarcações de grande porte. O projeto, que terá investimentos de R$ 2 bilhões da iniciativa privada e deverá gerar mais de 10 mil postos de trabalho. O polo naval baiano vai alavancar a economia local, quando entrar em atividade, o empreendimento deve atrair outros investimentos. A TWB, mesma empresa que administra o Sistema Ferry-Boat, vai investir R$ 100 milhões em uma planta em Aratu e em seguida aportar recursos também no Pólo Naval.
O pólo deve ser implantado em duas fases, na área de influência da foz do Rio Paraguaçu. No local serão construídas plataformas de petróleo, navios Floating, Production, Storage and Offloading (FPSO), sondas de perfuração, petroleiros, além de embarcações de apoio, como barcos de suprimento e para ancoragem de plataformas em alto mar, combate a derrames de óleo e outro fins. O Pólo Naval vai fabricar plataformas, navios, peças e pequenas embarcações. O principal cliente na fase inicial do projeto será a Petrobras.
O local terá ainda potencial para a realização de conversões de cascos de navios para transformá-los em FPSO e/ou sondas de perfuração marítima.
De acordo com dados relativos ao segmento, a indústria naval mundial fatura, anualmente, uma média de US$ 120 bilhões e atravessa uma fase de aquecimento com a demanda da ordem de 4 mil navios. A Petrobras está incluída neste cálculo, com uma demanda de 146 navios apoiadores de pequeno e médio porte, para operações petrolíferas em alto-mar. A Transpetro, empresa transportadora de combustíveis vinculada a estatal brasileira, também tem planos de adquirir 23 novas embarcações, que se somarão aos 26 petroleiros anunciados recentemente.
A região do Recôncavo Baiano, mais exatamente os municípios de Maragogipe e Saubara, vai abrigar o primeiro Pólo da Industria Naval da Bahia para a fabricação de navios e embarcações de grande porte. O projeto, que terá investimentos de R$ 2 bilhões da iniciativa privada e deverá gerar mais de 10 mil postos de trabalho. O polo naval baiano vai alavancar a economia local, quando entrar em atividade, o empreendimento deve atrair outros investimentos. A TWB, mesma empresa que administra o Sistema Ferry-Boat, vai investir R$ 100 milhões em uma planta em Aratu e em seguida aportar recursos também no Pólo Naval.
O pólo deve ser implantado em duas fases, na área de influência da foz do Rio Paraguaçu. No local serão construídas plataformas de petróleo, navios Floating, Production, Storage and Offloading (FPSO), sondas de perfuração, petroleiros, além de embarcações de apoio, como barcos de suprimento e para ancoragem de plataformas em alto mar, combate a derrames de óleo e outro fins. O Pólo Naval vai fabricar plataformas, navios, peças e pequenas embarcações. O principal cliente na fase inicial do projeto será a Petrobras.
O local terá ainda potencial para a realização de conversões de cascos de navios para transformá-los em FPSO e/ou sondas de perfuração marítima.
De acordo com dados relativos ao segmento, a indústria naval mundial fatura, anualmente, uma média de US$ 120 bilhões e atravessa uma fase de aquecimento com a demanda da ordem de 4 mil navios. A Petrobras está incluída neste cálculo, com uma demanda de 146 navios apoiadores de pequeno e médio porte, para operações petrolíferas em alto-mar. A Transpetro, empresa transportadora de combustíveis vinculada a estatal brasileira, também tem planos de adquirir 23 novas embarcações, que se somarão aos 26 petroleiros anunciados recentemente.
domingo, 28 de junho de 2009
Um terminal de GNL
Animação 3D que mostra a estrutura e operação de um terminal de GNL (gás natural liquefeito também chamado pela sigla em inglês LNG).
O gás natural é importado e transportado por mar em navios gaseiros, onde o gás vem armazenado em estado liquído acondicionado refrigerado para tal. A conversão do gás para o líquido é feito através de processo de criogenização.
No terminal o gás é regaseificado (aquecido) e transportado por tubolações e gasodutos até a tancagem no parque de armazenamento.
O gás natural é importado e transportado por mar em navios gaseiros, onde o gás vem armazenado em estado liquído acondicionado refrigerado para tal. A conversão do gás para o líquido é feito através de processo de criogenização.
No terminal o gás é regaseificado (aquecido) e transportado por tubolações e gasodutos até a tancagem no parque de armazenamento.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Futura ponte em SP está cheia de controvérsia
Ponte e túnel podem ter custos equivalentes, dizem especialistas
O argumento do Governo de São Paulo para descartar o túnel como ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos, ou seja, que esta opção custaria cinco vezes mais do que a ponte estaiada, não procede, segundo especialistas em engenharia e geologia. Para eles, exemplos internacionais apontam que os custos de construção de ambos os tipos de soluções técnicas são compatíveis.
[ clique aqui para ler a íntegra ]
Impacto urbano precisa ser previsto
Mais que a avaliação econômica de construção de uma ponte ligando Santos a Guarujá, o Governo de São Paulo deve considerar o impacto urbano que este tipo de construção acarretaria sobre as duas cidades. Para o professor-doutor de Engenharia da Poli-USP, Roberto Kochen, "é preciso pesar os custos direto e indireto. O túnel causa menor impacto urbanístico e visual, embora nem sempre seja mais barato".
[ clique aqui ]
Construção de túnel afetaria tráfego de navios
A eventual escolha de construção de um túnel pré-moldado, ao invés de uma ponte estaiada, entre as duas margens do Porto de Santos provocaria a interrupção do tráfego de navios no Canal do Estuário, concordam especialistas. Entretanto,eles divergem sobre o impacto dessa obstrução.
O professor-doutor Roberto Kochen, da Poli-USP, avalia que a dificuldade encontrada para a utilização dessa tecnologia é que ela provocaria o fechamento do canal de navegação durante o processo de montagem da estrutura.
[ clique aqui ]
O argumento do Governo de São Paulo para descartar o túnel como ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos, ou seja, que esta opção custaria cinco vezes mais do que a ponte estaiada, não procede, segundo especialistas em engenharia e geologia. Para eles, exemplos internacionais apontam que os custos de construção de ambos os tipos de soluções técnicas são compatíveis.
[ clique aqui para ler a íntegra ]
Impacto urbano precisa ser previsto
Mais que a avaliação econômica de construção de uma ponte ligando Santos a Guarujá, o Governo de São Paulo deve considerar o impacto urbano que este tipo de construção acarretaria sobre as duas cidades. Para o professor-doutor de Engenharia da Poli-USP, Roberto Kochen, "é preciso pesar os custos direto e indireto. O túnel causa menor impacto urbanístico e visual, embora nem sempre seja mais barato".
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Construção de túnel afetaria tráfego de navios
A eventual escolha de construção de um túnel pré-moldado, ao invés de uma ponte estaiada, entre as duas margens do Porto de Santos provocaria a interrupção do tráfego de navios no Canal do Estuário, concordam especialistas. Entretanto,eles divergem sobre o impacto dessa obstrução.
O professor-doutor Roberto Kochen, da Poli-USP, avalia que a dificuldade encontrada para a utilização dessa tecnologia é que ela provocaria o fechamento do canal de navegação durante o processo de montagem da estrutura.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Estaleiros de Niterói entram na briga por plataformas
www.atribunarj.com.br em 13/06/2009
Estaleiros de Niterói brigam pela reparação de quatro plataformas da Petrobras que podem gerar cerca de 4 mil empregos diretos na cidade. Segundo o diretor de política sindical do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Gilberto Ramos César, foram abertas licitações para reparos da P-62, que está no Recife, da P-67, P-68, e P-69, que, segundo ele, estão no exterior.
Em Niterói, a briga é acirrada entre o Mac Laren Oil, Mauá e UTC, sendo o primeiro favorito segundo especulações no setor. A apresentação do protocolo com as ofertas de cada empresa está prevista para julho.
Segundo Gilberto, a construção de 10 navios pelo estaleiro Mauá também gera espectativas de empregos. Quatro deles devem começar a ser construídos a partir de julho, segundo ele, com a chegada de chapeamento.
Além das construções em vista, já se encontram na cidade para reparos, a P-18, no Mauá, e módulos da P-55, na UTC, além de construções de rebocadores na Aliança Brasil em parceria com a STX Brasil (antiga Promar). As obras dos últimos devem seguir até 2017.
Estaleiros de Niterói brigam pela reparação de quatro plataformas da Petrobras que podem gerar cerca de 4 mil empregos diretos na cidade. Segundo o diretor de política sindical do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Gilberto Ramos César, foram abertas licitações para reparos da P-62, que está no Recife, da P-67, P-68, e P-69, que, segundo ele, estão no exterior.
Em Niterói, a briga é acirrada entre o Mac Laren Oil, Mauá e UTC, sendo o primeiro favorito segundo especulações no setor. A apresentação do protocolo com as ofertas de cada empresa está prevista para julho.
Segundo Gilberto, a construção de 10 navios pelo estaleiro Mauá também gera espectativas de empregos. Quatro deles devem começar a ser construídos a partir de julho, segundo ele, com a chegada de chapeamento.
Além das construções em vista, já se encontram na cidade para reparos, a P-18, no Mauá, e módulos da P-55, na UTC, além de construções de rebocadores na Aliança Brasil em parceria com a STX Brasil (antiga Promar). As obras dos últimos devem seguir até 2017.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Porto do Açu
Localizado no município de São João da Barra, na região norte do Estado do Rio de Janeiro, o Complexo do Porto do Açu é um dos maiores investimentos do Brasil em terminais marítimos privados. Próximo aos campos de petróleo offshore das bacias de Campos, Santos e do Espírito Santo e com fácil acesso para as regiões mais desenvolvidas do Brasil, o Porto do Açu servirá de centro logístico para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.
Esse terminal portuário terá seis berços de atracação para navios graneleiros e quatro berços de atracação para cargas gerais, e embarcações de apoio à atividades offshore. Com uma profundidade de 18,50 metros, o Porto do Açu permitirá a atracação de navios Capesize com capacidade de até 220.000 toneladas, assim como a nova geração dos navios superconteineiros com capacidade de até 11,000 TEUs (contêiner padrão de 20 pés (6,0 m) de comprimento).
O Porto do Açu deverá começar a operar no primeiro semestre de 2012, oferecendo 10 berços com profundidade de 18,5m em uma área total de 7.800 hectares, que abrigará um terminal de minério de ferro e plantas de pelotização, um complexo siderúrgico, usina termoelétricas, indústrias cimenteiras, um pólo metal-mecânico, unidades petroquímicas, montadora de automóveis, pátios de armazenagem inclusive para gás natural, cluster para processamento de rochas ornamentais, instalações para embarcações de apoio à atividade offshore.
Esse terminal portuário terá seis berços de atracação para navios graneleiros e quatro berços de atracação para cargas gerais, e embarcações de apoio à atividades offshore. Com uma profundidade de 18,50 metros, o Porto do Açu permitirá a atracação de navios Capesize com capacidade de até 220.000 toneladas, assim como a nova geração dos navios superconteineiros com capacidade de até 11,000 TEUs (contêiner padrão de 20 pés (6,0 m) de comprimento).
O Porto do Açu deverá começar a operar no primeiro semestre de 2012, oferecendo 10 berços com profundidade de 18,5m em uma área total de 7.800 hectares, que abrigará um terminal de minério de ferro e plantas de pelotização, um complexo siderúrgico, usina termoelétricas, indústrias cimenteiras, um pólo metal-mecânico, unidades petroquímicas, montadora de automóveis, pátios de armazenagem inclusive para gás natural, cluster para processamento de rochas ornamentais, instalações para embarcações de apoio à atividade offshore.
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