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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Excassez de engenheiros? Formandos de 1980 viram o Brasil ficar 30 anos sem se desenvolver

Vidas na contramão do mercado de trabalho

Antes da turma de 1980 entrar na Poli, o País vivia o "Brasil Grande". Eles viram o Estado falir e falam da retomada da profissão

iG Economia

Eles viveram o fim do "Brasil Grande", a falência do Estado e o descontrole da inflação. Três décadas depois, os formandos da turma de 1980 da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), uma das mais antigas e tradicionais faculdades do País, veem a profissão de engenheiro civil ser revalorizada. Clique abaixo para conhecer algumas histórias:

A profissão está atraindo novamente as melhores cabeças", diz o politécnico Mário Rocha Neto, um dos integrantes da turma de 1980. Fiel à engenharia civil nos últimos 30 anos, Rocha Neto pode falar com segurança sobre o assunto à frente de uma das superintendências da Gafisa, uma das maiores construtoras do País, na qual ingressou como estagiário em 1978.

Segundo Rocha Neto, a Gafisa absorve 450 estagiários por ano, e seu programa de trainee atrai 12 mil jovens, dos quais 20 ingressam nos programas da construtora. “Hoje, administramos 350 obras em todo o País", diz. "Há cinco anos, eram 30. A engenharia continuará crescendo nas próximas décadas.”

Da Escola Politécnica, criada em 1893, saiu boa parte da elite paulista. Entre eles, os empresários Olavo Setúbal (Banco Itaú), Rubens Ometto (da usina de açúcar e álcool Cosan) e Laércio Cosentino (da empresa de informática Totvs), além de políticos como Mário Covas, Paulo Maluf e José Serra (que não concluiu o curso).

Quando os garotos e garotas da turma de 1980, em sua maioria bons alunos de matemática e física, fizeram a escolha pela engenharia meia década antes, o Brasil vivia o milagre econômico: hidrelétricas eram construídas, pontes erguidas e rodovias rasgavam os confins do Brasil.

Foto: Arquivo

Os amigos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP): Carlos Alexandrino, Artur Pesce, Carlos Jahara, Aurélio Falcon, Caetano Zani e Cláudio Kleine

Ao deixarem a Escola Politécnica, encontraram um Brasil em plena ressaca: viveram momentos de penúria na engenharia. "Foi o ano da crise fiscal. O governo, que era o grande cliente, quebrou", diz Antonio Sérgio Conte, engenheiro civil, que largou o emprego numa construtora nos anos de 1980 para abrir a própria empresa de consultoria em planejamento.

Engenheiros em formação

O cenário, agora, é bem diferente. A demanda por engenheiros está em alta. Neste ano, 50 mil jovens devem sair das faculdades de engenharia, o dobro do que o Brasil formava há dez anos. Segundo estudo do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea), quase 1 milhão de novos engenheiros vestirão beca e pegarão o canudo até 2022.

"O engenheiro sai mais bem preparado do que acontecia em nossa geração", diz Carlos Alexandrino, outro politécnico de 1980, dono de uma construtora de porte médio em Campinas, no interior de São Paulo. "Hoje, os computadores fazem boa parte do trabalho de cálculo com mais rapidez e precisão."

Não basta, contudo, apenas o diploma. Os alunos mais destacados da Escola Politécnica também se aperfeiçoaram em outras áreas, com pós-graduação em administração ou cursos de especialização, como formação de lideranças.


Outros buscaram a especialização. Uma das raras mulheres em um ambiente predominantemente masculino (situação que mudou bastante nos últimos 30 anos), Gisela Coelho demorou sete anos para entrar na engenharia e acabou se debruçando sobre a área ambiental. “Ninguém falava em sustentabilidade naquela época. Hoje essa exigência é fundamental.”

Escassez de mão-de-obra?

Apesar da mudança da qualidade e da quantidade de engenheiros formados, há risco de escassez destes profissionais daqui pela frente - um apagão de mão-de-obra que poderá comprometer o crescimento brasileiro, sugerem especialistas.

Comparativamente com outras nações em desenvolvimento, o Brasil forma poucos engenheiros. A Coreia do Sul, com uma população quase três vezes menor do que a brasileira, fornece mais de 80 mil engenheiros por ano no mercado de trabalho.

No estudo "Escassez de engenheiros: realmente um risco?", publicado em fevereiro, o Ipea conclui que o Brasil poderá precisar de 2,4 milhões de engenheiros até 2022 se o PIB crescer 5%.

Se houver uma aceleração forte da economia, a situação se agravará. No cenário mais otimista de crescimento, de 7%, a demanda por engenheiros poderá aumentar para 3,9 milhões, projeta o Ipea.

Hoje, existem 750 mil engenheiros formados no Brasil, mas apenas pouco mais de 200 mil atuam diretamente na área. Meio milhão de engenheiros estão fora de sua carreira - migraram para o setor financeiro, prestaram concurso público ou exercem atividades bem longe da formação original.

"A gente ganhava muito pouco. Muitos foram para o mercado financeiro", diz Carlos Alberto Jahara, outro aluno da Poli, que trabalhou por 15 anos em informática, antes de voltar à engenharia há três anos.

Para atacar o problema e fazer com que eles voltem à profissão, os pesquisadores do Ipea concluíram que a situação exige maior investimento na formação e cargos e salários mais altos aos profissionais do mercado, a ponto de não só reter mas também atrair os que abandonaram a profissão.

"Não é fácil essa readaptação à engenharia", admite Jahara. Ele juntou sua experiência em informática ao aprendizado de engenharia. "Hoje, desenvolvo software para controlar à distância os custos de inúmeras obras de engenharia civis."

sexta-feira, 19 de março de 2010

Joaquim Maria Cardozo: Engenheiro calculista de muitos palácios






Joaquim Maria Moreira Cardozo
Um dos maiores poetas da literatura brasileira, nasceu no dia 26 de agosto de 1897, na cidade do Recife, filho de José Antônio Cardozo e Elvira Moreira Cardozo. Estudou no GINÁNSIO PERNANBUCANO. Com os colegas do Ginásio editou o jornal O Arrabalde: órgão lítero-elegante, com sede em Tejipió, onde fez a sua estréia literária, publicando um primeiro conto intitulado “Astronomia alegre”, na edição de 15 de novembro de 1913.

No ano seguinte, iniciou-se como caricaturista e chargista nas edições de domingo do Diario de Pernambuco e do Diário da Tarde, em parceria com Jader de Andrade, que assinava os textos.

Entra na Escola de Engenharia em 1915, interrompendo o curso várias vezes. Seu primeiro emprego foi como topógrafo da Comissão Geodésica do Recife. Realizou levantamentos topográficos nos arredores do Recife, sob as ordens do engenheiro Domingos Ferreira.

Na Revista do Norte, publica seus primeiros poemas e participa também como ilustrador, tendo criado vinhetas e todo um alfabeto de capitulares (letra maiúscula inicial dos capítulos, em geral, ornamentada), com temas da flora regional. Em 1925, a revista publica o seu poema mais famoso, escrito em 1924:“Recife morto”.

Em 1930, Joaquim Cardozo conclui o curso de engenharia na Escola de Engenharia do Recife, tendo trabalhado nesse período como desenhista do Departamento de Engenharia em projetos de irrigação e perfuração de poços tubulares, com o engenheiro alemão Von Tilling, para vários municípios de Pernambuco.

Após a morte de Von Tilling, Joaquim Cardozo ainda estudante (1929/1930) foi encarregado do projeto de irrigação de uma das ilhas do rio São Francisco. Em seguida, executa os cálculos das curvas parabólicas verticais da primeira rodoviária com pavimentação em concreto do Nordeste, contratada pelo Governo do Estado com a firma Dolabela & Portela.

A partir de 1931, como engenheiro recém-formado, trabalha na Secretaria Estadual de Viação e Obras Públicas, sobretudo como engenheiro rodoviário. Em 1934, Joaquim Cardozo incorpora-se à equipe do arquiteto Luiz Nunes, especialmente contratado pelo Governo do Estado para organizar, no âmbito da Secretaria de Viação e Obras Públicas, a Diretoria de Arquitetura e Construção, a primeira instituição governamental criada no Brasil com essa finalidade

Integrou a Direção e o Conselho de redação da Revista Módulo, juntamente com Oscar Niemeyer, Rodrigo M. Franco, Marcos Jaimovich, Rubem Braga, Vinícius de Moraes, José de Souza Reis, Arthur Lúcio Pontual e outros.

Foi também professor da Escola de Engenharia e um dos fundadores da Escola de Belas - Artes do Recife. Pioneiro da Arquitetura moderna, renovou a concepção estrutural do concreto armado e os métodos de cálculo, contribuindo para a evolução da Engenharia Civil.

Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1940, onde se associou a Oscar Niemeyer, vindo a participar da construção de Brasília e de muitos outros projetos de Niemeyer no exterior.

Suas principais obras de Arquitetura com projeto estrutural foram:

No Rio de Janeiro: Monumento aos mortos da segunda Guerra Mundial; Estádio Gilberto Cardoso (Maracanãzinho); Residência de Oscar Niemeyer.

Em São Paulo: Fábrica de biscoitos Duchen, que obteve o prêmio da Bienal de São Paulo; a chácara Flora do Instituto dos Bancários; o Laboratório de Motores; as Oficinas e o Túnel aerodinâmico do Centro Técnico da Aeronáutica (ITA).


Em Brasília: Palácios da Alvorada, do Planalto, do Supremo Tribunal Federal, do Itamarati, do Congresso Nacional e da Justiça; o Ministério do Exército, o Tribunal de Contas da União; a Catedral; o Cine Brasília; a Igreja Nossa Senhora de Fátima e o Museu de Brasília.


Deixou diversos livros inacabados, que foram publicados posteriormente.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Não há falta de engenheiros, mas poucos trabalham na profissão

O Ipea divulgou estudo que aponta que o Brasil saem das faculdades um número de engenheiros suficiente para o crescimento econômico nacional vigoroso pelos próximos anos como aponta várias previsões, mas apenas um de cada 3,5 deles está empregado em funções típicas da profissão.

Esse estudo desmente o novo mito recentemente entoado pela grande mídia, analistas e entidades do grande empresariado sobre o "apagão" de mão-de-obra técnica, especialmente em profissões como a engenharia. Na verdade, o que há é que devida as 3 últimas décadas de crônica falta de vagas (ou vagas oferecidas à baixo salário) para esses tipos profissionais acabou empurrando-os para outras áreas, fenômeno que infelizmente a pesquisa não aponta. As 3 últimas décadas brasileiras foram de ajuste estrutural, de desindustrialização e carência de investimentos infraestruturantes.

E atualmente, apesar da recuperação da atividade industrial e de grandes projetos de infraestrutura, há ainda poucas vagas, ou mesmo com boas ou atraentes remunerações, para engenheiros e técnicos. Infelizmente, ainda persiste a situação em que há vagas com baixo salários que não atraem os profissionais experientes e não são oferecidas para os profissionais com pouca experiência ou recém-formandos, assim prossegue no mercado de trabalho um círculo vicioso, que gera uma escassez relativas desses profissionais, ou mesmo reduz a atratividade para o ingresso de jovens em faculdades de engenharia e cursos técnicos.

Ipea: Brasil forma muitos engenheiros nas faculdades, mas poucos trabalham na profissão

Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

Brasília – De cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um está formalmente empregado em ocupações típicas da profissão. Isso mostra que o país tem um número suficiente de engenheiros para dar conta dos novos postos que devem surgir com o crescimento econômico. No entanto, é necessário que aumente a proporção de profissionais dedicados às áreas específicas da engenharia para que o país dê conta de acompanhar os cenários mais otimistas.

A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e consta da sexta edição do boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior. Segundo o Ipea, o estudo foi motivado pela possibilidade de não haver número suficiente de engenheiros no país para dar conta da demanda que deverá surgir com o crescimento econômico. Isso, assinala a instituição, poderia resultar em um “apagão de mão de obra qualificada”, caso a economia venha a crescer a taxas mais altas ou por causa de mudanças tecnológicas, principalmente em alguns setores, como o do pré-sal. ( clique aqui para ler a íntegra )

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Processo Industrial de Petróleo e Gás


Curso em Processo Industrial de Petróleo e Gás

A capacitação na aérea de P&G tem o seu foco os estudos com ênfase na transformação, refino e produção do petróleo, com metas de capacitar profissionais, desenvolvendo habilidades, construindo competências, respeitando, contudo suas aptidões.

Para capacitar adequadamente os profissionais desta área são necessária uma infra–estrutura completa para este aprendizado e formação tecnológica na área de petróleo e gás.

Capacitar profissionalmente através de uma base de conhecimentos instrumentais, científicos e tecnológicos de forma a desenvolver competências específicas para atuar em operação de processos da industria de Petróleo.
Possibilitar a compreensão do processo produtivo, especificamente nos processos industriais da área de Petróleo e Gás.

Aprofundar nos diversos processos operacionais da área industriais de Petróleo e gás principalmente no que diz respeito às diversas operações unitárias envolvidas como, além de conhecimento em sistemas reacionais, controle de processos e produção.
O sentido do curso é oferecer à sociedade uma capacitação profissional de bom nível, com duração compatível com os ciclos tecnológicos e, principalmente, inter-relacionar com a atualidade dos requisitos profissionais.

O curso tem como base a capacitação nas áreas de upstream (segmentos da exploração e produção) como no downstream (segmentos do transporte, refino e distribuição) em Petróleo e Gás.

Disciplinas básicas da área de Refino de PeG.

1- Origem do Petróleo: Natureza e Química
2- Transformação: Propriedades
3- Processo industrial: Sistema e Controle, Utilidades Industriais.
4- Refino: Destilação, absorção, extração, cristalização, filtração, Utilidades Industriais.
5- Produção: Transporte de fluidos, Programa alinhado com a Formação de PTP (Programa de Treinamento Profissional) e necessidades do mercado.

Objetivos:

O programa foi concebido para efetuar a introdução aos processos de refinação de petróleo, congregando temas como a natureza do petróleo, a terminologia usada na indústria, as unidades de medida, as características do petróleo bruto e seus destilados, os diagramas processuais “process flow diagrams”, a destilação e a instrumentação.

O tema central prende-se com a identificação, localização e descrição funcional de cada unidade de processo envolvida numa refinaria típica.
Serão também cobertos assuntos como as variáveis de operação, a interação entre rendimentos e produtos finais de acordo com as bases econômicas associadas à refinação de petróleo e ao impacto da recente legislação ambiental.

Programa:

•Origem do Petróleo: Natureza e Química
• Transformação: Propriedades
• Processo industrial: Sistema e Controle, Utilidades Industriais.
• Refino: Destilação, absorção, extração, cristalização, filtração, Utilidades Industriais.
• Produção: Transporte de fluidos,
• Descrição geral de refinarias, Classificação das refinarias e das unidades com maior relevo, Implantação geral, diagramas processuais, diagramas de tubulação, instrumentação e equipamentos relevantes.
• Destilação petróleo bruto
• Fundamentos: Dessalinização (Dessalgação) do petróleo bruto, Variável e condições de operação.
• Processos auxiliares de refino
• Unidade de lavagem com amina
• Unidade de tratamento Merox
• Unidade de recuperação de enxofre
• Unidade de recuperação de gás.
• Hidrotratamento de petróleo e gasóleo
• Reator e catalisador de Hidrotratamento
• Química e diagrama de processo
• Variáveis e condições operacionais
• Rendimento dos produtos e suas propriedades.
• Reforma Catalítica, reator e catalisador de Reformação
• Configuração da unidade de reformação
• Redução de aromáticos e benzeno no reformado
• Isomerização
• Catalisador, química
• Variáveis e as condições operacionais
• Rendimento dos produtos e suas propriedades.
• PSA Multi-leitos – recuperação de hidrogênio
• Fundamentos de adsorção
• Diferentes tipos de operação
• FCC - Craqueamento catalítico fluidizado
• Craqueamento de matérias-primas pesadas.
• Hidrocraqueamento do petróleo
• Rendimento dos produtos e suas propriedades.
• Alquilação
• Processo de alquilação HF
• Processo de alquilação Ácido Sulfúrico
• Propriedades das matérias-primas e produtos
• Aromáticos Petroquímicos
• Extração Líquido-Líquido BT adsorção de Paraxileno
• Isomerização de Xilenos


Mais informações: pelo e-mail processoindustrial@gmail.com

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Rede de emprego – Network job


Rede de emprego – Network - job

Apesar de redes de procura de emprego do governo em varias partes do mundo até mesmo as privadas serem uma das formas mais bem-sucedida para encontrar um novo emprego, muitas vezes pode soar como algo muito intimidador e assustador .

Meus amigos em uma viagem travaram uma conversa com a tripulação no avião que viajavam e descobriram que a empresa de aviação estava buscando um engenheiro aeronáutico. Logo este amigos telefonaram para este amigo engenheiro. Muita vezes você tem que estar no lugar certo na hora certa.

Muitos empregos são conseguidos, simplesmente porque conhecemos um amigo ou o amigo conhece ou sabe da experiência e habilidades da pessoa ideal para aquela vaga

Busca de trabalho através de rede

Tente sempre redes de procura de emprego, ele realmente funciona. Pelo menos 60% de todos os trabalhos são encontrados pela rede. Desenvolver contatos entre amigos, família, vizinhos, alunos da faculdade, as pessoas em associações que pode ajudar gerar informações e oportunidades de trabalho.

Você pode realizar uma abordagem direta e pedir dicas de empregos ou tentar uma abordagem menos formal e pedir informações e conselhos.

Todos sabem que através de contato podemos ser surpreendido, inclusive por pessoas que conhecem muitas outras pessoas que podem ser importante para o nosso futuro emprego.

Sinta-se a vontade e pegar o telefone e ligar. Contribui para atribuir-se uma cota de convites para ser feita a cada dia. Quanto mais você fizer chamadas de telefone mais fácil se tornará.

E-mail é uma forma perfeitamente aceitável para a rede também.

Mantenha suas mensagens muito breve e direta e não se esqueça de verificar a ortografia, gramática e pontuação.

Se estiver participando de uma reunião de férias ou qualquer outro tipo de festa, é oportuno mencionar em conversa informal que você está procurando emprego.

Aceitar todos os convites que receber - você nunca sabe onde ou quando você pode encontrar alguém que possa fornecer ajuda para encontramos um emprego.

Pesquisa de emprego formal Networking

Em uma rede formal de trabalho tal como as redes sociais ou mesmo uma reunião de associação ou evento, Você verá que muitos dos participantes destes eventos têm os mesmos objetivos que você ou seja trocar cartões de visita.

Se você é tímido, seja voluntário para trabalho na rede social onde você pode cumprimentar as pessoas como elas vêm ou trazer um amigo para caminhar ao redor da sala com você .

Bem como a moda antiga, o uso da internet para a rede. Visitar fóruns de discussão como a busca do trabalho do Fórum para a rede com profissionais de carreira e os candidatos a emprego de outros conselhos.

Use mensagens ou visitar um dos sites, como o vagas de emprego, o seu foco tem que ser a procura de emprego online em redes amigáveis.

Se você pertence a uma associação profissional visite o site de assistência da carreira. Conhece um ex-aluno da faculdade ou mesmo um amigo, faça um contato inclusive ligue para o seu sindicato ou o seu conselho, muitas das universidades possuem redes de carreira on-line onde você pode encontrar alunos e indicações de alunos veteranos que ficarão muito felizes poder ara ajudar em sua busca de trabalho.

Muita sorte

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Curso Operação em Processo Industrial em Petróleo e Gás


Cursos Presenciais e a Distância

Curso Operação em Processo Industrial em Petróleo e Gás
Área Profissional: Petróleo e Gás, Período:
Disciplina: Operação de Planta de Processo industrial P&G.
Carga-Horária:72h (100h/a)
EMENTA: Fundamentos Conceitos e Objetivos de Operação do Processo industrial em uma Planta de Petróleo e Gás.
OBJETIVOS: Apresentar conhecimentos especializados da área de processo industrial buscando orientar através da formação inicial e continuada afim de capacitar alunos ao exercício da competência de Execução de manobras com confiabilidade e segurança, Liberar equipamentos, Atuar em emergências operacionais previstas, Diagnosticar e solucionar problemas operacionais, Monitorar e controlar o processo, Operar na condição de melhor eficiência Operacional em Unidades Industriais.


Curso Projetista de Instrumentação Industrial

Este curso pretende dar aos participantes uma visão global do assunto e ao mesmo tempo prepará-los para o exercício da função. Apoiado com as ultimas tecnologias capacitando e profissionalizando especialistas no mercado de trabalho.
• DELINEAR UMA IDÉIA
O projetista é o modelador da utopia.
Elementos de projeto, formas geométricas

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Contatos:
processoindustrial@gmail.com
almircezar@hotmail.com

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O profissional técnico em automação industrial

O Técnico em Automação Industrial é o profissional com a possibilidade de atuar nas áreas de desenvolvimento e implantação de projetos de sistemas de controle e automação, prestando serviços de fiscalização e manutenção desses sistemas, de acordo com normas técnicas de segurança e preservação ambiental.

O vídeo é do SENAI

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Eng Química, Eng Produção, Tecnologia Processos Industriais

Na área de processo industrial três profissionais se destacam: o engenheiro químico, o engenheiro de produção e o tecnólogo em processos industriais.

O vídeo de hoje procura diferenciá-los, consiste em informações gerais sobre os cursos de Engenharia Química, Engenharia de Produção e Tecnologia em Processos Industriais

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Técnico em Eletrotécnica

O Técnico em Eletrotécnica é o profissional para desenvolver, instalar e manter sistemas elétricos, sem deixar de lado o aprendizado acerca de normas técnicas de segurança e de preservação ambiental.