quarta-feira, 14 de abril de 2010

Solda - Soldagem no processo industrial



Diariamente, quilômetros de tubulações, estruturas, tanques e torres de aço são construídos no mundo para os mais variados usos no processo industrial.

As tubulações de aço são soldadas em uma linha sem fim, formando verdadeiras redes onde transportam fluidos que se tornam essenciais para a produção industrial.

A estruturas metálicas são erguidas formando enormes construções nos grandes complexos e polos industriais.

Equipamentos e torres de aço são construidos em partes atraves de uma montagem aonde vão se tornando peças excenciais da indústria em sua produção.
Atendendo às especificações técnicas e aos requisitos de segurança necessários a manutenção dos profissionais envolvidos juntamente com o correto fluir do processo industrial.
São desenvolvidos nos últimos anos materiais e processos de soldagem especiais que evoluem com o segmento industrial.

O principal processo de soldagem utilizado na instalação de tubulaçõese equipamentos do processo industrial é a soldagem manual com eletrodo revestido e através da sua facilidade e versatilidade é o mais usado.








Reduzindo custos e aumentando a produtividade as empresas de construção e montagem adotou o processos de soldagem semi-automáticos ou totalmente automáticos com arames tubulares com alma metálica ou não metálica e arames sólidos.
Os arames tubulares podem ser com proteção gasosa ou auto protegidos.
Os métodos, para a soldagem manual, com referência especial às práticas operacionais e à avaliação da qualidade, devido ao seu considerável uso ainda hoje, porém sem desprezar os métodos mais modernos e produtivos que serão cada vez mais utilizados no futuro.
A instalação de dutos, tubulações e equipamentos industriais tem em sua fabricação e montagem, varios tipos aço empregados em suas tubulações.
No processo industrial que estão envolvidos este elemento metálicos tem requisitos que atendam as variaveis do processo, tal como os seus equipamentos.
As normas utilizadas em especial as dos processos de soldagem, dão ênfase à soldagem de Tubulações - dutos para transporte de óleo e Gás, considerando-se também a soldagem de tubulações de elevada resistência (API 5L X-80).
Fabricação de tubulações e dutos terrestres no seu processo de instalação estão envolvidos nas seguintes condições.
Faixa de domínio
Corresponde a locação da tubulação ou ao local de abertura da vala para implantaçãodos tubos soldados.
A abertura e a locação desta faixa para tubulação e seus equipamentos interligados, devem se levar em consideração o menor impacto possível ao meio ambiente, acesso operacional, segurança da unidade, tal como dos seus operadores.
As diretrizes que a equipe da montagem e execução para soldagem em tubulações em vala ou canaletas, devem levar em consideração a sua localização em relação a execução das atividades ou seja, localizar-se em uma de suas laterais da vala, de forma a possibilitar espaços para futuras instalações.
Os cursos d’água devem ser mantidos e canalizados, caso necessário.
A diretriz definida pelo projeto deve ser marcada ao longo da faixa de domínio, que deve ser devidamente identificada.
Soldagem
A soldagem das juntas segue um procedimento de soldagem previamente aprovado e é realizada por soldadores qualificados.
Inspeção das soldas
Após a soldagem, as juntas são inspecionadas quanto à presença de descontinuidades, tendo com critério de aprovação requisitos de normas definidos em projeto.

Megacomplexo siderúrgica entra em operação no Rio


ThyssenKrupp CSA inicia algumas operações no Rio



Qua, 14 de Abril de 2010 - Valor Econômico/ Genilson Cezar, para o Valor, de São Paulo
Depois de várias idas e vindas, provocadas pelo impacto da crise financeira mundial, o megacomplexo siderúrgico da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), parceria do grupo alemão ThyssenKrupp e a Vale, que está sendo construído em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, deve começar a operar algumas atividades. A usina vai funcionar numa área de 9 milhões de metros quadrados, como várias fábricas interligadas, para produzir a placa de aço, que é o produto final. O porto do complexo industrial, localizado às margens da Baía de Sepetiba, que tem capacidade de importar 4 milhões de toneladas de carvão e vai exportar 5 milhões de placas de aço, já está em operação.

O pátio de armazenamento de minério e de carvão também está ativado e recebe os primeiros embarques do carvão importado e as primeiras encomendas de minério enviado pela Vale. A unidade da termoelétrica foi testada e condicionada para entrar em operação com o processo de produção todo, e a sinterização do aço, igualmente, está em fase de testes e condicionamento.

"Temos um processo parcialmente inaugurado, mas alguns processos ainda estão sendo testados e finalizados. Estimamos que a produção de placas ocorra em meados deste ano", avalia Rodrigo Tostes, vice-presidente financeiro da ThyssenKrupp CSA. "Trata-se de um programa complexo de implantação e estamos concluindo os testes das plantas de água, de oxigênio, da própria termoelétrica, das turbinas, dos altos fornos e da aciaria. A produção plena, com os dois altos fornos, deve demorar mais um ano para chegar ao seu nível máximo", diz.

A grande complexidade do empreendimento, segundo ele, é que nenhuma empresa no mundo construiu uma planta para produzir 5 milhões de toneladas de aço de uma vez, sem passar por etapas de expansão. O megaprojeto envolve € 5,2 bilhões, dinheiro investido pela ThyssenKrupp CSA com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Tostes admite ter havido problemas durante a construção por dificuldades orçamentárias, mas garante que a planta vai atender aos interesses dos investidores.

"É o maior investimento privado do Brasil nos últimos anos. e a estratégia do projeto faz parte de um crescimento global que o grupo ThyssenKrupp traçou para os próximos anos. Vamos exportar 60% dessa produção para os Estados Unidos e 40% para a Europa, especialmente para a Alemanha. Estamos falando de um aumento da balança comercial na faixa de US$ 1 bilhão, e crescimento da exportação de aço de 40% do aço brasileiro", afirma.

Mais conhecida no Brasil pela sua atuação na fabricação de elevadores e escadas rolantes, a ThyssenKrupp aporta no Rio seu primeiro investimento no mercado siderúrgico. "O objetivo é fortalecer a nossa participação no mercado europeu e principalmente nos países que integram o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio-Nafta (Estados Unidos, México e Canadá", diz Tostes. No Brasil, a planta abre grandes perspectivas de emprego, numa regiões mais carentes do Rio, que é o distrito industrial de Santa Cruz. No canteiro de obras, desde o início da construção, foram envolvidas cerca de 150 mil pessoas, entre empregos diretos e terceirizados. Quando a planta estiver em operação plena, em meados de 2011, terá 3,5 mil empregos diretos e outros 10 mil indiretos, além de movimentar mais de 20 mil fornecedores.

A concepção da usina, de acordo com Tostes, orienta-se por adotar modernas tecnologias e rígidos padrões ambientais. Segundo ele, antes mesmo de iniciar suas operações, a planta tem projetos voluntários para redução de emissões que totalizam o volume de 1,7 milhão de toneladas anuais de CO2. Desse total, 1,1 milhão de toneladas correspondem à redução proporcionada pelo fornecimento de escória a ser destinada a uma fábrica de cimento portland da Votorantim que funcionário dentro do complexo siderúrgico.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Devemos nos manter atentos e mobilizados - Contra Dengue














Agora é a hora de estarmos atentos aos resultados que surgem após as grandes chuvas e seus represamentos a DENGUE.
Devemos tomar medidas preventivas e impedir que a dengue chegue até a minha e a sua casa, o meu e o seu bairro, a minha cidade, a sua cidade ou município, e a melhor atitude é combater os focos de acúmulo de água.
Esses locais são propícios para a criação e reprodução do mosquito transmissor da dengue. Ajude o Brasil a combater a dengue.

domingo, 11 de abril de 2010

Talude - Solução básica contra queda de barreira













Talude natural é aquele que foi formado há muitos milhões de anos. Encontramos os taludes naturais principalmente nas encostas de montanhas. Os taludes naturais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha curva. A parte de dentro afunda mais depressa que a beirada. As casas tendem a tombar para dentro. Lá em baixo, parece que o chão levanta. As casas tombam para dentro ou são levadas pela lama como se fossem barquinhos.

Talude artificial é aquele que foi construído pelo homem. Encontramos os taludes artificiais principalmente nos aterros, nos bota-foras e lixões. Os taludes artificiais, quando se rompem, parecem que escorregam ao longo de uma linha reta. A beirada afunda mais depressa que a parte de dentro. As casas tendem a tombar para fora. Lá em baixo, a encosta cai sobre as casas que ficam soterradas. A saturação do terreno ocorre porque mais água entrou do que saiu. Uma das melhores providências preventivas é evitar que a água entre no terreno. Então, o que podemos fazer para evitar que a água penetre no terreno.

Os taludes de corte e aterro resultantes da construção de estradas, rodovias, aeroportos, indústrias e outros empreendimentos necessitam, além da drenagem, ser protegidos de maneira eficiente para evitar a formação de focos erosivos e deslizamentos. As técnicas e produtos a serem utilizados dependem de vários fatores, como: inclinação do talude, suscetibilidade à erosão, tipo de proteção desejada (definitiva ou temporária), altura do talude, tipo de drenagem adotada, etc. O uso da técnica inadequada irá comprometer a segurança do talude, por isso é necessário obter todas as informações para escolher a técnica e produto corretos.

As biomantas antierosivasprotegem o talude antes do estabelecimento da vegetação, e a escolha dabiomanta adequada é importante para se obter êxito no trabalho e atender as exigências do cliente.




É importante salientar que a vegetação exerce papel fundamental na estabilidade do talude. Com a utilização de diferentes espécies, a proteção atinge maior profundidade no solo, garantindo maior estabilidade.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Primeiro passo para viver bem no Morro - Contra quedas de barreiras


Morar no morro pode ser agradável e seguro, Mas é preciso: construir com segurança, conservar as barreiras, manter limpos os caminhos das águas.
No morro tem lugares que não servem para morar, mesmo tomando todos os cuidados.

Morar no morro pode ser agradável e seguro, a segurança nos morros depende:
Do tipo de solo, da quantidade de água que se infiltra no solo, da posição da casa, dos cuidados com o lugar da limpeza das linhas d’água.

Sua casa está em risco:

1. RISCO BAIXO

2. RISCO MUITO ALTO

Vamos criar novos hábitos, O lixo jogado nas barreiras acumula água e quando fica pesado, escorrega, arrastando o solo.

O lixo jogado nos canais e canaletas impede a passagem das águas, além de atrair ratos, baratas e insetos, transmissores de doenças.



Devemos juntar o lixo produzido nas nossas casas, colocar o lixo em depósitos, conserva o meio ambiente, evita queda de barreiras e protege a nossa saúde.

Plantar nas encostas: capim braquiária, capim gordura, capim-de-burro, capim sândalo, capim gengibre, grama germuda, capim chorão, grama pé-de-galinha, grama forquilha e grama batatais ajuda a manter o morro sadio.


É bom plantar nos morros.



As plantas ajudam a conservar o terreno, pois evita que a terra seja carregada pela água da chuva. Além disso, é muito agradável um jardim em volta de nossa casa.
Plantar perto das casas: pequenas fruteiras, plantas medicinais e de jardim: cidreira, boldo e capim santo, pata-de-vaca, hortelã, jasmim, rosa, leucena, pinha, acerola, urucum, laranja, limão, araçá, goiaba, pitanga, carambola, ajuda a fixação do solo nas encostas.

Nas comunidades as obras coletivas como escadarias, canais, canaletas, vegetação, muros, cimentados e ruas são obras importantes, todas as pessoas são responsáveis pelo lugar onde mora.

Cada um deve fazer a sua parte, conservando as obras coletivas.

Assim vamos desenhar o lugar onde queremos e podemos morar.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

S.O.S. Niterói


Amigos,

Nossa cidade está precisando de solidariedade. Quem puder, colabore:

Pontos de entrega de doações:

*Escola Municipal Paulo Freire - Rua Soares Miranda 77, Fonseca. Telefone: 2718-5121

*Clube Canto do Rio - Rua Visconde do Rio Branco 701, Centro. Telefone: 2710-0072

*Colégio Salesiano - Rua Santa Rosa 207, Santa Rosa. Telefone: 3578-9400

*Centro Educacional de Niterói (Centrinho) - Rua Itaguaí 173, Pé Pequeno. Telefone: 2611-0000

*Creche do Gema na Martins Torres endereço: Rua Martins Torres 479, Niterói - Parte dos desabrigados

do Morro do Bumba foi levado para essa creche

*Colégio Estadual Guilherme Briggs - Rua Doutor Mário Viana 625, Santa Rosa Telefone: 2711-1966

*Quadra da Escola de Samba Acadêmicos do Cubango - Rua Noronha Torrezão 560, Cubango

*Escola Estadual Alberto Brandão - Rua Castro Alves, 22 - Fonseca

*Plaza Shopping - Rua Quinze de Novembro 8.

Itens Importantes a serem doados:

Água potável * Alimentos prontos * Co1chonetes * Material de higiene pessoal * Produtos de limpeza *

Roupas e Sapatos

- Há muitas crianças e bebês. Fraldas e roupas infantis são importantíssimas.

- Verifique a validade dos alimentos antes de entregá-Ios.

Solidariedade é fundamental nesse momento.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Como funciona o carro híbrido

Como funciona o carro híbrido:  meio à motor de combustível fóssil, meio à motor elétrico (motor à célula combustível)

O motor à célula combustível é um motor elétrico movido a hidrogênio que ao invés de se inflamar sua reação eletroquímica libera energia elétrica que move o automóvel, isso em um recipiente chamado "célula combustível".

domingo, 4 de abril de 2010

Andrade Gutierrez negocia arrendamento do Mauá

A Andrade Gutierrez está arrendando o estaleiro Mauá, um dos ícones da indústria naval brasileira, cuja história começou em meados do século XIX pelas mãos do maior empresário do Brasil Imperial, o Barão de Mauá. O estaleiro, uma das principais instalações para construção e reparo de plataformas do Estado do Rio, é controlado pelo Grupo Synergy, de German Efromovich, que nos últimos anos tem enfrentado a Petrobras em várias disputas comerciais.

Os contenciosos com a estatal estariam, segundo fontes do setor, entre as razões para que Efromovich tenha decidido transferir a operação do estaleiro para uma empresa concorrente no setor de óleo e gás. Procurado, o empresário não foi localizado. A secretária de Efromovich disse que ele se encontra de férias no exterior e não poderia ser localizado. Uma fonte da área naval confirmou, porém, que há cerca de três meses Efromovich começou tratativas para o arrendamento do Mauá com altos executivos da Andrade. O outro estaleiro do Grupo Synergy, o Eisa - Estaleiro Ilha, do Rio, está fora do negócio.

O Valor apurou que a Andrade Gutierrez deve assinar com o Mauá contrato de arrendamento de longo prazo com opção de compra - ao final do período - das instalações do estaleiro. Situado na Ponta d'Areia, entre um maciço de pedra e a Baía de Guanabara, em Niterói (RJ), o estaleiro tem 180 mil m2 de área no local, outras duas unidades nas ilhas do Caju e da Conceição (Niterói) e de um terreno com saída para a baía em São Gonçalo.

As instalações do Mauá serão importantes na estratégia da Andrade de posicionar-se no Rio para atender o mercado offshore. A empresa está transferindo integralmente sua área de engenharia industrial de São Paulo para o Rio porque quer crescer nesse e em outros negócios. Vê oportunidades em segmentos como saúde e construção para classes C e D, neste caso associando-se minoritariamente a empresas do setor com experiência na concessão de crédito.

Na área naval e offshore, a avaliação de executivos da indústria é de que o arrendamento do Mauá é um bom negócio para a Andrade - e também para Efromovich - porque estava cada vez mais difícil para o estaleiro fechar contratos por força dos problemas com a Petrobras. Uma fonte que conhece o Mauá afirmou: "German (Efromovich) está inibido pela Petrobras para concorrer diretamente em licitações abertas pela empresa."

Oficialmente, a Petrobras nega qualquer restrição ao Mauá. Sua assessoria de imprensa informou ontem que "não há impedimento para o estaleiro Mauá participar de licitações na Petrobras". Nos bastidores, porém, as informações têm sido contraditórias. Em 2009, o governo do Estado chegou a interceder em favor do Mauá quando surgiram informações de que estaria inabilitado para fornecer à estatal.

As relações entre a Petrobras e Efromovich, que nunca foram boas, pioraram depois que a Polícia Federal deflagrou, em 2007, a Operação Águas Profundas, que investigou esquema de fraudes em licitações para reparos de plataformas da Petrobras. Executivos do Mauá foram denunciados na operação. O diretor comercial do Mauá à época das denúncias, José Roberto Bello Simas, afastado da empresa, tornou-se réu no processo. Simas teria assumido a responsabilidade pelos fatos descritos na denúncia, por meio de confissão realizada por escritura pública.

A Águas Profundas foi mais um capítulo de uma longa história de brigas entre Efromovich e a estatal, a começar pelos contratos de arrendamento de seis plataformas de perfuração, conhecidas como Ametistas, entre a empresa Marítima, do empresário, e a Petrobras, em briga que terminou nos tribunais. Segundo fontes, recentemente o Mauá teve um novo desgaste com a Petrobras no contrato de R$ 1,2 bilhão para construção de uma gigantesca estrutura metálica (conhecida como "jaqueta" no jargão da indústria do petróleo). Essa estrutura pertence à plataforma de produção de gás de Mexilhão, destinada à Bacia de Santos. Uma fonte disse que o Mauá tentou cobrar valores adicionais no contrato e a Petrobras não aceitou, o que teria levado a empresa a se enfraquecer ainda mais perante a estatal.

Fonte: Valor Econômico/ Vera Brandimarte e Francisco Góes, de Nova York e do Rio

quinta-feira, 1 de abril de 2010