sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Técnica de Material


Técnica de Material

As atividades no manuseio dos materiais existem desde a mais remotas épocas. Através das trocas de caças e de utensílios até chegarmos aos dias de hoje, passando pela Revolução Industrial. Produzir, estocar, trocar objetos e mercadorias é algo tão antigo quanto à existência do ser humano.

A Revolução Industrial, séc. XVIII e XIX aumentaram as atividades mercantis e sofisticou as operações de comercialização dos produtos, forçando as “compras” e os “estoques”.

Modificado os métodos do sistema de fabricação e forçando uma maior escala de estocagem.

O trabalho até naquele momento eram artesanais e sendo em parte substituído pelas máquinas, fazendo com a produção evoluísse para um estágio tecnologicamente mais avançado e os estoques passassem a ser vistos sob outro prisma pelas administrações.

A constante evolução fabril, o consumo, as exigências dos consumidores, o mercado concorrente e novas tecnologias deram novo impulso às técnicas Administração de Materiais, fazendo com que a mesma fosse vista como uma arte e uma ciência das mais importantes para o alcance dos objetivos de uma organização.

As técnicas de materiais devem navegar nas considerações das avaliações e das analises das características do projeto e da construção, devendo ser conforme as áreas envolvidas sejam civil, elétrica ou industrial. Tendo por base na formação do empreendimento projetado as sete regras para orientar as técnicas de materiais:

1- Escopo

2- Especificação

3- Administração

4- Planejamento

5- Organização

6- Qualidade

7- Logística

1 - Escopo: São características do projeto e do empreendimento com relação a sua produção:

a) Natureza: é o fator que fornece os insumos necessários à produção, como as matérias-primas, os materiais, a energia etc.

b) Capital: é o fator que fornece o dinheiro necessário para adquirir os insumos e pagar o pessoal.

c) Trabalho: é o fator constituído pela mão-de-obra, que processa e transforma os insumos, através de operações manuais ou de máquinas e ferramentas, em produtos acabados ou serviços prestados

d) Empresa: é o fator integrador capaz de aglutinar a natureza, o capital e o trabalho em um conjunto harmonioso que permite que o resultado alcançado seja muito maior do que a soma dos fatores aplicados no negócio.

2- Especificação é levantar descrevendo, quantificando e enumerando todos os detalhes em minúcias sobre as características dos materiais a serem empregados no projeto ou empreendimento.

3- Administração: Dirigir recursos humanos, financeiros e materiais, reunidos em unidades organizadas, dinâmicas e capazes de alcançar os objetivos da organização, e ao mesmo tempo, proporcionar satisfação aqueles que obtêm o produto / serviço.

Administração de Materiais moderna é conceituada e estudada como um Sistema Integrado em que diversos subsistemas próprios interagem para constituir um todo organizado. Destina-se a dotar a administração dos meios necessários ao suprimento de materiais imprescindíveis ao funcionamento da organização, no tempo oportuno, na quantidade necessária, na qualidade requerida e pelo menor custo.

4-Planejamento; é o processo de estabelecer objetivos e de determinar o que deve ser feito para alcançá-los. Dividido em 3 tipos:

Planejamento Estratégico – ocupa-se das grandes questões e requer visão de futuro, pois cuida do que se deseja que aconteça nos próximos anos. É nessa fase que são definidas a missão (razão de ser da organização), visão (como a organização quer ser reconhecida), valores, diretrizes, fatores críticos, objetivos e indicadores estratégicos.

Planejamento Tático – interpreta as decisões estratégicas e traça planos concretos a serem aplicados nos próximos meses.

Planejamento Operacional – desdobra a tática em ações do cotidiano.

5 - Organização: Pôr em ordem, arrumar; dispor para funcionar. Constituir em organismo.

6 - Qualidade: É Natureza ou condição própria do material em virtude dos seus atributos; e das suas propriedades ou das suas condições naturais que o distingue dos outros.

7- Logística: A arte e a ciência para abastecer, produzir e distribuir material e produtos no lugar adequado, nas quantidades corretas e nas datas necessárias.

Com base destas setes regras e com as definições claras do projeto são atribuídas as técnicas de material a base do desenvolvimento ideal na execução e construção de qualquer empreendimento.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Primeiro leilão de energia eólica no Brasil



Será realizado no dia 25 de novembro pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) o primeiro leilão de reserva exclusivo de energia eólica.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o objetivo é inserir na matriz energética brasileira esse tipo de energia, que tem potencial de 140 mil megawatts. Os leilões serão promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os interessados em disputar os leilões devem solicitar o cadastramento e a habilitação à Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O prazo se encerrou em 29 de maio para o leilão de reserva.

O leilão atraiu o interesse de um número expressivo de empreendimentos de geração. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) efetuou para o certame o cadastramento de 441 projetos, que juntos somam capacidade instalada de 13.341 MW. Os parques eólicos que pretendem participar do leilão abrangem 11 estados em três regiões.

A região Nordeste obteve o maior número de empreendimentos eólicos inscritos para o leilão, alcançando 322 projetos (73% do total) e 9.549 MW de potência instalada (72% do total). Três estados da região responderam por volumes expressivos na fase de cadastramento: Rio Grande do Norte, com 134 projetos somando 4.745 MW; Ceará, que detém 118 empreendimentos com potência de 2.743 MW; e Bahia, com 51 parques eólicos com capacidade total de 1.575 MW. Da região Sul, foram cadastrados 111 projetos (25%), cuja capacidade soma 3.594 MW (27%). Destaque para o Rio Grande do Sul, com 86 inscritos – 2.894 MW.

O leilão de reserva de energia eólica será a primeira oportunidade real para que um grande número de investidores eólicos participe de uma concorrência como essa, e ver na prática as várias questões que envolvem o marco regulatório para o setor, como a formação de preço, regras de operação, tecnologias mais competitivas para os aerogeradores, importação ou não de equipamentos, financiamentos dos parques e tributação na tarifa de venda de eletricidade, dentre outros assuntos relevantes.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Energia Eólica a energia cinética - Wind Energy


Energia Eólica a energia cinética
- Wind Energy Energia dos Ventos

Denomina-se energia eólica a energia cinética contida nas massas de ar em movimento (vento). Seu aproveitamento ocorre por meio da conversão da energia cinética de translação em energia cinética de rotação, com o emprego de turbinas eólicas, também denominadas aerogeradores, para a geração de eletricidade, ou cataventos (e moinhos), para trabalhos mecânicos como bombeamento d’água.

Assim como a energia hidráulica, a energia eólica é utilizada há milhares de anos com as mesmas finalidades, a saber: bombeamento de água, moagem de grãos e outras aplicações que envolvem energia mecânica.

Para a geração de eletricidade, as primeiras tentativas surgiram no final do século XIX, mas somente um século depois, com a crise internacional do petróleo (década de 1970), é que houve interesse e investimentos suficientes para viabilizar o desenvolvimento e aplicação de equipamentos em escala comercial.

A primeira turbina eólica comercial ligada à rede elétrica pública foi instalada em 1976, na Dinamarca. Atualmente, existem mais de 30 mil turbinas eólicas em operação no mundo.

Em 1991, a Associação Européia de Energia Eólica estabeleceu como metas a instalação de 4.000 MW de energia eólica na Europa até o ano 2000 e 11.500 MW até o ano 2005. Essas e outras metas estão sendo cumpridas muito antes do esperado (4.000 MW em 1996, 11.500 MW em 2001).

As metas atuais são de 40.000 MW na Europa até 2010. Nos Estados Unidos, o parque eólico existente é da ordem de 4.600 MW instalados e com um crescimento anual em torno de 10%. Estima-se que em 2020 o mundo terá 12% da energia gerada pelo vento, com uma capacidade instalada de mais de 1.200GW (WINDPOWER; EWEA; GREENPEACE, 2003; WIND FORCE, 2003).

Recentes desenvolvimentos tecnológicos (sistemas avançados de transmissão, melhor aerodinâmica, estratégias de controle e operação das turbinas etc.) têm reduzido custos e melhorado o desempenho e a confiabilidade dos equipamentos.

O custo dos equipamentos, que era um dos principais entraves ao aproveitamento comercial da energia eólica, reduziu-se significativamente nas últimas duas décadas.

ÁREA DE TRABALHO - wind energy sector has created new jobs

O setor europeu da energia eólica tem criado novos postos de trabalho todos os dias durante os últimos cinco anos, de acordo com a European Wind Energy Association (EWEA).

De acordo com o EWEA, postos de trabalho em energia eólica tem aumentado mais que 50% em geração de empregos, exemplo hoje são 154.000 empregos e são esperado até 2020 de 325.000 de novos empregos.

Em 2007, a energia eólica aumentou mais do que qualquer outro de tecnologia de geração de energia na União Europeia União Europeia (UE).
O crescimento da capacidade eólica instalada tem sido acompanhado por um aumento relacionado a novos postos de trabalho. Segundo EWEA, o setor empregava 154.000 pessoas em 2007e 108.600 em empregos diretos e o resto indiretamente.

Em termos de perfis profissionais, o relatório mostra que os fabricantes de turbinas são os principais empregadores, com 37% de todos os postos de trabalho diretos, seguido por fabricantes de equipamentos e desenvolvedores de projetos.
Nos Estados-Membros da União Européia atualmente 75% dos empregos diretos da energia eólica encontram-se nos três países, que são: Dinamarca, Alemanha e Espanha, mas em outros países, como França, Reino Unido e Itália estão começando agora a evoluir neste mercado.

A energia eólica pode dar um enorme impulso para o bem-estar econômico, oferecendo uma maior independência energética com menores custos na geração de energia com redução dos riscos do preço do combustível e com melhor competitividade.

sábado, 10 de outubro de 2009

Transpetro estende prazo para navios gaseiros a pedido de estaleiros

da Folha Online (08 de outubro de 2009) - A Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de transportes e dutos, prorrogou para o próximo dia 29 o prazo para a entrega das propostas técnicas e financeiras relativas à licitação de oito navios gaseiros (para transporte de gás liquefeito de petróleo) do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota).

O prazo inicial terminaria no dia 15. A decisão atende o pedido de vários estaleiros que afirmavam precisar de um período maior para concluir o orçamento das embarcações. Nesta licitação serão reunidos em um único lote todos os gaseiros que compõem o programa.

A construção dos navios terá que ser realizada em um estaleiro localizado no país e atingir um índice de nacionalização de 70% na compra de equipamentos e serviços. As empresas concorrentes devem apresentar o planejamento da preparação do estaleiro para a construção dos oito gaseiros acompanhado de cronograma com a indicação das principais metas a serem atingidas.

No caso do licitante optar pela implantação de um novo estaleiro para a construção dos navios, o detalhamento deverá incluir a definição do local proposto e a descrição de todas as etapas da obra, com indicação dos recursos necessários e fontes de financiamento, além de um cronograma integrando a obra do estaleiro com a construção dos navios.

O programa prevê a construção de 26 navios na primeira fase e 23 na segunda, totalizando 49. Em suas duas etapas, o Promef vai gerar 40 mil empregos diretos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Curso Operação em Processo Industrial em Petróleo e Gás


Cursos Presenciais e a Distância

Curso Operação em Processo Industrial em Petróleo e Gás
Área Profissional: Petróleo e Gás, Período:
Disciplina: Operação de Planta de Processo industrial P&G.
Carga-Horária:72h (100h/a)
EMENTA: Fundamentos Conceitos e Objetivos de Operação do Processo industrial em uma Planta de Petróleo e Gás.
OBJETIVOS: Apresentar conhecimentos especializados da área de processo industrial buscando orientar através da formação inicial e continuada afim de capacitar alunos ao exercício da competência de Execução de manobras com confiabilidade e segurança, Liberar equipamentos, Atuar em emergências operacionais previstas, Diagnosticar e solucionar problemas operacionais, Monitorar e controlar o processo, Operar na condição de melhor eficiência Operacional em Unidades Industriais.


Curso Projetista de Instrumentação Industrial

Este curso pretende dar aos participantes uma visão global do assunto e ao mesmo tempo prepará-los para o exercício da função. Apoiado com as ultimas tecnologias capacitando e profissionalizando especialistas no mercado de trabalho.
• DELINEAR UMA IDÉIA
O projetista é o modelador da utopia.
Elementos de projeto, formas geométricas

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Contatos:
processoindustrial@gmail.com
almircezar@hotmail.com

PDVSA terá de ressarcir a Petrobras

A PDVSA terá de reembolsar - em dinheiro - a Petrobras em US$ 400 milhões quando for assinado o acordo que colocará a empresa como parceira da brasileira na refinaria Abreu Lima. Trata-se da parte venezuelana no empreendimento no qual o Brasil já investiu US$ 1 bilhão.

Petrobras apresenta conta à PDVSA
Jornal do Brasil - Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Comissionamento - Artigo 01/05


Comissionamento
Definição
Comissionamento é o processo de assegurar que os sistemas e componentes de uma edificação ou unidade industrial sejam projetados, instalados, testados, operados e mantidos de acordo com as necessidades e requisitos operacionais do proprietário. O comissionamento pode ser aplicado tanto a novos empreendimentos quanto a unidades e sistemas existentes em processo de expansão, modernização ou ajuste.
O comissionamento são conjuntos de técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de
forma integrada a uma unidade (ou planta) industrial, visando torná-la operacional, dentro dos requisitos estabelecidos pelos cliente final.
– Assegurar a transferência da unidade industrial do construtor para o operador de forma ordenada e segura, garantindo sua operabilidade em termos de desempenho confiabilidade e rastreabilidade de informações.
– Disciplina específica e independente
Na prática, o processo de comissionamento consiste na aplicação integrada de um conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia para verificar, inspecionar e testar cada componente físico do empreendimento, desde os individuais, como peças, instrumentos e equipamentos, até os mais complexos, como módulos, subsistemas e sistemas.
As atividades de comissionamento, no seu sentido mais amplo, são aplicáveis a todas as fases do empreendimento, desde o projeto básico e detalhado, o suprimento e o diligenciamento, a construção e a montagem, até a entrega da unidade ao cliente final, passando, muitas vezes, por uma fase de operação assistida.
Os procedimentos de testes e partidas para operação das plantas industriais são divididas em Pré-Comissionamento e de comissionamento
Encerradas as atividades como instalação mecânica, testes hidrostáticos, entre outros, dá-se início a uma seqüência de etapas que constituem o chamado Pré-Comissionamento.
O Pré-Comissionamento engloba a calibração dos instrumentos, os procedimentos de limpeza e verificação, a energização de painéis, os testes de malha e de instrumentos, entre outras atividades primordiais para se iniciar o comissionamento propriamente dito.
Disciplina independente
O comissionamento de grandes empreendimentos industriais (tais como plataformas de óleo e gás, plantas químicas e petroquímicas, oleodutos, gasodutos e estações de compressão, centrais e subestações elétricas, usinas siderúrgicas, plantas de papel e celulose, usinas termelétricas e hidrelétricas, grandes edifícios, pontes, rodovias e ferrovias) é uma especialidade técnica complexa e sofisticada, que tende modernamente a ser encarada como uma disciplina específica e independente, tão importante quanto as especialidades tradicionais de engenharia (civil, naval, química, mecânica, elétrica, eletrônica, instrumentação, automação e telecomunicações).
Objetivo e impacto
O objetivo central do comissionamento é assegurar a transferência da unidade de construção civil ou industrial do construtor para o proprietário de forma ordenada e segura, garantindo sua operabilidade em termos de desempenho, confiabilidade e rastreabilidade de informações. Adicionalmente, quando executado de forma planejada, estruturada e eficaz, o comissionamento tende a se configurar como um elemento essencial para o atendimento aos requisitos de prazos, custos, segurança e qualidade do empreendimento.
A Complexidade
– Variedade e quantidade de “objetos comissionáveis”: milhares de equipamentos, instrumentos, circuitos, malhas, trechos de tubulação, skids, módulos, sistemas e subsistemas.
– Planejamento, execução e controle de milhares de atividades de inspeção e teste exercidas sobre os “objetos comissionáveis”.
– Períodos extensos e grandes mobilizações de pessoal, chegando a atingir centenas de milhares de homens-hora.
Gestão do Comissionamento
Em projetos de grande porte, o grande volume e complexidade dos dados de comissionamento, aliado à necessidade de garantir a eficiente rastreabilidade e disponibilidade de todas as informações envolvidas, demandam a utilização de sistemas de gestão do comissionamento cada vez mais poderosos e sofisticados, capazes de otimizar o planejamento e acompanhamento de todas as atividades dessa importante fase do ciclo de vida do ativo industrial.

Sondas de perfuração em águas ultra profunda


Sondas de perfuração em águas ultra profundas
As Submersíveis estão entre as mais antigas plataformas de exploração Off-shore, pois eles funcionam normalmente em zonas Molhadas, pântanos e no mar, situando-se em lâmina d'água de até 300 metros.
Submersível inclui até barcaças, um dispositivo submersível que flutuam na superfície da água quando são movidas de um local de perfuração para outro.
Quando se chega ao seu destino, os compartimentos próprios para receber água são inundados para submergir e a parte inferior do equipamento desloca-se para o fundo do mar. Com a base da plataforma em contato com o fundo do oceano, ventos, ondas e correntes têm pouco efeito sobre ela.
A plataforma tipo jackup, inclusive é um tipo muito popular de plataformas Off-shore, geralmente operando em águas rasas menos 400 metros de profundidade.
As plataformas tipo Jackups são de uma categoria com base no seu sistema de apoio (perna apoiada versus instalações independentes suportadas) e sobre a posição do sistema de perfuração na plataforma.
Os modernos equipamentos das jackup de pernas independentes, tipo três pernas triangulares em uma barcaça na forma de casco, enquanto outros são de quatro ou mais pernas nos cascos retangulares.
Uma vez que a jackup de casco esta na posição no local de perfuração, as pernas são movidas e reduzidas até atingirem o fundo do oceano.
As pernas são usadas para levantar a jackup, içando o casco acima da altura das ondas. As Semi-submergíveis são utilizadas em águas ultra intermediárias. Elas geralmente têm dois ou mais flutuantes, cheios de ar em aço, o piso dessa plataforma (deck) fixam os equipamentos de perfuração. Essas plataformas são mantidas fixas por âncoras maciças na posição exploração. Os flutuantes são geralmente submerso a alguns metros abaixo da superfície d água.
A semi-submersível pode ser movida para um novo local para outra perfuração por rebocadores. No entanto, alguma semi-submersível tem motores próprios e acomodações construídas em sua unidade.
Semelhante ao aparecimento de navios utilizados para o transporte, os navios-sonda de perfuração, enquanto flutuando na superfície da água operações de perfuração são realizadas através de um buraco no seu casco, dispositivo tipo torret.
Uma torre de fixação da broca para perfuração são montadas permanentemente acima do casco, bem como uma plataforma em terra.
Navios de perfuração podem furar até 30,00 metros de profundidade em etapas, furando até 3.000 metros na água. Altamente móveis, podem viajar em qualquer lugar sobre os oceanos. No entanto, eles também são relativamente instáveis e são passíveis de serem sacudidas por ondas e correntes. Muitos navios de perfuração estão equipados com sistemas de posicionamento dinâmico, que usam computadores para detectar se o navio se afastou muito longe do seu local desejado, quando necessário, eles ativam os propulsores para moverem o navio de volta ao lugar.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009


Objetivos Desenvolvimento do Milênio – ODM

Em 2000, a ONU – Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio – ODM, que no Brasil são chamados de 8 Jeitos de Mudar o Mundo. Juntos nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, a nossa cidade, o nosso país.

A REDE BRASIL VOLUNTÁRIO, que congrega centros de voluntariado de todo o Brasil, consciente da importância desse projeto, criou este site para estimular debates e propiciar o conhecimento e o engajamento de todos os interessados em participar de ações, campanhas e projetos de voluntariado que colaborem com os ODM.

Aqui você encontra exemplos de como muitos já estão contribuindo para que o Brasil alcance esses objetivos. Para mais informações sobre os 8 Jeitos de Mudar o Mundo, entre em contato com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento pelos sites.