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domingo, 1 de novembro de 2009

Montagem Industrial - Instalações e Cablagem


Nestas descrições indicaremos passo a passo os requisitos mínimos exigidos para a Montagem e execução do Encaminhamento de cabos - leitos de cabos, o seu de detalhamento, fabricação, fornecimento, inspeção, serviços de instalação em unidades industriais.

Requisitos de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde,

Equipe profissional - Atividades: A equipe participante da tarefa deverá ser composta por profissionais qualificados, capacitados, habilitados e ou autorizados.

Delimitação e sinalização da área, identificação das pessoas envolvidas nas atividades, informar itens de segurança através do DDS ( Diário) .

Providenciar a liberação do isolamento e Bloqueio Elétrico do Equipamento de acordo com o Procedimento da Segurança da Área para energização do painel.

Desligar e Remover toda energia ao termino das tarefas.

Ações Preliminares:Elaborar lista de atividades que deverão ser realizados.

Certificar-se que a Completação das tarefas (Civil, Mecânica) que antecedem a montagem não sejam impeditivas para a execução da montagem.

Certificar-se que os documentos utilizados nas atividades de execução estejam na ultima revisão de projeto e certificados como liberados para montagem.

Certificar-se que todos os materiais, cabos e equipamentos envolvidos estejam liberados, verificando megger, checks de verificação.

Certificar-se que todos os disjuntores ou chaves do circuito de força estão abertos.

Preparar alimentação 110 Vac para CCM sob teste (Tensão Comando).

Aplicação:Todos os equipamentos, instrumentos e materiais deverão ser instalados/montados e interligados, atendendo aos critérios técnicos constantes da documentação do cliente e o responsável pelo suprimento de todos os dispositivos e ferramentas necessárias à esta atividade.

Integração e Compatibilidade: O cliente é responsável por todos as coordenações das integrações entre sistemas , equipamentos e/ou instrumentos de seu fornecimento e as instalações existentes, considerando: dimensões físicas, dados de processo, interligações, comunicações, interfaces, protocolos de comunicação entre equipamentos e as informações necessárias para montagem e execuções dos serviços pela contratada.

Definição de Escopo: Na descrição de montagem em seus documentos de detalhamento deve ser definido e apontado pelo cliente e pela montadora os limites e as fronteiras de responsabilidades: atividades por disciplinas: tanto elétrica, mecânica, tubulação e os itens de fornecimentos dos escopo.

Descrição: Passo a passo para execução e montagem dos encaminhamentos mecânicos dos cabos.

Delineamento e Detalhamento e listas de montagem: Todas atividades devem ser pré estabelecidas e acompanhadas por relatórios e listas de acompanhamento e medição.

Programação de execução por equipe - Infra estrutura: Todas as condições definidas e estabelecidas que formam o deslocamento, transporte e espaço de trabalho da equipe, equipamento e material.

Condições Sanitária e de suprimento de água: Quando as instalações sanitárias construídas no canteiro principal forem distantes do local de trabalho, um sanitário químico deve ser fixado o mais próximo ao local de trabalho, juntamente um ponto de água potável e com temperatura adequada ao consumo Humano.

Fornecimento de eletricidade: Disponibilizar pontos de tomada nas tensões em numero e tensão adequados e com segurança para as condições de trabalho.

Ferramental: As atividades de execução de montagem, tem na sua supervisão a responsabilidade da previsão das ferramentas adequadas para a sua realização, não podendo ser fabricadas ou improvisadas ferramentas na obra.

Mobilização de mão de obra: Toda equipe de montagem de elétrica tem as suas atividades apoiadas em programações e avanços físicos determinados pelo planejamento, onde através de reuniões diárias com a sua supervisão onde deve ser orientada e estimulada na busca das suas melhores qualidades.

Definição especificação de materiais e equipamentos: Toda execução de montagem deve estar acompanhada dos documentos de detalhamento e das suas especificações descritas nas requisições de material - RM.

Placas ou Pontos de Espera para Fixação : Os pontos de espera ou placas de espera para fixação são perfis ou placas disponibilizados pelo cliente nas condições ou locações físicas da planta correspondente ao projeto para fixação dos suportes para dos encaminhamentos de cabos.

Armazenamento e controle: Todos materiais definidos descritos e especificados em RM disponibilizados para montagem deverão ser armazenados em local apropriado, identificados e quantificados, dispostos em condições preservadas e de fácil manuseio.

Leito de cabos : Uma instalação de cabos em leitos de cabos composto por sistemas de fixação e suportação. Ao projetar um sistema desse tipo é necessário primeiro definir os cabos para em seguida projetar o sistema de fixação e suportação para acomodar todos os cabos. O projeto é similar tanto para baixa quanto para média tensão.

Como estratégia de cablagem deve-se selecionar os tipos de cabos a serem usados para os circuitos de alimentação, ramais, comunicação, etc. Alguns cabos satisfazem todos os requisitos para vários tipos de circuitos e, portanto, obtém-se ganhos econômicos ao se minimizar o número de diferentes tipos de cabos de um projeto. Geralmente os cabos de potência são de maior diâmetro e, portanto, são preponderantes na determinação dos requisitos do sistema de bandejamento. A quantidade de cabos, seção, o peso por metro e o volume do material combustível são as informações necessárias para se projetar o sistema de bandejamento.



A norma NBR 5410:2004: instalações do sistemas de leitos de cabos.

Eletrocalha : anteriormente chamada de calha, é um elemento de linha elétrica fechada, aparente, cobertura desmontável, podendo ser liso ou perfurado. De acordo com a norma, será considerado perfurada quando a área dos furos for maior que 30% da área da bandeja. Se os furos ocuparem menos de 30% da área de leito de cabos que deverá ser considerada como não-perfurada.

Leito de cabos é um conjunto de perfis ou perfilados metálicos em forma de escada ou Prateleira sem tampa, possui uma base contínua, engastada ou fixada por um de seus lados. A outra,com borda é livre.e geralmente na forma de um perfil “U”.

A seguir são apresentadas algumas das recomendações da NBR ao se utilizar os leitos de cabos: Os materiais utilizados em sua fabricação devem ter propriedades que permitam suportar sem danos as influências externas a que são submetidos. Portanto, se os mesmos não forem metálicos devem evitar a propagação de incêndio.

A norma NBR 5410:2004 impõe restrições quanto a resistência ao fogo para os cabos e condutos fechados em locais BD2, BD3 e BD4.

Curvas e Derivações: Elementos metálicos construídos e configurados para derivações, desvios e conexões entre os leitos de cabos e as condições de desvios e seus acoplamentos finais.

Apoios: Mão francesa: Componentes que tem como função sustentar e apoiar os leitos de cabos no seu encaminhamento mecânico. Fabricados em chapas metálicas e perfilados 38x38 galvanizados a quente.

Fixação: Parafusos, Pinos, Porcas e Arruelas: Componentes que tem como função a fixação e o travamento entre componentes estruturais das peças que compõem o encaminhamento mecânico dos cabos.

Suportes: Sapatas, perfilados, suporte em ângulo: Suportes estruturais são elementos integrados e projetados que tem como objetivo a correspondência dos esforços necessários para a sustentação de uma carga.

A suportação são projetadas através de analises de engenharia e avaliações dos seus materiais (cálculo dos esforçoss Esta análise estrutural pode ser estática, considerando cargas constantes no tempo, ou dinâmica, levando em conta as variações das cargas e os modos de vibração da estrutura.

Fixação Permanente ou Definitiva: Métodos – Soldagem, Aparafusamento, Pinagem: Estes métodos são utilizados em montagem industrial de acordo com as condições prevista pelo projeto ou pelo cliente. Ficando sempre no requisito da melhor técnica a ultima palavra.

Pintura e acabamento: Todas as atividades ou condições de montagem onde os materiais utilizados forem por parte do cliente solicitado tratamentos Físicos - Químicos deverão ser a especificado o método ou a técnica de aplicação.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Instrumentação industrial

É a área de monitoramento industrial, que tem como tarefa, controlar, indicar registrar, medir, corrigir, avaliar os resultados do comportamento das variáveis dos processos operacionais das plantas industriais.
Instrumentação é a ciência que aplica e desenvolve técnicas para adequação de
Instrumentos de medição, transmissão, indicação, registro e controle de variáveis físicas em equipamentos nos processos industriais.
Nas indústrias de processos tais como siderúrgica, petroquímica, alimentícia, papel, etc.; a Instrumentação é responsável pelo rendimento máximo de um processo, fazendo com que toda energia cedida, seja transformada em trabalho na elaboração do produto desejado.
As principais grandezas que traduzem transferências de energia no processo são:
Pressão,
Nível,
vazão,
Temperatura;
As quais denominamos de variáveis de um processo.
Classificação de instrumentos de medição são divididos em vários métodos divididos por função:
- Sinal transmitido ou suprimento
Instrumentação é a ciência que aplica e desenvolve técnicas para adequação de instrumentos de indicação, registro e controle de variáveis físicas em equipamentos nos processos industriais.
Nas indústrias de processos tais como: petroquímica, siderúrgica, alimentícias, têxtil de papel etc., a instrumentação é responsável pelo rendimento máximo de um processo, fazendo com que toda energia cedida seja transformada em trabalho, na elaboração do produto desejado. Entre as grandezas que traduzem transferências de energia no processo, podemos citar: pressão, nível, vazão etc., as quais denominamos de variáveis de um processo.
Os instrumentos podem estar interligados entre si para realizar uma determinada tarefa nos processos industriais. A associação desses instrumentos chama-se malha, e em uma malha cada instrumento executa uma função.
Aspectos gerais em instrumentação se manifestam nas especificações através dos seguintes aspectos:
• aplicação
• desempenho
• operação
• físico
• econômico
Área de aplicação - É a área técnica para a qual o instrumento é adequado, (ex. Analise experimental de tensões, Química analítica, elasticidade.
Aspectos básico de desempenho - Precisão, exatidão e incerteza
Características estáticas dos instrumentos : Velocidade.
As características físicas de um instrumento devem incluir:
• configuração física, dimensional, massa e volume
• requerimentos de transporte e armazenamento
• critérios de segurança e saúde para o operador e confiabilidade.
Este aspecto trata da probabilidade de um instrumento fazer uma certa função sob certas condições, ou seja, a probabilidade de não falhar em um certo tempo,
Manutenção, caso o instrumento falhe qual seria a probabilidade que num certo intervalo de tempo o instrumento possa ser concertado.
Aspectos físicos e Interface elétrica de um instrumento devem incluir:
- potência
- comunicações
- compatibilidade eletromagnética
As características da interface mecânica de um instrumento devem incluir:
- características mecânicas típicas do instrumento
- métodos de montagem do instrumento
- interface térmica, necessidades do instrumento para remoção de calor
- controle de temperatura interno ou externo
Aspectos econômicos a serem tomados em conta destacamos:
• custo inicial
• custo operacional
• custo de instalação
• peças de reposição
Aspectos ergonômicos tem como objetivos básicos:
• criar boas condições de trabalho
• realizar uma interface homem - máquina adequada
• apresentar informações de forma a permitir sua correta interpretação
• posicionar e implementar mecanismos de controle adequados ao ser humano
Os mostradores devem permitir:
• a apresentação de informação quantitativa
• a apresentação de informação qualitativa
• a apresentação de informações de “status”
• a apresentação de informações de forma gráfica
• a apresentação de informações de forma alfanumérica ou simbólica
Os controles devem permitir:
• a introdução de informações quantitativas
• a introdução de informações alfanuméricas ou simbólicas
• a introdução de controles de emergência
Janela auditiva e visual:
O ser humano apresenta limitações sensoriais que devem ser respeitadas.
O objetivo de qualificar um instrumento ou sensor é estabelecer sua adequação
para uma particular aplicação.
Estes testes incluem procedimentos de metrologia :
• Calibração estática
• Calibração dinâmica
• Ambiente operacional
• Durabilidade
• Confiabilidade
Além destes testes outros procedimentos se fazem necessários para garantir a abrangência da qualificação:
• exame visual
• inspeção mecânica
• testes para variações na excitação
• teste para verificar efeitos de “warm-up”
• testes para ruídos de contato
• testes de sobre-excitação
• testes para efeitos de posição
Classes de instrumentos:
Podemos classificar os instrumentos e dispositivos utilizados em instrumentação de acordo com a função que os mesmos desempenham no processo.
Indicador - instrumento que dispõe de um ponteiro e de uma escala graduada, na qual podemos ler o valor da variável. Existem também indicadores digitais, que indicam a variável em forma numérica, com dígitos.
Registrador - instrumento que registra a variável, através de um traço contínuo ou pontos, em um gráfico.
Transmissor - instrumento que determina o valor de uma variáve1 do processo através de um elemento primário, tendo o mesmo sinal de saída (pneumático ou eletrônico os mais usados), cujo valor varia apenas em função da variável do processo.
Transdutor - instrumento que recebe informações na forma de urna ou mais quantidades físicas modifica, caso necessário, as informações e fornece um sinal de saída resultante. Dependendo da aplicação o transdutor pode ser um elemento primário, um transmissor ou outro dispositivo.
Controlador - instrumento que compara a variável controlada com um valor desejado e fornecer um sinal de saída, a fim de manter a variável controlada em um valor específico ou entre valores determinados. A variável pode ser medida diretamente pelo controlador ou, indiretamente, através do sinal de um transmissor.
Elemento final - instrumento que modifica diretamente o valor da variável manipulada de uma malha de controle.


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Energia Eólica a energia cinética - Wind Energy


Energia Eólica a energia cinética
- Wind Energy Energia dos Ventos

Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cataventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.

Assim como a energia hidráulica, a energia eólica é utilizada há milhares de anos com as mesmas finalidades, a saber: bombeamento de água, moagem de grãos e outras aplicações que envolvem energia mecânica.

Para a geração de eletricidade, as primeiras tentativas surgiram no final do século XIX, mas somente um século depois, com a crise internacional do petróleo (década de 1970), é que houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar o desenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial.

A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente, existem mais de 30 mil turbinas eólicas em operação no mundo.

Em 1991, a Associação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas a instalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano 2000 e 11.500 MW até o ano 2005. Essas e outras metas estão sendo cumpridas muito antes do esperado (4.000 MW em 1996, 11.500 MW em 2001).

As metas atuais são de 40.000 MW na Europa até 2010. Nos Estados Unidos, o parque eólico existente é da ordem de 4.600 MW instalados e com um crescimento anual em torno de 10%. Estima-se que em 2020 o mundo terá 12% da energia gerada pelo vento, com uma capacidade instalada de mais de 1.200GW (WINDPOWER; EWEA; GREENPEACE, 2003; WIND FORCE, 2003).

Recentes desenvolvimentos tecnológicos (sistemas avançados de transmissão, melhor aerodinâmica, estratégias de controle e operação das turbinas etc.) têm reduzido custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos.

O custo dos equipamentos, que era um dos principais entraves ao aproveitamento comercial da energia eólica, reduziu-se significativamente nas últimas duas décadas.

ÁREA DE TRABALHO - wind energy sector has created new jobs

O setor europeu da energia eólica tem criado novos postos de trabalho todos os dias durante os últimos cinco anos, de acordo com a European Wind Energy Association (EWEA).

De acordo com o EWEA, postos de trabalho em energia eólica tem aumentado mais que 50% em geração de empregos, exemplo hoje são 154.000 empregos e são esperado até 2020 de 325.000 de novos empregos.

Em 2007, a energia eólica aumentou mais do que qualquer outro de tecnologia de geração de energia na União Europeia União Europeia (UE).
O crescimento da capacidade eólica instalada tem sido acompanhado por um aumento relacionado a novos postos de trabalho. Segundo EWEA, o setor empregava 154.000 pessoas em 2007e 108.600 em empregos diretos e o resto indiretamente.

Em termos de perfis profissionais, o relatório mostra que os fabricantes de turbinas são os principais empregadores, com 37% de todos os postos de trabalho diretos, seguido por fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de projetos.
Nos Estados-Membros da União Européia atualmente 75% dos empregos diretos da energia eólica encontram-se nos três países, que são: Dinamarca, Alemanha e Espanha, mas em outros países, como França, Reino Unido e Itália estão começando agora a evoluir neste mercado.

A energia eólica pode dar um enorme impulso para o bem-estar econômico, oferecendo uma maior independência energética com menores custos na geração de energia com redução dos riscos do preço do combustível e com melhor competitividade.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Comissionamento - Artigo 01/05


Comissionamento
Definição
Comissionamento é o processo de assegurar que os sistemas e componentes de uma edificação ou unidade industrial sejam projetados, instalados, testados, operados e mantidos de acordo com as necessidades e requisitos operacionais do proprietário. O comissionamento pode ser aplicado tanto a novos empreendimentos quanto a unidades e sistemas existentes em processo de expansão, modernização ou ajuste.
O comissionamento são conjuntos de técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de
forma integrada a uma unidade (ou planta) industrial, visando torná-la operacional, dentro dos requisitos estabelecidos pelos cliente final.
– Assegurar a transferência da unidade industrial do construtor para o operador de forma ordenada e segura, garantindo sua operabilidade em termos de desempenho confiabilidade e rastreabilidade de informações.
– Disciplina específica e independente
Na prática, o processo de comissionamento consiste na aplicação integrada de um conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia para verificar, inspecionar e testar cada componente físico do empreendimento, desde os individuais, como peças, instrumentos e equipamentos, até os mais complexos, como módulos, subsistemas e sistemas.
As atividades de comissionamento, no seu sentido mais amplo, são aplicáveis a todas as fases do empreendimento, desde o projeto básico e detalhado, o suprimento e o diligenciamento, a construção e a montagem, até a entrega da unidade ao cliente final, passando, muitas vezes, por uma fase de operação assistida.
Os procedimentos de testes e partidas para operação das plantas industriais são divididas em Pré-Comissionamento e de comissionamento
Encerradas as atividades como instalação mecânica, testes hidrostáticos, entre outros, dá-se início a uma seqüência de etapas que constituem o chamado Pré-Comissionamento.
O Pré-Comissionamento engloba a calibração dos instrumentos, os procedimentos de limpeza e verificação, a energização de painéis, os testes de malha e de instrumentos, entre outras atividades primordiais para se iniciar o comissionamento propriamente dito.
Disciplina independente
O comissionamento de grandes empreendimentos industriais (tais como plataformas de óleo e gás, plantas químicas e petroquímicas, oleodutos, gasodutos e estações de compressão, centrais e subestações elétricas, usinas siderúrgicas, plantas de papel e celulose, usinas termelétricas e hidrelétricas, grandes edifícios, pontes, rodovias e ferrovias) é uma especialidade técnica complexa e sofisticada, que tende modernamente a ser encarada como uma disciplina específica e independente, tão importante quanto as especialidades tradicionais de engenharia (civil, naval, química, mecânica, elétrica, eletrônica, instrumentação, automação e telecomunicações).
Objetivo e impacto
O objetivo central do comissionamento é assegurar a transferência da unidade de construção civil ou industrial do construtor para o proprietário de forma ordenada e segura, garantindo sua operabilidade em termos de desempenho, confiabilidade e rastreabilidade de informações. Adicionalmente, quando executado de forma planejada, estruturada e eficaz, o comissionamento tende a se configurar como um elemento essencial para o atendimento aos requisitos de prazos, custos, segurança e qualidade do empreendimento.
A Complexidade
– Variedade e quantidade de “objetos comissionáveis”: milhares de equipamentos, instrumentos, circuitos, malhas, trechos de tubulação, skids, módulos, sistemas e subsistemas.
– Planejamento, execução e controle de milhares de atividades de inspeção e teste exercidas sobre os “objetos comissionáveis”.
– Períodos extensos e grandes mobilizações de pessoal, chegando a atingir centenas de milhares de homens-hora.
Gestão do Comissionamento
Em projetos de grande porte, o grande volume e complexidade dos dados de comissionamento, aliado à necessidade de garantir a eficiente rastreabilidade e disponibilidade de todas as informações envolvidas, demandam a utilização de sistemas de gestão do comissionamento cada vez mais poderosos e sofisticados, capazes de otimizar o planejamento e acompanhamento de todas as atividades dessa importante fase do ciclo de vida do ativo industrial.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil

Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Valor Econômico


Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil
Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros


Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica

A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.

Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista "Custo Brasil", em março.

As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias.

A indústria automobilística foi a vanguarda da indústria e da difusão do "way of life" americano. Mas não é coisa do passado. Ela é hoje mais importante que há 40 anos. Entre as indústrias centrais, a metal-mecânica se destaca. E nela, a indústria automotiva é o carro-chefe, e continua sendo considerada um passaporte para o Primeiro Mundo. JK foi um estadista, entre outras razões, por ter percebido isso. Mas ao contrário de todas as outras grandes nações, o Brasil não buscou ter sua própria marca.

Após a Segunda Guerra, o Japão era um país destruído. No início da década de 50, grupos de engenheiros e técnicos da Toyota viajaram para os EUA com o intuito de aprender a produzir automóveis competitivos. O jogo já era global. Ao visitarem as instalações da Ford perceberam que não teriam condições de vencer adotando o fordismo. Assim, com forte apoio do governo, criaram seu próprio jeito de produzir. Uma geração depois, a administração Reagan imporia cotas de importações sobre o Sistema Toyota de Produção. Combinando automação de baixo custo com trabalhador multifuncional, a Toyota revolucionou a indústria mundial.

No início da década de 60, o Produto Nacional Bruto (PNB) per capita sul-coreano era menor do que o do Sudão e não ultrapassava 33% do mexicano. A rápida industrialização da Coreia do Sul derivou em grande parte da imitação (engenharia reversa). Como no Japão, as empresas coreanas dependeram das diretrizes governamentais. Seu governo também colocou a indústria automobilística como prioridade. Hyundai e Kia são referências hoje na indústria automobilística mundial. A Kia atualmente se faz presente em mais de 170 países. Essa empresa foi a primeira fabricante de veículos sul-coreana e a sua primeira exportadora de automóveis. Em 1986, a Hyundai iniciou a exportação para os EUA. Somente a partir de 1991 apresentou o primeiro motor de fabricação própria. Com uma imagem inicialmente associada à má qualidade, a montadora decidiu investir em qualidade e design. Os esforços da Hyundai foram premiados com um dos mais prestigiados prêmios de design e qualidade da indústria.

A indiana Tata Motors possui, desde 2005, uma aliança estratégica com a Fiat. Através de subsidiárias e companhias associadas, a Tata opera na Grã-Bretanha, na Coreia do Sul, na Tailândia e na Espanha. Destaca-se também uma joint venture com a empresa brasileira Marcopolo, constituída a partir de 2006.

As empresas chinesas começaram a fazer carros nos anos 90 e até recentemente não exportavam. Hoje, com poucos anos de vida, já estão na vanguarda em muitas tecnologias automotivas. A China também aposta pesadamente na indústria automobilística como o passo fundamental rumo ao desenvolvimento, sendo estatais a maioria das suas empresas.

A importância da indústria automobilística é tão grande que o Japão passou a ser considerado um país desenvolvido na época em que suas exportações de automóveis passaram a inundar os EUA. Já os EUA passaram a ser considerados em decadência, nos anos 80, quando ficou clara sua falta de competitividade neste setor.

A GM nunca se recuperou plenamente da invasão japonesa. Nem mesmo com proteção do Estado e copiando o que podia das técnicas toyotistas. No mês passado, a GM foi nacionalizada por inviabilidade de seu modelo de negócio e falta de fôlego para mudar. Mas as técnicas japonesas são como um estilingue perto do poder de destruição dos baixos custos de manufatura chineses e indianos e seu carro de US$ 2 mil.

Os custos chineses e indianos são ainda uma ameaça pequena perto do carro elétrico. Quem já abriu o capô de um carro elétrico não ficará surpreendido com essa afirmativa. São poucas peças. Não requer as caras peças de transmissão mecânica, injeção, refrigeração e lubrificação. O motor elétrico custa uma fração de um motor a combustão. Resolvido o problema da bateria - em breve -, o carro elétrico custará menos que os carros convencionais, terá custo de abastecimento muito menor, desempenho superior em torque e sem barulho. Deve ainda contar com incentivos governamentais por razões ambientais. Para complicar as coisas, os chineses estão na vanguarda, com o primeiro carro elétrico de baixo custo em operação comercial.

A indústria automobilística tal como vemos hoje estará enterrada em 15 anos. Muitas empresas sucumbirão em razão da depreciação de seus ativos. Os governos mais uma vez salvarão suas marcas nacionais, para salvar o próprio futuro. Enquanto se adaptam ao carro elétrico e aos asiáticos, serão estatais, paraestatais ou viverão às custas dos Estados.

A nova indústria automobilística ainda está para ser construída. Esta é a hora de entrar. Algumas empresas de energia brasileiras já estão fazendo testes superficiais com carros elétricos. Mas é pouco. O carro elétrico significará impactos profundos nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica. O governo precisa urgentemente de um programa para sua fabricação, o que pode ser a chance de se ter uma marca brasileira. Isso é o futuro. O ocaso da GM é uma oportunidade única em um século. A solução alemã para a filial europeia pode servir de inspiração

Gustavo A. G. dos Santo é doutor em Economia pelo IE/UFRJ e funcionário do BNDES, gustavoag.santos@gmail.com .

Rodrigo Medeiros é professor adjunto da UFES, medrodrigo@gmail.com.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Unidade Termelétrica queima de bio-massa de cana

Geração de Energia Elétrica,através da queima da biomassa da cana na caldeira e com a geração de vapor (força mecânica) que impulsiona a turbina e roda o gerador em uma determinada frequência ,e assim de maneira suscinta temos a eletricidade.

domingo, 3 de maio de 2009

Industrial Process - Processo Industrial


Industrial processes are procedures involving
chemical or mechanical steps to aid in the manufacture of an item or items, usually carried out on a very large scale.

Industrial processes are the key components of heavy industry.

Most processes make the production of an otherwise rare material vastly cheaper, thus changing it into a commodity; i.e. the process makes it economically feasible for society to use the material on a large scales, in machinery, or a substantial amount of raw materials, in comparison to batch or craft processes. Production of a specific material may involve more than one type of process. Most industrial processes result in both a desired product(s) and by-products, many of which are toxic, hazardous, or hard to deal with. Very, very few processes are self-contained.

Processos industriais são processos que envolvem química e etapas mecânicas nos passos para a fabricação de item ou itens, na produção em grande escala.

Processos industriais são as principais etapas na industrialização pesada.

A maioria dos processos para transformar na produção de um material raro para fabricação em condições mais baratas, ou modificação em uma commodity, ou seja, o processo deve torna o produto economicamente viável para a sociedade e fornecer condições para produzir estes materiais em grande escala através de maquinários ou uma quantidade substancial de matérias-primas em lotes. A produção de um material específico pode envolver mais de um tipo de processo.

A maioria dos processos industriais resultam em um produto desejado tanto (s) e sub-produtos ou até mesmo produtos tóxicos, perigosos ou difícil de lidar.

segunda-feira, 23 de março de 2009

processo industrial

processo industrial
produção industrial
refinaria
petroquímica
plataformas marítimas
off shore
on shore
montagem 
engenharia
projeto
instrumentação industrial
automação
elétrica
tubulação
estrutura
mecânica
hidrocarbonetos
derivados
gás 
gasolina
diesel
gasóleo
neutro
processo de separação
processo de conversão
processo tratamento