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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Energias Renováveis ou Alternativas – Artigo 04/04

Atributos sobre Energias Renováveis ou Alternativas


Uma sociedade que tenha como base energéticas a utilização de fontes de carbono, terá grandes impacto na sua restrição, principalmente nas áreas sociais, econômicos e tecnológicos.


Mas as fontes energéticas que podem equilibrar essas transições no desenvolvimento dessa sociedade são a comercialização e a implantação em larga escala da energia renovável.


As mudanças favoráveis para a utilização das fontes renováveis são dependentes das manobras políticas e econômicas.

A sua exploração depende também do desenvolvimento das tecnologias adequadas. Existem muitas formas diferentes de fontes de energia renováveis, e é provável que a pesquisa científica vão se desenvolver através de formas desconhecidas em que a energia pode ser aproveitadas.
Hoje a energia renovável tem alguns tipos como, solar nas formas fotovoltaica e solar térmica, geotérmica, eólica, oceânica, hídrica, bioenergia, e as tecnologias de armazenamento de energia.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Energias Renováveis ou Alternativas – artigo 03/04

Atributos sobre Energias Renováveis ou Alternativas

Coletores em Pratos Parabólicos


Um banco de refletores tipo Fresnel focando a luz solar em um tubo coletor no qual o fluido aquecido flui para uma turbina geradora.
Pratos Parabólicos são espelhos parabólicos que refletem e concentram a luz solar em um tubo horizontal.
Os sistemas de energia solar concentrada (ESC) consistem em focar energia solar em um ponto e são usadas para aquecer água ou gerar eletricidade.



Fluido que atravessa o tubo coletor de calor que é utilizado para aquecer o vapor em um gerador de turbina padrão.
Os espelhos podem ser giradas para acompanhar o sol em uma base diária ou sazonal.

A eficiência térmica para aquecer as faixas de fluidos 60-80% por cento. Eficiência geral do coletor à rede e cerca de 15% por cento, semelhante a células fotovoltaicas.
Os Maiores geradores de energia solar do mundo atualmente utilizam matrizes parabólicos.
Uma variedade de abordagens são utilizados para colher o calor no ponto focal dos refletores, incluindo água e tubos cheios de óleo, a geração de vapor direta, são tubos de vácuo semelhantes aos descritos nos sistemas solares de água quente.

A maior usina de geração em calha parabólica esta instalada no sul da Califórnia fornecendo energia à sua rede desde 1980.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Geógrafo ensina a fazer aquecedor solar de baixo custo

Alunos aprendem a produzir aquecedor solar de baixo custo; tecnologia reduz gastos com energia em até 40%
Alunos aprendem a produzir aquecedor solar de baixo custo;
tecnologia reduz gastos com energia em até 40%

"O que a gente quer é levar o aquecedor solar para cada lar"

Folha de São Paulo, 14/06/2013

Geógrafo de formação, Rafael Xavier, 31, resolveu usar o que aprendeu em prol de uma sociedade mais sustentável.

Ao terminar o estágio de educador ambiental no Museu de História Natural da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), ele deixou a capital mineira para aprender em São Paulo como fazer a tecnologia social ASBC (aquecedor solar de baixo custo), desenvolvido pela ONG Sociedade do Sol.



A metodologia de produção do ASBC permite que qualquer pessoa possa construir seu próprio aquecedor utilizando ferramentas manuais e domésticas, reduzindo os gastos com energia em até 40%.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Tomada gruda na janela e armazena raios solares para carregar smartphones

Tomada gruda na janela e armazena raios solares para carregar smartphones durante dez horas

Criar produtos que aproveitem e ao mesmo tempo poupem recursos naturais é uma tendência
ESTADÃO PME
 Aproveitar a energia solar para facilitar o cotidiano das pessoas. Este talvez seja o principal diferencial de um produto desenvolvido pelos designers Kyohu Song e Boa Oh.
A dupla criou uma tomada que o usuário fixa na janela de uma residência ou da empresa, por exemplo, e que aproveita os raios solares para gerar energia capaz de fazer funcionar aparelhos eletrônicos ou até mesmo carregar smartphones. O produto ainda não está disponível para venda, segundo o site argentino La Bio Guia, especializado em fomentar práticas sustentáveis e de preservação do meio ambiente.
O produto tem, na extremidade usada para ser fixada na janela, pequenas células solares, que recebem os raios e os convertem em energia. E segundo os criadores do produto, a ideia foi mesmo criar uma tomada que qualquer pessoa pudesse carregar e instalar sem dificuldade.
A 'tomada solar' também armazena energia quando não está em uso, por isso, depois de receber os raios solares por cinco ou seis horas (dependendo da intensidade), o produto, garantem seus desenvolvedores, podem ser usados pelo consumidor por dez horas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Energia Renováveis ou alternativas - Pesquisa com energia solar rende prêmio a brasileiro - Artigo 01/04

Pesquisa com energia solar rende prêmio a brasileiro
FERNANDO MORAES | FOLHA - 19/11/2012 

O químico Antônio Patrocínio tem apenas 29 anos, mas já se dedica há dez ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Essa década de trabalho foi agora reconhecida pelo governo alemão com o "Green Talents 2012", que premiou 25 jovens cientistas do mundo todo que pesquisam diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável.

"Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a conversão de energia solar", diz Patrocínio, professor da Universidade Federal de Uberlândia.

Atualmente, o químico tem dirigido seus esforços a dois temas de ponta da pesquisa energética: células solares sensibilizadas por corantes e dispositivos para fotossíntese artificial.


Nas células solares convencionais, uma placa de silício é responsável pela absorção da luz e pelo transporte dos elétrons gerados por esse processo, responsáveis pela energia. Para que isso ocorra de maneira eficiente, é necessário que o silício seja de altíssima pureza, o que requer processos caros.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Luz solar vira energia para a navegação

Luz solar vira energia para a navegação

Motivados pela possibilidade de criar uma embarcação que não poluísse o ambiente, alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criaram um barco movido a energia solar. A equipe Vento Sul, inspirada em uma palestra na universidade, em abril de 2009, resolveu criar o Catamarã. A intenção era mostrar que um barco elétrico é viável, não polui e não precisa de manutenção constante. As placas fotoelétricas recebem a luz e repassam a um controlador de carga, que distribui ao motor e à bateria. Quando não há sol, o motor usa a energia armazenada na bateria.

O primeiro projeto, de fibra de vidro, material considerado pesado, venceu o Desafio Solar Brasil, competição que ocorreu em Paraty (RJ), em julho do mesmo ano. Com o fim das aulas, em 2009, alguns alunos se formaram, e a equipe foi reformulada. Com novos integrantes, vieram novas ideias e uma outra embarcação foi construída. Com custo de R$ 60 mil, financiados por empresas, veio o Guarapuvu.

– Precisávamos de um barco superior. Investimos em todas as tecnologias possíveis, trocamos o material da carcaça, que agora é de fibra de carbono, muito mais leve – conta Tássio Simioni, estudante de Engenharia Química e coordenador da equipe.

Com a criação, o grupo de 20 estudantes estava pronto para participar do Frisian Solar Challenge, a competição mundial de barcos solares, que ocorreu em julho, na Holanda. Na seleção, dividida por classes, a equipe Vento Sul ficou na 17ª posição entre 26 competidores, mas ganhou destaque como embarcação mais leve e melhor equipe novata não europeia.

– Tivemos problemas técnicos por falta de testes, o que comprometeu a classificação. Mas ganhamos elogios, por aplicar técnicas diferenciadas.

Fonte: Jornal de Santa Catarina/DIEGO MADRUGA|Florianópolis

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Como funciona o carro híbrido

Como funciona o carro híbrido:  meio à motor de combustível fóssil, meio à motor elétrico (motor à célula combustível)

O motor à célula combustível é um motor elétrico movido a hidrogênio que ao invés de se inflamar sua reação eletroquímica libera energia elétrica que move o automóvel, isso em um recipiente chamado "célula combustível".

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Fontes alternativas na Amazônia

Fontes alternativas na Amazônia
A Eletrobrás  participou da oficina de trabalho sobre “Sistemas Fotovoltaicos para Microrredes Isoladas e Interligados à Rede Elétrica”, organizada pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Amazônia (INCT-EREEA), em Belém, nos dia 10 e 11 de fevereiro. O objetivo do encontro era apresentar experiências e discutir lições aprendidas com a utilização de sistemas individuais de geração com fontes intermitentes – que não podem ser armazenadas em seu estado natural, como a solar e a eólica – e sistemas de geração de energia descentralizada com fontes renováveis e com distribuição por microrredes.

Na ocasião, a equipe da empresa apresentar os resultados obtidos nos projetos-pilotos de Xapuri e de Araras. O projeto de Xapuri, realizado em parceria com a Eletroacre e a GTZ – agência alemã de cooperação técnica –, levou energia elétrica a 103 famílias que vivem isoladas nos seringais do Acre, utilizando energia solar com painéis fotovoltaicos em sistemas individuais. Já o projeto de Araras, que ainda está em fase de estruturação e está sendo realizado com a Celpa e a GTZ, prevê a implantação de sistemas de geração descentralizada com energia renovável (solar fotovoltaica e eólica) e distribuição por minirredes para eletrificação das ilhas de Araras, no município de Curralinho (PA), atendendo cerca de 70 famílias da região.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobrás

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Van a hacer gasolina o diesel con aceite de algas




Vão fazer gasolina ou diesel com óleo de algas

Um líquido marrom esverdeado vazava de um cilindro de plástico no tanque de um Land Rover vermelho. Não era um combustível comum, mas uma mistura contendo biodiesel de óleo a partir de algas microscópicas cultivadas em tanques usados para esgotos. Em um determinado momento o veículo de quatro rodas se recusou a mover-se, mas depois o motor começou e rodou durante 10 minutos com o Land Rover em torno do Parlamento na Wellington House. Este acontecimento ocorreu com o Ministro da Energia e dos Assuntos do Clima em Nova Zelândia.


Uma fonte potencial de biodiesel não competindo com as culturas alimentares e muito ao contrário dos biocombustíveis convencionais existentes.


De fato, as algas cultivadas em água são muito promissoras. Estas pequenas plantas marinhas só precisam de água (doce ou salgada), a energia da luz solar, nutrientes e dióxido de carbono (CO2) para produzir óleo vegetal através da fotossíntese.


Existem variedades que produzem até 15 vezes mais óleo vegetal por hectare que as culturas comumente utilizadas para biocombustíveis, tais como a colza, palma ou soja. Algumas espécies crescem tão rápido que duplicar o seu tamanho de três ou quatro vezes em um dia. Isso significa que eles podem ser coletados com freqüência, uma característica que representa uma vantagem sobre as culturas que podem ser recolhidos apenas algumas vezes por ano.

Além disso, a cultura de algas podem ser localizados em áreas não propícias à agricultura, e até em desertos.


No entanto, existem grandes obstáculos a serem superados antes teríamos que produzir das algas os combustíveis economicamente viáveis e em grandes volumes, para fazer a diferença na oferta total mundial de combustíveis para transportes.


A fim de operar em escala comercial, o processo requer grandes volumes de água, um fator que poderia limitar o local de produção para as zonas costeiras.

Não existe nenhum método comprovadamente eficiente coleta de algas em grande quantidade e precisam de mais estudos para identificar as melhores variedades de produção de petróleo.

Quanto ao projeto de engenharia, não existem obstáculos para a produção de microalgas, afirma Peter Williams, professor Emérito da biogeoquímica na Escola de Ocean Sciences, University of Wales, em Bangor.
No entanto, identifica três aspectos incertos quanto à viabilidade de produção comercial, "O custo operacional capital e da própria planta, ou não temos de fazer o trabalho de desenvolvimento na produtividade algas, e os custos de recolha das algas.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pecém prepara área para instalação de usina de ondas


As obras de preparação de uma área no quebra-mar do Terminal de Múltiplas Utilidades do Pecém (TMUT) para abrigar uma usina-piloto de produção de energia elétrica a partir das ondas do mar estão em andamento devendo ficar prontas ainda este ano. O engordamento de uma área na parte leste do quebra-mar em cerca de 200 metros quadrados receberá as estacas nas quais serão montadas as pás da usina. Serão investidos no equipamento cerca de R$ 12 milhões, sendo R$ 1 milhão de contrapartida do Governo do Estado, em parceria com a Universidade Federal do Ceará, a Coordenação dos Programa de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Seinfra, Cearáportos e a multinacional Tractbel, que definiram o novo local da usina e o cronograma dos trabalhos. O equipamento acoplado ainda um protótipo de uma usina de dessalinização de água do mar.

Segundo o coordenador de Energia e Comunicações da Seinfra, Renato Rolim, a previsão é de que o protótipo funcione por três anos para avaliação da tecnologia que aproveita a regularidade dos ventos e freqüência das ondas do mar no litoral cearense para a produção de energia elétrica. A produção de 100 kW é o equivalente ao consumo de 60 casas do padrão médio de consumo de energia elétrica no Estado e mesmo em fase de pesquisa gerará energia suficiente para ser aproveitada. ?O projeto é mais um avanço do Ceará na área da energia renovável que, a exemplo, da eólica, torna o Estado pioneiro na produção deste tipo de energia, além de caminhar para a auto-suficiência cearense na produção de energia?, reforçou.

A implantação dos protótipos prevê a aplicação de recursos no valor de R$ 1 milhão por parte do Estado e R$ 11 milhões da Aneel, oriundos do item Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias da Tractebel, a serem investidos na fabricação, instalação e monitoramento das duas células da Usina de Ondas e de mais um braço para o dessalinizador. O projeto busca dinamizar a matriz energética cearense, dando seqüência às pesquisas da Coppe/UFRJ e UFC com apoio do Governo do Estado.

Uma das vantagens da usina de ondas é o seu baixo impacto ambiental, se comparado às demais formas de produção de energia já existentes, pois se trata de uma fonte limpa de energia e não necessita represar a água. A usina de ondas funciona com a ajuda de flutuadores que ficam submersos no mar presos à usina por meio de dois braços metálicos. Com o movimento das ondas, esses blocos também se movem e produzem força para bombear a água do mar para reservatórios dentro da usina. A água terá sua pressão aumentada em uma câmara hiperbárica, fazendo com que o jato d?água saia do compartimento com uma força equivalente à de uma queda d?água de 500 metros de altura. Esse jato move uma turbina, que gera finalmente a energia, repassada depois, para o sistema de distribuição.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Seinfra (Fonte: Aracatinet)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Diesel passa a levar 5% de biodiesel já em 2010


A resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) estabelecendo o mínimo de 5% de adição de biodiesel ao óleo diesel comercializado ao consumidor final está no Diário Oficial da União de hoje (26). O B5, que estava previsto em lei para começar a vigorar em 2013, será obrigatório em todo o território nacional a partir de 1º de janeiro do ano que vem, conforme anunciou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última sexta-feira (23 de outubro).

De acordo com o CNPE, o maior uso do biodiesel na matriz energética nacional favorece a agregação de valor às matérias-primas oleaginosas de origem nacional, o desenvolvimento da indústria nacional de bens e serviços e a ampliação da geração de emprego e renda em sua cadeia produtiva.

A medida considera que o biodiesel é uma fonte energética renovável e favorece a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa. Também possibilita a redução da importação de diesel derivado de petróleo, com efetivos positivos na balança comercial. Além disso, a capacidade de produção de biodiesel instalada no país é suficiente para atender à elevação do percentual de adição de 4% para 5%. Essa adição não exigirá alteração dos motores e da frota veicular em circulação.

Na ocasião, o presidente Lula anunciou que a adição de 5% de biodiesel ao diesel foi antecipada em três anos. O chamado B5, que entraria em vigor apenas em 2013, já será obrigatório em janeiro de 2010. A expectativa, de acordo com a Presidência da República, é de que o B5 aumente a produção de biodiesel para 2,4 bilhões de litros em 2010, fortalecendo a posição do Brasil na liderança mundial de energias renováveis em escala comercial.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Primeiro leilão de energia eólica no Brasil



Será realizado no dia 25 de novembro pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) o primeiro leilão de reserva exclusivo de energia eólica.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o objetivo é inserir na matriz energética brasileira esse tipo de energia, que tem potencial de 140 mil megawatts. Os leilões serão promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os interessados em disputar os leilões devem solicitar o cadastramento e a habilitação à Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O prazo se encerrou em 29 de maio para o leilão de reserva.

O leilão atraiu o interesse de um número expressivo de empreendimentos de geração. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) efetuou para o certame o cadastramento de 441 projetos, que juntos somam capacidade instalada de 13.341 MW. Os parques eólicos que pretendem participar do leilão abrangem 11 estados em três regiões.

A região Nordeste obteve o maior número de empreendimentos eólicos inscritos para o leilão, alcançando 322 projetos (73% do total) e 9.549 MW de potência instalada (72% do total). Três estados da região responderam por volumes expressivos na fase de cadastramento: Rio Grande do Norte, com 134 projetos somando 4.745 MW; Ceará, que detém 118 empreendimentos com potência de 2.743 MW; e Bahia, com 51 parques eólicos com capacidade total de 1.575 MW. Da região Sul, foram cadastrados 111 projetos (25%), cuja capacidade soma 3.594 MW (27%). Destaque para o Rio Grande do Sul, com 86 inscritos – 2.894 MW.

O leilão de reserva de energia eólica será a primeira oportunidade real para que um grande número de investidores eólicos participe de uma concorrência como essa, e ver na prática as várias questões que envolvem o marco regulatório para o setor, como a formação de preço, regras de operação, tecnologias mais competitivas para os aerogeradores, importação ou não de equipamentos, financiamentos dos parques e tributação na tarifa de venda de eletricidade, dentre outros assuntos relevantes.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Energia Eólica a energia cinética - Wind Energy


Energia Eólica a energia cinética
- Wind Energy Energia dos Ventos

Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cataventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.

Assim como a energia hidráulica, a energia eólica é utilizada há milhares de anos com as mesmas finalidades, a saber: bombeamento de água, moagem de grãos e outras aplicações que envolvem energia mecânica.

Para a geração de eletricidade, as primeiras tentativas surgiram no final do século XIX, mas somente um século depois, com a crise internacional do petróleo (década de 1970), é que houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar o desenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial.

A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente, existem mais de 30 mil turbinas eólicas em operação no mundo.

Em 1991, a Associação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas a instalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano 2000 e 11.500 MW até o ano 2005. Essas e outras metas estão sendo cumpridas muito antes do esperado (4.000 MW em 1996, 11.500 MW em 2001).

As metas atuais são de 40.000 MW na Europa até 2010. Nos Estados Unidos, o parque eólico existente é da ordem de 4.600 MW instalados e com um crescimento anual em torno de 10%. Estima-se que em 2020 o mundo terá 12% da energia gerada pelo vento, com uma capacidade instalada de mais de 1.200GW (WINDPOWER; EWEA; GREENPEACE, 2003; WIND FORCE, 2003).

Recentes desenvolvimentos tecnológicos (sistemas avançados de transmissão, melhor aerodinâmica, estratégias de controle e operação das turbinas etc.) têm reduzido custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos.

O custo dos equipamentos, que era um dos principais entraves ao aproveitamento comercial da energia eólica, reduziu-se significativamente nas últimas duas décadas.

ÁREA DE TRABALHO - wind energy sector has created new jobs

O setor europeu da energia eólica tem criado novos postos de trabalho todos os dias durante os últimos cinco anos, de acordo com a European Wind Energy Association (EWEA).

De acordo com o EWEA, postos de trabalho em energia eólica tem aumentado mais que 50% em geração de empregos, exemplo hoje são 154.000 empregos e são esperado até 2020 de 325.000 de novos empregos.

Em 2007, a energia eólica aumentou mais do que qualquer outro de tecnologia de geração de energia na União Europeia União Europeia (UE).
O crescimento da capacidade eólica instalada tem sido acompanhado por um aumento relacionado a novos postos de trabalho. Segundo EWEA, o setor empregava 154.000 pessoas em 2007e 108.600 em empregos diretos e o resto indiretamente.

Em termos de perfis profissionais, o relatório mostra que os fabricantes de turbinas são os principais empregadores, com 37% de todos os postos de trabalho diretos, seguido por fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de projetos.
Nos Estados-Membros da União Européia atualmente 75% dos empregos diretos da energia eólica encontram-se nos três países, que são: Dinamarca, Alemanha e Espanha, mas em outros países, como França, Reino Unido e Itália estão começando agora a evoluir neste mercado.

A energia eólica pode dar um enorme impulso para o bem-estar econômico, oferecendo uma maior independência energética com menores custos na geração de energia com redução dos riscos do preço do combustível e com melhor competitividade.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Unidade Termelétrica queima de bio-massa de cana

Geração de Energia Elétrica,através da queima da biomassa da cana na caldeira e com a geração de vapor (força mecânica) que impulsiona a turbina e roda o gerador em uma determinada frequência ,e assim de maneira suscinta temos a eletricidade.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Célula a Combustível

Uma alternativa aos motores tradicionais a combustão interna e elétricos é a chamada célula combustível. Ele pega o gás hidrogênio e transforma em energia elétrica com maior eficiência energética do que se houve combustão e com menor risco de incidentes.

domingo, 17 de maio de 2009

Propeno a partir da glicerina de biodiesel

por Almir Cezar Filho

O propeno é o principal derivado petroquímico com aplicações como matéria-prima básica na química fina e na produção de produtos e embalagens plásticas. O problema é que é extraído do petróleo, um recurso não-renovável, caro e com preços instáveis.

O propeno verde resolve três problemas, as dificuldades inerentes da obtenção de propeno petroquímico, encontrar uma fonte renovável ao fornecimento de matéria-prima plástica e oferece um aproveitamento à glicerina residual da produção de biodiesel.


O propeno verde

O propeno gerado a partir da glicerina residual da produção de biodiesel, chamado de Propeno Verde (por ser de fonte renovável), servirá de matéria-prima para a produção de "Polipropileno Verde", que tem as mesmas características do polipropileno atualmente produzido a partir do propeno feito da nafta. O polipropileno é a principal matéria-prima plástica.

A glicerina

A glicerina em quantidade comercial era obtida em geral por processo petroquímico, antes da disseminação do processo de esterificação, processo para obter biodiesel a partir de óleos vegetais, agora é um resíduo desse processo. Contudo, os empregos comerciais atuais da glicerina, especialmente na indústria de comésticos, farmaceúticos e alimentos está saturando-se, necessitando do aparecimento de um novo emprego, que aparece com o novo "propeno verde".

O processo

O processo industrial para obtenção do propeno verde segue a mesma lógica, mas inversa, do que durante décadas foi utilizado para obter glicerina através da nafta de petróleo, que também derivava o propeno.

O que antes entrava a nafta e saía glicerina, agora é o inverso, entra glicerina e saí uma série de compostos, entre eles, encontra-se o propeno.

O vídeo

O vídeo foi produzido pela Quattor petroquímica e incluí uma explicação técnica.

sábado, 16 de maio de 2009

Hidroelétricas do Rio Madeira

Uma breve explicação sobre a construção das duas usinas no Rio Madeira. Vídeo mostra o avançado projeto desenvolvido para a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, ambas no rio Madeira, em Rondônia. A construção dessas usinas integra o Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) e é considerada fundamental para a sustentabilidade do crescimento econômico brasileiro nos próximos anos. As duas usinas vão gerar quase 10% do que o Brasil consome e podem evitar crise energética. Obra já dividiu opiniões entre ministros e causou debates entre técnicos, economistas e ambientalistas.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Tecnologia Brasileira de Produção de Álcool

O Brasil tornou-se ápice no domínio na tecnologia na produção de álcool. Vende tecnologia e equipamentos para processos industriais de produção de etanol, desenvolvimento de derivados álcool-químicos e processos de co-geração elétrica a partir da queima do bagaço da cana.


vídeo originalmenteexibido no Jornal da Globo em 09 de março de 2007.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Pesquisas indicam pela produção de etanol a partir da mandioca

por Almir Cezar Filho, para o Blog Limiar e Transformação

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vem realizando pesquisas sobre a viabilidade da produção de etanol a partir de uma espécie diferenciada de mandioca, descoberta no interior do Pará: a mandioca açucarada.

No Brasil a mandioca constitui-se importante produto agrícola, destacando o país como o segundo maior produtor mundial e por apresentar elevado teor de amido, que posteriormente pode ser transformado em glucose, a mandioca também pode ser utilizada como matéria-prima para a produção de álcool.

As pesquisas, por conta disso, seriam por si só importantes, vêm apontando que a produção de etanol com mandioca açucarada gasta menos energia do que com milho e cana, pode ser mais barato que o de cana e ainda, as usinas de cana podem ser facilmente adaptadas para sua produção e ainda ajudará a fixar população no campo.

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